Campanha internacional pela libertação de G. N. Saibaba

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Itália

O professor Saibaba é "um firme ativista dos direitos do povo que tomou parte nas campanhas de solidariedade à resistência na Palestina e no Iraque; e nas lutas do povo para a autodeterminação na Caxemira e nos estados do nordeste da Índia" e "foi covardemente atacado e sequestrado dentro da Universidade de Delhi em 9 de maio último".

"Saibaba sempre esteve na vanguarda dos movimentos populares contra a 'operação Caçada Verde' e também na luta pela libertação de todos os presos políticos. A guerra do Estado indiano contra o povo, conhecida pelo nome de 'Caçada Verde', é uma guerra lançada sobre os mais pobres entre os pobres da Índia Central e Oriental que estão lutando para proteger a terra, a floresta e os recursos naturais contra a ganância das grandes corporações transnacionais. E fez mais uma vítima."

Desde que noticiamos o sequestro e prisão arbitrária do professor Saibaba na última edição de AND (nº 131), várias manifestações de solidariedade ocorreram ao redor do mundo exigindo sua libertação e denunciando as políticas de repressão do Estado indiano.

Em Nova Delhi, na Índia, ativistas e professores, encabeçados pela reconhecida e respeitada escritora Arundhati Roy, realizaram uma roda de imprensa na residência de Saibaba reafirmando que sua prisão foi "totalmente arbitrária e ilegal" e que esta foi uma tentativa de sufocar a voz da luta das massas. Os participantes exigiram que Saibaba fosse posto em liberdade incondicionalmente, tanto por motivos de saúde como profissionais.

A escritora Arundhati Roy declarou: "Esta é uma clara violação dos direitos constitucionais do cidadão indiano. Anteriormente, este problema estava ocorrendo nas aldeias pobres, onde não se podia questionar as violações e sequestros, porém agora chegou às cidades... Eles utilizam paramilitares contra os pobres quando estes começam a questionar as medidas do governo para a aquisição de florestas e usam a violência policial contra os intelectuais urbanos. Existem mais de 200 acordos firmados secretamente entre o governo e órgãos sociais e, quando as pessoas os questionam, o governo acaba tachando a todos como membros de uma organização proibida".

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Inglaterra
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