Índia: Ação fere 3 soldados de Forças Especiais

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Marcha guerrilheira na selva, região sul de Bastar
Marcha guerrilheira na selva, região sul de Bastar

Combatentes do Exército Guerrilheiro Popular de Libertação (EGPL) emboscaram uma patrulha da Força Tarefa Especial da polícia de Chhattisgarh, no distrito de Sukma, segundo informou a imprensa local em 16/08.

A emboscada foi empreendida com explosivos caseiros e feriu três agentes da repressão que participavam de uma operação anti-guerrilheira com outras forças policiais.

A Força Tarefa Especial é uma unidade policial especializada constituída em alguns estados da Índia para combater principalmente o Partido Comunista da Índia (Maoista) e o EGPL, dada a insuficiência dos seus demais efetivos.

Esta ação veio poucos dias após a decisão das “autoridades” em deslocar mais efetivos para as zonas guerrilheiras de Chhattisgarh. Ao todo, a reação objetiva mobilizar 75 mil agentes para combater os revolucionários e a luta das massas no estado.

Dias antes, em 07/08, dois agentes da repressão foram aniquilados durante outra emboscada empreendida por unidades do Exército Guerrilheiro Popular de Libertação (EGPL), em Chhattisgarh.

O contingente policial patrulhava próximo à aldeia de Bhave, a 150 km da capital do estado, Raipur.

Entre os aniquilados está um subinspetor da polícia de Chhattisgarh, que morreu no local.

Reação constata vitórias maoistas

O Departamento de Estado do USA, em relatório intitulado “Relatórios nacionais sobre terrorismo de 2016”, emitido em julho de 2017, também levou em conta as vitórias do PCI (Maoista), acusando-o de “terrorista”.

Segundo o relatório, os três países com maiores atividades subversivas são, respectivamente, Iraque, Afeganistão e  Índia. Uma menção especial foi feita aos maoístas indianos.

O PCI (Maoista) e o EGPL são considerados pelo velho Estado a principal ameaça interna para sua sobrevivência.

As forças policiais do velho Estado elaboraram um balanço sobre suas operações de guerra contra o povo e sobre a atuação do Partido Comunista em dez estados com maior atividade revolucionária, no início de agosto.

Em relatório, a reação constatou que o estado de Chhattisgarh segue sendo a região onde suas forças são mais débeis e frágeis.

As “autoridades” alardearam que é urgente implantar novas forças de inteligência na região para capturar os dirigentes maoistas, como parte do plano para combater a rebelião das massas e a guerra popular.

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