Comunicado da XI Sessão Plenária do Comitê Central resultante do VIII Congresso do Partido Comunista da China

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(aprovada em 8 de agosto de 1966)

O primeiro dazibao marxista-leninista-pensamento mao tsetung, subscrito por sete pessoas, entre elas a assistente de filosofia Nieh Yuan-tseu, fixado em 25 de maio de 1966 na Universidade de Pequim — contendo duras críticas ao reitor da universidade e aos dirigentes do Comitê de Pequim pertencentes a camarilha de Peng Cheng, promotores da “linha negra” — recebe irrestrito apoio do Presidente Mao Tsetung e da direção revolucionária do PCCh e dispara o uso generalizado dos dazibaos em todo o país.

Os alunos dos liceus lançam um apelo ao Comitê Central (CC) para uma transformação radical no ensino e criticam o sistema pedagógico em vigor, acusando-o de relegar a política ao segundo plano e favorecer a formação de tecnocratas. Por decisão do CC, as aulas nas escolas e universidades são suspensas. Professores e estudantes deflagram um profundo movimento de crítica do velho sistema de ensino.

Em 3 de junho, é anunciada a reorganização da direção do município de Pequim e o envio de um Grupo de Trabalho para a Universidade de Pequim, que encontrava-se em grande agitação.

Durante cinquenta dias, o Presidente Mao Tsetung se ausenta de Pequim. Liu Chao-Chi, presidente da república, e Teng Siao-ping, secretário geral do Partido, assumem a direção dos Grupos de Trabalho, conduzindo-os para um caminho completamente diferente do orientado pelo Presidente Mao.

Em um curto espaço de tempo, desenrolaram-se lutas que definiram o curso da Grande Revolução Cultural Proletária e que merecerão tratamento nos próximos artigos. Se trata do período que antecede a XI Sessão Plenária do Comitê Central do Partido Comunista da China, celebrada entre os dias 1º e 12 de agosto de 1966, acontecimento de importância transcendental para o curso da Grande Revolução Cultural Proletária.

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“O Presidente Mao saúda as massas na Praça Tiananmen”

A XI Sessão Plenária do Comitê Central resultante do VIII Congresso do Partido Comunista da China foi realizada em Pequim de 1º a 12 de agosto de 1966.

A XI Sessão Plenária foi presidida pelo camarada Mao Tsetung. Membros efetivos e suplentes do Comitê Central compareceram. Também estiveram presentes camaradas dos Birôs regionais do Comitê Central e dos Comitês Provinciais, Municipais e de Região Autônoma do Partido; membros do Grupo do Comitê Central responsável pela Revolução Cultural; camaradas responsáveis do Comitê Central e do governo; representantes do ensino, estudantes revolucionários dos estabelecimentos de ensino superior de Pequim.

A XI Sessão Plenária do Comitê Central resultante do VIII Congresso do Partido Comunista da China discutiu e aprovou a “Decisão do Comitê Central do PCCh sobre a Grande Revolução Cultural Proletária”.

A sessão discutiu e aprovou as linhas políticas de importância decisiva e as importantes medidas aprovadas pelo Birô político do Comitê Central, no que diz respeito às questões internas e internacionais, desde a Décima Sessão do Comitê Central resultante do VIII Congresso, realizada em setembro de 1962.

 Sobre o Plano Interno

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"Aprender com as Brigadas de Produção de Tachai”

Na Décima Sessão Plenária do Comitê Central resultante do VIII Congresso, o camarada Mao Tsetung fez uma análise correta da situação atual e, mais uma vez, chamou a atenção para a tese das contradições das classes e da luta de classes na sociedade socialista. Este é o guia para a revolução e à edificação socialista no nosso país. Sob a direção do PCCh, que tem à frente o camarada Mao Tsetung e à luz da linha geral do Partido, que consiste em desenvolver todos os esforços e lançar-se sempre à frente para edificar o socialismo segundo o princípio de ‘quantidade, qualidade, rapidez e economia’, o nosso povo desenvolveu nestes últimos quatro anos os três grandes movimentos revolucionários que são a luta de classes, a luta pela produção e a experimentação científica, e alcançou grandes vitórias. As Comunas Populares foram consolidadas e experimentaram grande desenvolvimento. Um ambiente revolucionário entusiasta reina por toda a parte do país, e está para se verificar um novo passo à frente em todos os domínios.

