Palestina: Presos políticos se rebelam

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Mais de 6.500 prisioneiros palestinos nas masmorras sionistas desencadearam uma greve de fome coletiva no dia 17 de abril. O movimento foi convocado pelo dirigente palestino Marwan Barghouthi, líder da Segunda Intifada. Os prisioneiros, dentre eles 300 menores de idade, reivindicam o fim dos abusos nas masmorras, com término das torturas, o direito à assistência médica e demais direitos fundamentais.

A greve de fome ecoou também nas comunidades palestinas e mobilizou a heroica juventude palestina na Faixa de Gaza.

Por toda a Palestina uma greve geral foi convocada pela Resistência Nacional em apoio à greve de fome dos prisioneiros. Bancos, lojas, fábricas, instituições públicas e transporte público foram paralisados em territórios palestinos ocupados pelo enclave sionista.

No mesmo 17 de abril, milhares de jovens e trabalhadores palestinos marcharam em cidades da Cisjordânia em apoio à greve e suas reivindicações. Em Belém, houve resistência com a tentativa de dispersão empreendida pela repressão sionista.

Nos dias 20 e 21, novas manifestações foram realizadas em Abu Dis, próximo a Jerusalém, e na aldeia de Kafr Qaddum, norte da Cisjordânia, em apoio às reivindicações dos prisioneiros grevistas. A repressão das forças sionistas de Israel foi violenta, com tiros de balas de aço e gás lacrimogêneo, mas não pôde dispersar a juventude, que respondeu com paus, pedras e todo tipo de objetos. Mais de 30 pessoas ficaram feridas.

No dia 2 de maio, o Hamas deu 24 horas à Israel para atender às demandas dos milhares de grevistas. “Advertimos ao inimigo a não ignorar as demandas justas e legítimas dos prisioneiros e lhes damos 24 horas à liderança inimiga para responder. [...] Israel pagará todos os dias o preço do atraso de sua resposta”, respondeu firmemente um porta-voz das Brigadas Ezzedin al-Qassam.

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