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Índia: ‘Fora Obama!’

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O lacaio Madan Rai abraça seu chefe imperialista

O Partido Comunista da Índia (Maoísta) convocou o povo a “condenar e boicotar” a visita de Barack Obama ao país, que ocorreu no último dia 25 de janeiro. O presidente ianque foi até a Índia para participar de um evento oficial do “Dia da República da Índia”.

“O imperialismo ianque é o inimigo número um das massas e nacionalidades oprimidas do mundo”, afirmou o PCI (Maoísta) em comunicado dirigido ao povo indiano anunciando que em todo o país seriam realizados protestos com a palavra de ordem ‘Obama, go home!’ (‘Obama, vá para casa!’).

No dia da chegada de Barack Obama ao país, as estradas de Nova Délhi ficaram repletas de policiais, soldados e franco-atiradores, que foram distribuídos em pontos estratégicos. Cerca de 40 mil agentes de repressão foram mobilizados e 15 mil câmeras foram instaladas na capital.

O “primeiro-ministro” indiano Narendra Modi, que tem o costume de não cumprimentar líderes estrangeiros, comportou-se como bom serviçal fazendo “as honras da casa”.

Atendendo a convocação do PCI (Maoísta), em todo o país ações e manifestações fizeram ecoar as consignas antiimperialistas. A visita do presidente ianque foi subitamente interrompida devido a morte do arquirreacionário rei Abdullah, da Arábia Saudita, para onde Obama se dirigiu com seu séquito.

Ações e protestos em todo o país

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Aparato de repressão foi mobilizado para segurança do maior terrorista do mundo, Obama

No dia 20 de janeiro, a agência de notícias PTI informou que os maoístas realizaram panfletagens em diversas partes da região de Bastar, estado de Chhattisgargh, contra a visita do chefe do imperialismo ianque. Os comunistas convocavam uma greve geral para o dia 26. Forte aparato de repressão foi destacado pelo governo local para reprimir as massas.

O comunicado distribuído pelos revolucionários continha o título ‘Obama Wapas Jao’ (‘Obama, vá embora’) e incentivava as pessoas a queimarem imagens do presidente do USA e do “primeiro-ministro” indiano Narendra Modi, um dos gerentes do velho Estado semicolonial da Índia.

Em 25 de janeiro, conforme informações de vários blogs que noticiam a Guerra Popular na Índia, combatentes do Exército Guerrilheiro Popular de Libertação (EGPL), dirigido pelo PCI (Maoísta), atacaram um hotel de propriedade estatal em Thirunelli, no estado de Kerala, região turística do país. Guerrilheiros com os rostos cobertos e armados com rifles de assalto entraram no Tamarind Easy Hotel e destruíram grande parte de suas instalações. Um segurança do hotel disse à polícia que os maoístas escreveram nas paredes palavras de ordem contra o imperialismo ianque e em repúdio à visita de Obama. Nenhum hóspede ou turista que estava no local sofreu algum tipo de agressão.

No mesmo dia, segundo o periódico The Times of India, combatentes do EGPL tomaram dois ônibus em seu poder no distrito de Dantewada. Os veículos e todos os passageiros foram liberados após duas horas. Os combatentes fizeram propaganda entre os passageiros os conclamando a lutar contra o imperialismo.

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