A economia nacional do nosso país desenvolve-se continuadamente. A política de reajuste, de consolidação, de acabamento e de elevação, formulada pelo Comitê Central do Partido, foi posta em prática com sucesso. O terceiro plano quinquenal entrou em aplicação neste ano. Na frente industrial, registrou-se um progresso considerável não só no que diz respeito à quantidade dos produtos, mas também à sua variedade e qualidade. Na frente agrícola, foram obtidas boas colheitas durante quatro anos consecutivos. O mercado está prosperando e os preços são estáveis. O sucesso dos três testes nucleares constitui a expressão concentrada do novo nível atingido pelo nosso país no desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da indústria.

Nestes últimos anos, desenvolveu-se em grande escala um movimento de educação socialista, tanto nas regiões rurais e urbanas do país como no seio do Exército. Atualmente, uma Grande Revolução Cultural Proletária, como jamais se conheceu ainda na história, está em curso em nosso país. O movimento de massas em que operários, camponeses, soldados, intelectuais revolucionários e os quadros estudam e aplicam de maneira criadora as obras do camarada Mao Tsetung, inaugurou uma nova era em que o povo trabalhador assimila e aplica diretamente o marxismo-leninismo.

A Sessão Plenária aprova inteiramente a “Decisão do Comitê Central do PCCh sobre algumas questões relativas ao trabalho atual no campo (Projeto)” com data de 20 de maio de 1963, o resumo das discussões de 14 de janeiro de 1965 na Conferência Nacional de Trabalho convocada pelo Birô Político do Comitê Central do PCCh: ‘Alguns problemas atuais levantados no movimento de educação socialista no campo’, a saber, o documentos de 23 pontos. Estes dois documentos, estabelecidos pelo próprio camarada Mao Tsetung, constituem uma poderosa arma ideológica de que se serve o nosso povo na continuação da revolução socialista. Devemos seguir agindo em conformidade com os dois documentos acima mencionados e, em combinação com a Grande Revolução Cultural Proletária, levar até o fim em ambas áreas, urbanas e rurais, o movimento dos “quatro saneamentos”, que é o movimento de educação socialista com vistas a um saneamento político, ideológico, organizacional e econômico.

A Sessão Plenária aprova inteiramente a série de políticas clarividentes, de importância decisiva e fundamental, formuladas ao longo dos quatro últimos anos pelo camarada Mao Tsetung, que têm por objetivo, principalmente:

—  A questão da aplicação do princípio do centralismo democrático, levar adiante e desenvolver a tradição revolucionária da linha de massas;

— A questão de formar e treinar os continuadores da causa revolucionária do proletariado;

— O chamado às empresas industriais para aprender com o campo petrolífero de Taching, e às unidades agrícolas para aprender com a Brigada de Produção de Tachai, para o país inteiro aprender com o Exército Popular de Libertação, e para reforçar o trabalho político e ideológico;

— O princípio estratégico que consiste em se preparar para as guerras, para as calamidades naturais, e fazer tudo servindo aos interesses do povo;

—  A eliminação das fórmulas estereotipadas do estrangeiro, seguindo nosso próprio caminho de desenvolvimento industrial;

— O sistema de edificação econômica e da edificação da defesa nacional;

— O chamado a todo o Partido para que se encarregue dos assuntos militares e a toda a nação para que ela se torne uma nação de combatentes;

— A planificação da mecanização gradual da agricultura;

— O chamado ao Exército Popular de Libertação, às fábricas, cidades, estabelecimentos escolares, departamentos comerciais, serviços de utilidades pública e organismos do Partido e do governo, para que eles se tornem grandes escolas de revolucionarização.

A Sessão Plenária destaca que a série de diretivas dadas pelo camarada Mao Tsetung a propósito da Grande Revolução Cultural Proletária constituem o nosso guia para ação na Revolução Cultural que se desenrola atualmente no nosso país. Elas são um importante desenvolvimento do marxismo-leninismo.

