Aqui, no campo de batalha italiano...

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Pracinhas são recebidos com alegria nas cidades libertadas

Em abril de 1945, cerca de 300 jovens oficiais da FEB — Força Expedicionária Brasileira —, assinam um manifesto de reconhecimento aos esforços da Liga de Defesa Nacional.

Com a certeza da vitória sobre o nazi-fascismo, e os olhos voltados para o pós-guerra e, ainda, baseados nos princípios da Carta do Atlântico, que destacava a solidariedade, a independência, a liberdade, a paz e o progresso, o documento preconizava a soberania do povo — principalmente as liberdades democráticas para os trabalhadores e setores da pequena burguesia.

Sob a ótica atual, o manifesto apresenta algumas passagens conservadoras e ilusórias quanto ao processo eleitoral e constituinte futuros, entretanto, isto não empana o seu aspecto principal, como uma destacada página da história militar do Brasil. A existência deste manifesto choca-se com a posição de alguns historiadores que defendem uma estanquização entre Forças Armadas e a sociedade, haja vista que suas posições correspondem em grande parte, ao movimento social de então.

Os antecedentes

Em seu livro Tio Sam chega ao Brasil, Gérson Moura destaca que, no final dos anos 30, o Brasil era um dos países mais importantes do continente, tanto do ponto de vista político, como pelo prisma estratégico-militar. A posição brasileira, dentre os produtores de matérias-primas estratégicas necessárias ao esforço de guerra americano, se apresentava na linha de frente, com a borracha, o manganês, o minério de ferro, os cristais de quartzo, as areias monazíticas, os óleos vegetais e as plantas medicinais, entre outros produtos. Considere-se ainda a posição geográfica do Norte
Nordeste do Brasil, que assumiu importância crescente na conjuntura dos anos 30.

Para o mesmo autor "Desde os inícios do século XX, as linhas de defesa dos Estados Unidos incluíam, além do seu próprio território continental, os países do Caribe e da América Central. Esse conjunto e sua respectiva estratégia de defesa eram conhecidos como o Lago Americano." Nas condições conturbadas da década de 30, no entanto, os planejadores militares de Washington ampliaram as suas linhas de defesa, que passaram a abranger o conjunto do continente — desde a Terra Nova, no Norte, aos Galápagos, no Sul — tendo como ponto particularmente importante, a Leste, a saliência do Nordeste brasileiro, devido a sua proximidade com o Norte da África e sua posição para a vigilância do Oceano Atlântico.

A estratégia então elaborada pelos militares do USA previa a defesa continental a partir de suas próprias forças, entrando as forças latino-americanas com a cessão de bases aéreas navais, além de se encarregarem da ordem social a política de seus países. No início de 1939, o governo americano se preparava econômica e militarmente para a eventualidade da guerra; por isso mesmo, o presidente Roosevelt disse naquela ocasião ao ministro das Relações Exteriores do Brasil, Osvaldo Aranha, que seus planos estratégicos incluíam a defesa da América do Sul. Começou aí, um processo de colaboração (difícil) entre militares americanos e brasileiros, os primeiros solicitando aos últimos que eliminassem a influência germânica no Brasil.

A divergência entre militares americanos e brasileiros, naquele momento, se constituiu num dos dados políticos na relação entre os dois países. A perspectiva estratégica dos dois lados era diferente: os americanos desejavam encarregar-se da defesa global do continente, inclusive do Brasil; os brasileiros asseguravam sua intenção de defender o território nacional, devendo entrar os americanos com as armas e munições necessárias. Os militares de Tio Sam não queriam fornecer armas ao Brasil, pois consideravam que muitos elementos da alta oficialidade brasileira ou guardavam simpatias para com o Eixo, ou eram passíveis de criar obstáculos para as pretensões daquela que seria a futura força hegemônica; ao mesmo tempo, insistiam na colocação de suas tropas no Nordeste do Brasil. Entre 1939-1941, várias tentativas e propostas de colaboração imaginadas pelos militares ianques esbarraram numa sólida resistência dos militares brasileiros.

