Lutas de Libertação Nacional

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Haiti: Violentos protestos contra o governo

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Povo se levanta contra governo antipovo e vende-pátria

Milhares de haitianos se levantaram no mês passado e seguem em tormentosa onda de protestos contra o “governo”de Michel Martelly. As maiores manifestações ocorrem na capital Porto Príncipe, mas também há relatos de grandes protestos e enfrentamentos contra as forças de repressão no interior.

As massas se levantam em todo o país contra a carestia de vida, os baixos salários, o massacre do povo, as epidemias (como a de cólera), a fome, a miséria, a ocupação militar e a brutal repressão das forças invasoras. A situação do povo se agravou em larga escala desde o grande terremoto de janeiro de 2010.

Na primeira semana de novembro, durante um grande protesto em Porto Príncipe, as forças de repressão abriram fogo contra os manifestantes deixando vários feridos. As massas revoltadas atiraram pedras contra os agentes da repressão e destruíram prédios “públicos”.

Incremento da repressão e suicídio de invasores

Em 2 de novembro, o jornal Estado de S. Paulo anunciou a realização de testes com um novo carro blindado sobre rodas, o Guarani, que está sendo construído pela Iveco, uma subsidiária do grupo Fiat, em Minas Gerais. Segundo a matéria publicada nesse órgão do monopólio, o blindado será utilizado pelas forças de agressão no Haiti em 2014.

Em 1º de novembro, foi noticiado que Geraldo Barbosa Luiz, de 21 anos, membro do Batalhão de Infantaria das forças de agressão no Haiti, disparou com um fuzil contra a própria cabeça dentro do quartel em Porto Príncipe. Suicídios de membros de forças invasoras ianques e de outras potências imperialistas têm se repetido no Iraque, Afeganistão e também quando estes soldados retornam aos seus países de origem.

Em janeiro de 2006, o general Urano da Matta Bacellar, então comandante das tropas da Minustah (Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti), também se suicidou no hotel onde morava.

Sahara Ocidental: Presos políticos em greve de fome

De Dazibao Rojo e traduzido por AND

Recebemos uma carta dos camaradas da organização maoísta Aziz El Bur do Marrocos. Nela informam que um grupo de presos políticos encarcerados começaram, hoje, dia 13 de novembro, uma greve de fome indefinida.

Os camaradas foram condenados a 26 anos de prisão pela tirania feudal, sem mais delito do que trabalhar pelo bem do povo.

Respaldamos plenamente aos camaradas do Marrocos e fazemos um chamado a difundir esta notícia e denunciar ao regime tirânico feudal de Mohamed VI.

Viva o Internacionalismo Proletário!

Dazibao Rojo – Redação.

Afeganistão: Rechaçar o invasor

Desde o início da invasão do Afeganistão pelas tropas imperialistas em 2001, a resistência não cessou um só instante. Em suas edições, AND tem noticiado o desenrolar da luta do povo afegão pela libertação de seu país.

Recentemente, foi divulgado, através de um relatório do Pentágono de 8 de novembro, que o número de ataques reduziu, porém a resistência conseguiu consolidar posições em regiões do país e tem provocado mais baixas entre as tropas invasoras e as forças de “segurança”  lacaias.

Em números, os ataques da resistência teriam reduzido em 6% e as explosões de bombas em 22%. Tais números, vindos de onde vem (dos escritórios dos invasores) não inspiram muita confiança. Os noticiários internacionais, todas as semanas, divulgam ataques exitosos da resistência antiimperialista contra alvos da Otan e da polícia mercenária afegã. Não é à toa que o mesmo documento admite a dificuldade de se “erradicar os rebeldes”.

Filipinas: Tufão foi o meio, negligência a causa

Informações de Correovermello-noticias

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População atingida pelo tufão tem que lutar por comida nas ruas

O tufão Haiyan, que arrasou a ilha de Leyte e sua capital Tacloban, foi detectado pelo centro de tufões do Havaí uma semana antes da destruição e matança provocadas nas Filipinas. O trajeto de destruição traçado pelo tufão foi acompanhado a todo momento pelos satélites e havia sim informação suficiente do seu grau de periculosidade.

As corruptas autoridades governamentais filipinas não levaram a ameaça a sério e não adotaram um plano de emergência eficaz, o que custou a vida de milhares de pessoas e afetou milhões deixando mutilados, órfãos, desabrigados, etc., desde a região costeira até as cidades centrais. O povo foi abandonado a própria sorte.

As únicas medidas adotadas pelos gerentes do Estado fascista foram declarar Estado de Emergência e desatar brutal repressão sobre as massas arrasadas, desesperadas e famintas que buscavam alimentos e outros recursos básicos em mercados e lojas. Os saques promovidos pelas massas nos centros comerciais foram reprimidos com violência por forças policiais e até mesmo tanques do exército.

Durante a cobertura da terrível destruição e morte causadas pelo tufão, o monopólio das comunicações, tanto no exterior como no Brasil, derramaram lágrimas de crocodilo quando citavam os mortos em consequência da catástrofe.

O monopólio Globo, que não possui créditos para falar da própria situação do povo brasileiro, quiçá do povo de outro país, chegou a anunciar em 13 de novembro no seu telejornal matutino que sua reportagem não pôde se aproximar de uma cidade para cobrir a destruição causada pelo tufão porque havia o boato de que “um Exército de Libertação que existe nas Filipinas estaria se dirigindo para aquela localidade provocando pânico”.

De fato existe nas Filipinas o Novo Exército do Povo – NEP, dirigido pelo Partido Comunista das Filipinas, que há mais de 40 anos desenvolve heroica Guerra Popular.

Blogs e páginas populares e democrático-revolucionárias de diversas partes do mundo repercutiram, ao longo dos últimos dias, o comunicado do Partido Comunista das Filipinas conclamando os comunistas, revolucionários e democratas de todos os países, o povo filipino, organizações revolucionárias, democráticas e populares a se unirem em uma mobilização internacional em solidariedade às vítimas da negligência do velho Estado filipino após a passagem do tufão Haiyan no arquipélago.

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