A Sessão Plenária considera que a chave do sucesso da grande Revolução Cultural reside na confiança nas massas, em apoiar-se nelas, na sua total mobilização, no respeito ao seu espírito de iniciativa. É preciso, por conseguinte, apoiar-se na linha que consiste em ir “das massas para as massas”. Ser primeiro aluno das massas antes de ensiná-las. É preciso ousar fazer a revolução, é preciso saber fazê-la com benefício. Não temer as desordens. É preciso opor-se àqueles que, agarrando-se às posições da burguesia, protegem os direitistas e atacam a Esquerda e atacam a Grande Revolução Cultural Proletária. É preciso opor-se a tudo aquilo que restringe e amarra as mãos das massas. Não ser senhores ou ficar acima das massas cegamente dando ordens.

É preciso defender calorosamente a Esquerda revolucionária e fazer tudo por unir todos aqueles que são susceptíveis de serem unidos, com vistas a concentrar as forças para fulminar um punhado de direitistas burgueses anti-partido e antissocialistas.

A sessão plenária afirma que a série de problemas levantados nestes quatro últimos anos pelo camarada Mao Tsetung a propósito da revolução e da edificação socialista permitiram acelerar consideravelmente o progresso e o triunfo da causa socialista no nosso país. Estes problemas são duma importância excepcional e duma significação extremamente profunda para consolidar a ditadura do proletariado e o sistema socialista no nosso país, impedir uma usurpação pelos revisionistas da direção do Partido e do Estado, evitar a restauração capitalista, garantir que o nosso país se apoiará firmemente no internacionalismo proletário e defenderá ativamente as lutas revolucionárias dos povos do mundo, e assegurar no futuro, a passagem gradual do nosso país ao comunismo.

Sobre o Plano internacional

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“Confiar nas massas, apoiar-se nelas, na sua total mobilização e seu espírito de iniciativa”

A XI Sessão Plenária do Comitê Central resultante do VIII Congresso afirma que a atual situação a propósito da luta dos marxistas-leninistas e dos povos revolucionários do mundo inteiro contra o imperialismo, a reação e o revisionismo moderno é excelente. Vivemos uma nova era da revolução mundial. Todas as forças políticas passam por uma situação caracterizada por grande agitação, profundas divisões e vastos reagrupamentos. Os movimentos revolucionários dos povos, em particular os dos povos da Ásia, África e América Latina, desenvolvem-se impetuosamente. Apesar das vicissitudes, dos fluxos e refluxos que surgem inevitavelmente no decurso da situação internacional, a tendência geral é que o imperialismo caminhe para o seu desmoronamento total e é inevitável o avanço do socialismo para a sua vitória em todo o mundo. O imperialismo norte-americano e os seus lacaios nos diversos países apelam a uma feroz repressão contra as massas revolucionárias, buscam cooptá-las e enganá-las, mas nada disto poderá salvá-los do seu extermínio; pelo contrário, isso não pode senão acelerar ainda mais o despertar revolucionário dos povos por toda a parte. As atividades empreendidas pelo imperialismo norte-americano e seus lacaios em diversos países, contra o povo e a revolução, têm por consequência a estimulação da atividade revolucionária dos povos. O imperialismo norte-americano e seus lacaios em diversos países são aparentemente fortes, mas na realidade são muito fracos. Do ponto de vista do futuro, todos eles são tigres de papel.

O novo grupo dirigente do Partido Comunista da União Soviética (PCUS) herdou o manto de Kruschov e pratica o revisionismo Kruschovista. Sua linha consiste em defender a dominação imperialista e colonialista no mundo capitalista e a restauração do capitalismo no mundo socialista. O grupo dirigente do PCUS traiu o marxismo-leninismo, o grande Lenin, o caminho da grande Revolução de Outubro, o internacionalismo proletário, a causa revolucionária do proletariado internacional e dos povos e nações oprimidas, assim como os interesses do grande povo soviético e dos povos dos países socialistas. Eles insultam o PCCh, acusando-o de “dogmático”, de “sectário” e de “aventureiro de esquerda”. Na realidade é precisamente o marxismo-leninismo que eles acusam. Eles estão se unindo ao imperialismo norte-americano e à reação por todos os lados para formar uma nova “Santa Aliança”1 anticomunista, antipopular, contrarrevolucionária e antichinesa. Mas semelhante “Santa Aliança” contrarrevolucionária está destinada ao fracasso, e já está em vias de desintegração .