Não se registrava unicamente uma resistência na área militar, já que outros setores (pró-germânicos, neutralistas sinceros no governo Vargas, ou setores comprovadamente progressistas) resistiam às investidas de Sam, adiando ao máximo o processo de colaboração Brasil-USA. O trabalho do Birô Interamericano (instituição criada pelo USA para coordenar seus esforços no plano das relações econômicas e culturais com a América Latina) no Brasil se revestia, portanto de um aspecto político vital: era necessário ganhar os corações e mentes dos líderes políticos e militares brasileiros, sem cuja cooperação os planos estratégicos dos ianques iriam por água abaixo. Mais ainda: era necessário assegurar não apenas o acesso às agências do Estado brasileiro, mas também ganhar os grupos sociais mais significativos do ponto de vista da formulação de políticas, assim como, na medida do possível, a massa da população politicamente significativa."

A prática da guerra aponta outros caminhos

Assim, a luta contra o nazi-fascismo nos campos da Itália e os ensinamentos do Exército soviético, através do exemplar combate à barbárie hitleriana, forjaram uma consciência nesses jovens oficiais, oposta ao que o USA planejara e já implementava, desde a década de 30: o controle militar, político e ideológico das forças armadas brasileiras.

Não há como negar, este objetivo já havia sido alcançado, em elevado grau, em relação à alta hierarquia, na medida em que uma identidade ideológica sem precedentes firmou-se entre os altos mandos dos dois países, produzindo figuras como Eurico Gaspar Dutra, que assume o papel de preposto da reação imperialista e aceita a entrada no Brasil da missão conselheira ianque para orientar a formação da Escola Superior de Guerra, em 1947.

Vale salientar, também soldados, cabos e sargentos tinham posições políticas e até ideológicas contrárias ao que a missão do USA tentava incutir na alta oficialidade brasileira. Inclusive, movimentos e organizações dentro dos quartéis articulavam-se com organizações da sociedade, nas lutas e campanhas, principalmente, as de cunho nacionalista e antiimperialista, como foi a campanha "O petróleo é nosso".

A resistência a aceitar o controle sobre as forças armadas brasileiras vai até 1964, quando o golpe militar articulado pelas classes dominantes brasileiras, com acesso ianque, amplia esse controle a toda nação, estabelecendo seu domínio no econômico, no político, no cultural, no militar e no ideológico. Os elementos progressistas das forças armadas foram quase todos banidos de seus postos, sendo muitos presos e até assassinados na luta de resistência a esse domínio.

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Aos Exmos. Srs.

D.D Presidente e Membros do Diretório Central da L.D.N.

Ao ensejo das patrióticas realizações encabeçadas pela L. D.N.— Liga de Defesa Nacional —, sentem-se os soldados do Brasil, combatendo na Europa, no dever de agradecer aos dirigentes e a todos os Departamentos dessa entidade, as sucessivas provas de carinho e conforto, que tão constantemente se vêm refletindo no moral de nossas tropas, pela consciência de que toda nossa Pátria encontra-se unida para os sacrifícios da mesma luta. O nosso gesto, não somente expressa agradecimento, mas também consigna admiração e reverência às tarefas de exaltação cívica e esforço unificador para a vitória, que, no Brasil, a Liga de Defesa Nacional, vem levando a efeito incansavelmente.

Desde os primeiros momentos da arregimentação, até a chegada das Forças Expe dicionárias, às terras convulsionadas da Europa, a fim de combater o imperialismo-prussiano-fascista, retrógrado, opressor e sanguinário, tem sido a patriótica entidade, fator importante de amparo moral e de estímulo cívico, tanto na distribuição de utilidades, oferecidas por todas as camadas populares, aos nossos soldados, como, principalmente, na segura orientação das grandes reservas morais da nação, em favor do nosso esforço. Esta é uma guerra, nem só de governos, nem só de forças armadas. Esta é uma guerra de povos, em que governos, forças armadas e todas as forças vivas nacionais confraternizam-se para dar combate ao baluarte hitleriano da agressão imperialista. Precisamente, a observação quotidiana da posição realística e produtiva assumida pelas maiores organizações populares da Grã-Bretanha, Estados Unidos, União Soviética, China, França, Iugoslávia e outras Nações Unidas é que nos estimulam a considerar com atenção os trabalhos dessa entidade, na luta sem tréguas contra o agressor nazi-fascista e na atitude coerentemente unitária com relação aos problemas da paz. Dentro das circunstâncias econômicas, históricas e de interesses internacionais, peculiares ao nosso país, toma a L.D.N. uma posição realística, definida e produtiva. Esta posição, inutiliza, decididamente, a obra criminosa dos sabotadores internos, agentes nazi-integralistas, desmascara os elementos confusionistas, forjadores de vis intrigas, com o objetivo de perturbar a união pacificadora da família brasileira e contribui, afinal, para a mobilização e organização das forças progressistas nacionais congregadas num bloco inquebrantável para a vitória de uma causa justa. Esta compreensão manifesta-se através da coordenação de energias e das realizações nos múltiplos trabalhos da retaguarda; no aceleramento do processo da União Nacional, já profundamente enraizado no coração dos brasileiros honrados e conscientes; na preparação das condições nacionais para os próximos problemas de após-guerra, cuja acertada solução encontraremos exclusivamente num clima de fraternidade interna que criará incomensuráveis possibilidades ao desenvolvimento de um Brasil forte, emancipado, econômica e politicamente, democrático e progressista.

