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Ações da guerra popular estremecem a Índia

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Arsenal da reação capturado pelos revolucionários

O Exército Guerrilheiro Popular de Libertação (EGPL), dirigido pelo Partido Comunista da Índia (Maoista), realizou importantíssimas ações armadas em resposta aos cotidianos crimes da reação indiana contra as massas camponesas e tribais.

Os fatos na Índia seguem provando que as forças de repressão do velho Estado indiano, que são ferozes e arrasadoras em suas ações sanguinárias contra essas massas camponesas e tribais desarmadas – onde assassinam em massa e violentam mulheres e crianças –, se convertem em desmoralizados soldados derrotados quando confrontados pela poderosa massa organizada e armada pelo EGPL, pelo Partido Comunista e pela guerra popular.

Resplandecentes ações armadas

Pelo menos 12 soldados da Força Policial da Reserva Central (FPRC) foram aniquilados em contundente ação guerrilheira do EGPL, no distrito de Sukma, estado de Chhattisgarh, em 11 de março. Os soldados da reação provinham todos do 219º Batalhão da FPRC.

Após a ação, o PCI (Maoista) publicou imagem do arsenal tomado pelo EGPL. Na lista de armas apreendidas constam 11 fuzis e metralhadoras, um lançador de granadas, 1.130 cartuchos de munição e equipamentos.

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No final do mês de março (30), em protesto a uma visita do primeiro-ministro reacionário Narendra Modi, em Odisha, cerca de 15 combatentes do EGPL – entre várias mulheres – realizaram ações armadas no distrito de Rayagada. Dispositivos explodiram no escritório do chefe da estação Doikalu e em um trem de carga, causando grandes danos materiais para as empresas exploradoras e interrompimento do tráfego por horas.

Ao fim da ação, os maoistas deixaram ainda faixas com palavras de ordem escritas em um dialeto local, denunciando as políticas do gerenciamento reacionário de Modi e convocando as massas a rechaçar sua visita, que ocorreu nos dias 15 e 16 de abril.

Já no dia 3 de abril, fontes da imprensa indiana informaram a execução de um antigo membro da milícia fascista e anticomunista Salwa Judum. O criminoso justiçado, de 50 anos, foi condenado por crimes contra o povo. Sua pena foi aplicada no distrito de Bijapur, em Karnataka.

Propaganda contra informantes

No dia 28 de março, no distrito de Kalahandi, em Odisha, o EGPL realizou importante ação de propaganda, advertindo aos informantes policiais sobre a gravidade de seus crimes e educando as massas a não colaborar com os algozes da repressão, mantendo firme a moral revolucionária.

Maoistas defendem direitos democráticos

O PCI (Maoista) conclamou uma greve geral (Bharat bandh) em toda a Índia, em defesa e pela libertação incondicional do professor GN Saibaba (ver página 22 desta edição), realizada no dia 29 de de março.

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