A Sessão Plenária considera absolutamente justa e necessária a crítica pública e integral que o nosso Partido fez do revisionismo kruschovista ao longo dos últimos anos. A “Proposição acerca da linha geral do Movimento Comunista Internacional”, formulada em 14 de Junho de 1963 pelo Comitê Central do PCCh, constitui um documento-programa. Este documento formulado sob a direção do próprio camarada Mao Tsetung, assim como os novos comentários das redações do Renimin Ribao e da revista Hongqui a propósito da carta aberta do Comitê Central do PCUS, o “Comentário sobre a reunião de Março de Moscovo”, o artigo do camarada Lin Piao “Viva a vitoriosa guerra do povo” e outros artigos, fornecem uma análise científica, marxista-leninista sobre uma série de importantes questões que dizem respeito à revolução mundial do nosso tempo e constituem uma poderosa arma ideológica contra o imperialismo e o revisionismo moderno.

A Sessão Plenária considera que, para combater o imperialismo, é preciso combater o revisionismo moderno. Na luta entre o marxismo-leninismo e o revisionismo moderno, não há, obviamente, via intermediária. É preciso traçar uma clara linha de demarcação com os grupos revisionistas modernos que têm como centro a direção do PCUS. É preciso pôr a descoberto a sua verdadeira face de traidores da classe operária. É impossível ter “ação conjunta” com eles.

A Sessão Plenária sublinha que o internacionalismo proletário é o princípio supremo que orienta nossa política externa. Ela defende calorosamente a justa luta dos povos da Ásia, da África e da América Latina contra o imperialismo, que tem a sua frente os Estados Unidos, bem como apoia a luta revolucionária dos povos do mundo inteiro.

A Sessão Plenária condena vigorosamente o imperialismo norte-americano por seu crime de ampliar a guerra de agressão contra o Vietnã. A Sessão defende calorosa e decididamente o apelo aos povos de todos os países lançado pelo camarada Ho Chi Minh, presidente da República Democrática do Vietnã. Defende resolutamente o povo vietnamita para que ele conduza a luta até ao fim, até à vitória final na sua guerra de resistência contra a agressão norte-americana e para a salvação da pátria. Aprova inteiramente todas as medidas tomadas e todas as ações a serem tomadas pelo Comitê Central do nosso Partido e pelo nosso governo em conjunto com a pátria vietnamita, no que diz respeito à ajuda ao Vietnã na resistência à agressão americana.

A Sessão Plenária condena energicamente o grupo dirigente revisionista da União Soviética por sua política contrarrevolucionária de duas caras de apoio fictício e de traição real na questão da luta do Vietnã contra a agressão americana.

A Sessão Plenária considera que o imperialismo norte-americano é o inimigo comum mais feroz dos povos de todo o mundo. A fim de o isolar ao máximo e de desferir os mais duros golpes, é preciso formar a maior frente única contra o imperialismo norte-americano e seus lacaios. O grupo dirigente revisionista da União Soviética prossegue uma política de colaboração soviético-americana com vistas à dominação mundial, e tenta, tanto no seio do movimento comunista internacional como no movimento de libertação internacional, atividades separatistas, de sabotagem e de subversão. Põem-se, assim, zelosamente a serviço do imperialismo americano. Não pode, evidentemente, ser incluído nessa frente única.

Estamos decididos a conduzir até ao fim a luta contra o imperialismo americano e seus lacaios, unindo-nos com todos aqueles que, no mundo, lutam contra o imperialismo e o colonialismo. Estamos decididos, juntamente com todos os revolucionários marxistas-leninistas do mundo, a conduzir até ao fim a luta contra o revisionismo moderno e a fazer avançar a causa revolucionária do proletariado internacional e dos povos do mundo.

