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Revolucionários do Peru e da Índia seguem golpeando Estado reacionário

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Combatentes do EGLP na Índia

Índia

18 de junho

Combatentes do Exército Guerrilheiro Popular de Libertação - EGPL, dirigido pelo Partido Comunista da Índia (maoísta) mataram nove policiais durante um ataque com minas terrestres no leste da Índia. A ação foi voltada contra centenas de policiais que se deslocavam para combater a guerrilha em Patna, no estado de Orissa.

Enquanto o velho Estado indiano enviava as tropas de policiais, o EGPL libertou mais de doze vilas, justiçou latifundiários e inimigos do povo, queimou delegacias policiais e escritórios do governo.

Os reforços policiais enviados contra o EGPL não conseguiram chegar às áreas libertadas porque os moradores das vilas se confraternizaram com os guerrilheiros bloqueando as estradas e vias de acesso.

19 de junho

Incapazes de deter as ações guerrilheiras do EGPL, as forças de segurança indianas iniciaram uma campanha de repressão na região bengali de Lalgarh onde a Guerra Popular dirigida pelo PCI (maoísta) possui grande apoio entre os camponeses.

21 de junho

Pelo menos 11 policiais indianos foram mortos em um ataque com minas terrestres em Chhattisgarh (Bengala Ocidental). Os guerrilheiros atacaram um caminhão que transportava policiais e trocaram tiros com os soldados.

A região onde se desenrolou a ação do EGPL pertence ao Corredor Vermelho, uma área onde o PCI (maoísta) e o Exército Guerrilheiro possuem grande influência e apoio entre as massas de camponeses, operários, estudantes e democratas. O Corredor Vermelho corta todo o país desde a fronteira com o Nepal até o Estado de Bengala Ocidental.

21 de junho

Um comboio que transportava 11 policiais foi alvo de uma explosão provocada pelo EGPL em Tongapal, a cerca de 500 quilômetros ao sul da capital do estado de Raipur.

Uma semana antes, em Bengala Ocidental, forças de segurança indianas já haviam enfrentado manifestantes da região de Lalgarh, sob forte influência do PCI (maoísta).

Centenas de policiais atacaram uma multidão de 3 mil pessoas em Pirakata.

A gerência de turno do velho Estado em Raipur enviou mais de mil paramilitares para retomar a área depois que a polícia se retirou.

12 de julho

Agências Internacionais noticiaram um forte combate entre o EGPL e unidades paramilitares no estado de Chhattisgarh.

Os guerrilheiros interceptaram um comboio das forças reacionárias com explosivos e fecharam uma estrada na região de selva do distrito de Rajnandgaon.

As forças guerrilheiras provocaram mais de 30 baixas entre os policiais, entre os mortos estava um conhecido torturador. Os combatentes do EGPL se retiraram sem baixas.

Pelo menos 26 policiais foram atacados e mortos por combatentes do EGPL no estado de Chhattisgarh. Vários repressores ficaram feridos durante os combates, que segundo notícias de agências internacionais contaram com mais de 300 guerrilheiros.

Peru

13 de junho

O ministro da Defesa peruano, Antero Flores Aráoz, foi obrigado a confirmar que um militar peruano foi ferido durante os confrontos com o Exército Guerrilheiro Popular, dirigido pelo Partido Comunista do Peru – PCP, na região do vale dos Rios Apurímac e Ene - VRAE.

Apesar do representante do Estado reacionário peruano ter considerado a operação militar no VRAE um "sucesso", e de terem destruído duas bases guerrilheiras, é inegável o avanço da Guerra Popular, que desde a gerência genocida de Fujimori diziam ter aniquilado.

A operação militar contra-insurgente contou com a participação de 200 efetivos do Exército, da Marinha e da Força Aérea do país.

Um verdadeiro aparato de guerra para enfrentar o antes "derrotado" PCP.

3 de julho

Fontes da própria imprensa reacionária peruana informaram o ataque de uma coluna do Exército Guerrilheiro Popular à base militar de Sanabamba no departamento de Ayahuanco.

Segundo as informações divulgadas, a base foi alvo de disparos durante mais de uma hora.

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