Queremos declarar, na presente mensagem, que os esforços da L.D.N harmonizam-se esplendidamente aos ideais pelos quais lutamos, que são os mesmos ideais tão heroicamente defendidos pelos nossos camaradas das forças armadas norte-americanas, soviéticas, francesas, britânicas, chinesas, iugoslavas, os mesmos ideais expressos nos princípios renovadores da Carta do Atlântico e nas Conferências do Cairo, Moscou, Teerã, Dumbarton, Oaks e Criméia. Na Conferencia de São Francisco, onde estão reunidas todas as Nações Unidas, para forjar o arcabouço do futuro organismo da segurança internacional, rejubilamo-nos em constatar que nossa pátria está sendo guiada pelos princípios da Liberdade e Progresso, aos quais a sua vida interna vem sendo ajustada. É esta mais uma vitória da União Nacional e mais uma legítima contribuição dos esforços da L.D.N. Ao mesmo tempo em que vemos crescer a estrutura industrial e a emancipação econômica de nosso país, que permitirão um pacífico reajustamento das classes média e trabalhadora, não regatearemos os nossos mais entusiásticos aplausos à realização das próximas eleições, objetivando o funcionamento legal dos órgãos representativos do povo. Em tal oportunidade, queremos reafirmar que somente o processo de União Nacional poderá dar ao Povo Brasileiro esclarecida consciência política para eleger seus legítimos mandatários e consolidar, ampliando e aperfeiçoando, as Liberdades Democráticas fundamentais, que são um dos motivos de nossa luta. Nós, soldados expedicionários, esperamos que, do próximo pleito, surjam as premissas de uma era verdadeira de Democracia para a nossa Pátria, solidamente assentada sobre o exercício constante e garantia pela Lei e pelos sentimentos soberanos do povo, das quatro liberdades fundamentais enunciadas pelo grande Presidente Roosevelt. A orientação patriótica, segura e definida que VV. Excias. vêm imprimindo aos trabalhos da L.D.N. durante a contingência da guerra e nas perspectivas da paz, é, pois, indestrutível penhor dos ideais de todos nós, soldados do Brasil, herdeiros do discortínio pacificador e unitário de Caxias e de Floriano, é, também, a bandeira desfraldada por aqueles que já tombaram para sempre, no fragor das batalhas travadas pela sobrevivência da humanidade civilizada.

Aqui, no campo de batalha italiano, combatem jovens procedentes de todos os pontos cardeais do Brasil, do norte, centro e sul, combatem ombro a ombro, católicos, protestantes e judeus, brancos e negros, jovens das mais diversas classes e concepções políticas, todos constituindo, em face do perigo e da morte, um símbolo vivo de União Nacional contra os bandos armados de Hitler!

Generoso sangue pátrio cobre vales e montanhas da Itália libertada, num sacrifício que jamais poderá ser em vão, porque estará sempre no altar e nos fastos imorredouros da Pátria, como expressão das mais nobres aspirações de liberdade e progresso do Povo Brasileiro.

E sobre o sangue de nossos bravos, juramos defender os postulados fundamentais das quatro Liberdades que inspiraram a Carta do Atlântico e lutar sem desvanecimentos por uma nova era de liberdade, paz e progresso para o Povo Brasileiro e das Nações entre si!