Manter bem alto a grande bandeira vermelha do pensamento de Mao Tsetung

A XI Sessão Plenária do Comitê Central resultante do VIII Congresso do PCCh enfatiza que o estudo das obras do camarada Mao Tsetung em todo o Partido e em toda a nação é um acontecimento histórico. O camarada Mao Tsetung é o maior marxista-leninista da nossa época. Ele continuou, salvaguardou e desenvolveu o marxismo-leninismo de maneira genial, criadora e integral. E elevou o marxismo-leninismo da época em que o imperialismo caminha para o seu desmoronamento total e em que o socialismo marcha em direção à vitória no mundo inteiro. O pensamento de Mao Tsetung é o princípio que norteia todo o trabalho do nosso Partido e no país. A Sessão Plenária considera que o apelo dirigido pelo camarada Lin Piao ao Exército Popular de Libertação para que seja desenvolvido um movimento de massas em todo o exército com vistas ao estudo das obras do camarada Mao Tsetung, constitui um brilhante exemplo para todo o Partido e todo o país. Armar a massa dos operários, camponeses e soldados, os intelectuais revolucionários e quadros com o Pensamento Mao Tsegung e promover a revolucionarização das pessoas. Estas são as garantias mais seguras e fundamentais para prevenir o revisionismo e a restauração do capitalismo e assegurar o triunfo da nossa causa socialista e comunista.

Estudar as obras do camarada Mao Tsetung tendo os problemas a resolver em mente, estudar primeiro o que é mais urgente e necessário ,de modo a obter resultados mais rápidos e fazer grandes esforços na aplicação dos estudos: este método tem-se revelado eficaz e universalmente aplicável. É preciso popularizá-lo ainda mais em todo o Partido e em todo o país.

O Partido Comunista da China é um grande e glorioso Partido e sua política é justa. Fundado e construído pelo camarada Mao Tsetung, é um partido armado da teoria marxista-leninista e do Pensamento Mao Tsetung. É o destacamento de vanguarda do proletariado, que combina a teoria com a prática, que está estreitamente ligado às massas populares e armado de um espírito de autocrítica conscienciosa. O nosso Partido é um partido revolucionário proletário que conheceu as mais encarniçadas, duras, prolongadas e complexas lutas da história. O nosso povo é um grande povo. O nosso país é um grande país. O nosso exército é um grande exército. Estamos firmemente convencidos que, sob a direção do nosso grande dirigente, o camarada Mao Tsetung, e do PCCh, os combatentes e os civis de todo o país, confiando nas suas próprias forças e trabalhando com vigor para a prosperidade da nação, vencerão, superando todas as dificuldades e todos os obstáculos. Cumprirão a missão dada pela história e não decepcionarão a esperança dos povos revolucionários do mundo.

A XI Sessão Plenária do Comitê Central resultante do VIII Congresso do Partido chama os operários, os membros das comunas populares, os comandantes e os combatentes do Exército Popular de Libertação, os quadros revolucionários, os intelectuais revolucionários, os professores, os estudantes revolucionários e os trabalhadores da ciência e da técnica a manterem ainda mais alto a grande bandeira vermelha do Pensamento de Mao Tsetung, unirem-se com todos aqueles que são susceptíveis de ser unidos, a superarem as resistências provenientes do revisionismo contrarrevolucionário e dos oportunistas “de esquerda” e de direita, a ultrapassarem as dificuldades, a superar as dificuldades, a corrigirem os erros, a fazerem desaparecer do seio do Partido e da sociedade as manchas negras, a conduzirem até o fim a Grande Revolução Cultural Proletária, a conduzir até ao fim a revolução socialista e a lutarem para realizar o terceiro plano quinquenal e fazer do nosso país um poderoso país socialista.

Devemos estar armados de grande e sublime determinação proletária, atrever-nos a trilhar um caminho que jamais alguém explorou e alturas jamais alcançadas. Estamos decididos a levar adiante a edificação da China socialista, que tem um quarto da população do mundo, de modo que ela se torne um inexpugnável país proletário e para que jamais mude de cor. Devemos libertar Taiwan. Devemos reforçar nossa vigilância e evitar qualquer ataque surpresa do imperialismo norte-americano e dos seus cúmplices. Se estes se atreverem a impor a guerra contra nós, os 700 milhões de chineses, dirigidos pelo camarada Mao Tsetung e o Partido Comunista da China, estão completamente decididos a partir os costados aos agressores, e eliminá-los resoluta, radical, integral e totalmente.

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1 Pacto místico formado em 1815 pela Rússia, a Áustria e a Prússia, com o fim de manter os tratados de 1815, em presença das aspirações liberais e nacionalistas dos pequenos estados da Alemanha e da Itália, oprimidos pelas grandes potências.

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