Síria: Novo bombardeio mata 27 militares

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Bombardeio é provocação para incitar crise regional. Na imagem, focos de incêndio em cidade atacada
Bombardeio é provocação para incitar crise regional. Na imagem, focos de incêndio em cidade atacada

Um bombardeio contra instalações militares do governo sírio semicolonial de Bashar Al-Assad matou ao menos 27 militares, segundo um grupo de monitoramento, no dia 30 de abril, no norte do país. Ainda conforme o grupo, a maioria dos mortos são iranianos. Embora não confirmado, há indícios de que o autor do ataque tenha sido o Estado sionista de Israel.

O ataque ocorreu horas depois de o primeiro-ministro sionista, Benjamin Netanyahu, conversar via telefone com o presidente ianque Donald Trump. Mais um indício do envolvimento sionista veio por meio da declaração da Casa Branca (USA). Segundo a sede do imperialismo ianque, Trump e Netanyahu conversaram sobre “os desafios enfrentados pelo Oriente Médio”, em especial sobre “os problemas apresentados pelas atividades desestabilizadoras do regime iraniano”.

Fontes da imprensa iraniana, no entanto, divergiram sobre o fato. Alguns jornais negaram que tenham entre os mortos militares iranianos, ou que os alvos tenham sido instalações nos quais eles atuam. Outros, no entanto, afirmaram que houve 18 iranianos entre os mortos, incluindo um comandante.

A Síria segue mergulhada em profunda guerra civil, onde atuam indiretamente superpotências e potências imperialistas há mais de sete anos. O governo semicolonial de Assad, submetido à área de influência do imperialismo russo, combate grupos de “oposição” – mercenários financiados pelo imperialismo ianque, superpotência que busca dominar o país. Contra ambos, no entanto, há o povo sírio, principalmente organizado em grupos armados islâmicos – uma frente anti-imperialista desunida.

Quebrar a tríplice aliança

O Irã teve participação especial, particularmente com a ação de milícias xiitas, nas batalhas contra os mercenários pró-ianques (a chamada “oposição”). Há, na Síria, vários combatentes da Guarda Revolucionária – força especial do Exército do Irã – atuando no país. Junto a isso, o Irã mobiliza o Hezbollah, do Líbano, para atuar também a favor de Assad com tropas em terreno.

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