O Dia Internacional da Mulher Proletária pelo mundo

O dia 8 de Março, Dia Internacional da Mulher Proletária, foi marcado pela mobilização e luta de mulheres trabalhadoras pelo mundo.

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Massiva marcha em Santiago

No Chile, foi realizada uma imensa agitação na Plaza Italia, em Santiago. Segundo o periódico El Pueblo, uma multidão de mulheres do povo, operárias, estudantes secundaristas e universitárias, professoras, donas de casa, intelectuais progressistas e democratas estenderam uma enorme faixa com a consigna “Contra toda a ordem capitalista e patriarcal – mulher, organiza-te!” e fizeram intensa exposição sobre o problema feminino para as massas que circulavam.

No México, a Corrente do Povo “Sol Rojo” – nova organização maoísta – emitiu declaração por ocasião deste memorável data. “Para o capitalismo burocrático e o imperialismo, ser mulher é sinônimo de objeto sem decisão nem consciência, um ente 'coisificado' com valor de uso e de troca; o mesmo ocorre ante a visão do revisionismo. [...] Saudamos as camaradas do Movimento Feminino Popular do Brasil e aquelas dos distintos países que desfraldam as bandeiras do marxismo-leninismo-maoísmo como terceira e superior etapa do marxismo”, diz a declaração.

No USA, os Guardas Vermelhos (Red Guards) de Austin (estado do Texas) emitiram pronunciamento exaltando a figura da camarada Chiang Ching, dirigente comunista e destacada liderança na Grande Revolução Cultural Proletária, fiel seguidora do Presidente Mao.

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Filipinas:mulheres em frente a embaixada do USA

Na Itália, o Movimento Feminista Proletário Revolucionário (MFPR) emitiu também declaração na qual expõe a questão da opressão às mulheres do povo e a necessidade da sua resolução, cujo caminho é a revolução proletária e a ditadura do proletariado, com sucessivas revoluções culturais até o comunismo.

O Movimento Feminino Popular do Equador também emitiu declaração tratando da questão feminina, a condição de exploração que estão submetidas as mulheres do povo, mas principalmente destacou o valor das mulheres que “vão se forjando no marxismo-leninismo-maoísmo […] que creem na guerra popular, na necessidade de conquistar o Poder ao proletariado e seus aliados; essas são o verdadeiro elemento consciente no seio do povo”. Homenageou também a camarada María, militante revolucionária equatoriana, e a companheira Sandra Lima como “exemplo de toda uma vida dedicada à luta, sem reservas, sem guardar nada para si. Tudo para a revolução, até nossas vidas”.

Nas Filipinas, uma multidão de mulheres organizou um vigoroso protesto em frente à embaixada ianque, em Manila. As mulheres destruíram um boneco representando o reacionário gerente semicolonial Duterte e o arquirreacionário Trump, governante ianque. Foram criticados o desemprego, a fome, a pobreza, a violência contra as mulheres, sobretudo a do velho Estado e, principalmente a nova lei aprovada pelo parlamento semicolonial que estabelece a volta da pena de morte para delitos relacionados com drogas.