Nós, soldados do Brasil, temos consciência da missão que aqui desempenhamos e nenhuma dúvida paira em nosso espírito sobre as nossas responsabilidades nesta guerra e diante dos problemas internacionais de uma paz justa e duradoura. As tarefas patrióticas que a L.D.N. vem realizando no Brasil, encerram, pois, o verdadeiro sentido da luta da Força Expedicionária, luta que não terá termo antes que as hordas saqueadoras e escravagistas do nazismo, baqueiem para sempre, esmagadas pelas forças vitoriosas das Nações amantes da Liberdade e da Democracia!

Tudo pela União Nacional do Povo Brasileiro!
Todo o apoio às liberdades democráticas e o desenvolvimento econômico de nossa pátria!
Tudo pela vitória das Nações Unidas!
Tudo pela fraternidade dos povos num universo de paz, autodeterminação popular, justiça internacional e livre progresso!

Itália, Abril de 1945.

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Assinam no original os seguintes:

Cap. Eter Newton
Cap. Aldevio Barbosa de Lemos
1º Ten. Fernando de Souza Martins
1º Ten. Eduardo de Cerqueira Cezar
1º Ten. Waldemar Dantas Borges
1º Ten. Cicero C. Cidade
1º Ten. Ruy Caldeira Ferraz
1º Ten. Werther Pinto
Cap. Alvaro Felix de Souza
2º Ten. Vicente Ferraz de Almeida Prado Netto
1º Ten. Alcione Mello
1º Ten. Manoel Collares Chaves Filho
1º Ten. José Maria Antunes da Silva
2º Ten. Wilson Quadros de Oliveira
1º Ten. Benedicto Felix de Souza
2º Ten. Mário de Carvalho Camargo
2º Ten. Felix Eduardo da Silva Loureiro
2º Ten. Ademar Marques Curvo
Maj. Henrique Cordeiro Oeste
Cap. Luiz Dantas de Mendonça
Cap. Leonidas Salles Freire
Cap. Manoel Ignacio de Souza Júnior
Cap. Carlos José Proença Gomes
1º Ten. Manoel Luiz Machado
1º Ten. Med. Hugo Mallet Soares
Cap. Milton Tavares de Soza
1º Ten. Joffre Borges Salus
Asp. José Miguel
Asp. Milton Guerra Viana
2º Ten. Azuil Fernandes
1º Ten. Med. Guilherme Lucena
Cap. Newton Raulino de Oliveira
1º Ten. Med. Moacyr Pereira Lima
1º Ten. Wilson de Almeida Fortes
1º Ten. Murillo Otavio de Barros
2º Ten. Pedro de Souza
2º Ten. Christovam R. T. Maciel
1º Ten. Beatty Teixeira Salles
2º Ten. Ismael da Rocha Teixeira
2º Ten. Raymundo Nonato Ribeiro da Silva
1º Ten. Hélio Boher Veloso da Silveira
2º Ten. V. Erickson
2º Ten. Helmo Levy Mendonça
1º Ten. Ivany de Oliveira
2º Ten. Luiz José Torres Marques
1º Ten. Agenor Monteiro
2º Ten. Ítalo Diogo Tavares
2º Ten. Paulo de Mello Prates
Maj. João Carlos Grossi
Cap. Vaz Curvo
1º Ten. Aldir Quadrado
1º Ten. Jair Carvalho de Abreu
2º Ten. Murillo V. H. Carrão
2º Ten. Benedito Ayres Filho
1º Ten. Inácio F. Oliveira
Cap. Alberto Tavares da Silva
1º Ten. E. Simões de Paula
1º Ten. Helio de Moura
2º Ten. Eugenio Martins Ramos
2º Ten. José Aréco
Cap. João Evangelista Mendes da Rocha
2º Ten. Wagner Flamarion Tavares
2º Ten. Ircio de Camargo
2º Ten. Helvidio Augusto de Mattos
2º Ten. Edu Vayrol
2º Ten. Hugo Alves Corrêa
Cap. Aldenor da Silva Maia
2º Ten. Clovis Gross
1º Ten. João Ângelo Abatayguara
1º Ten. José Moya Filho
Cap. Ernani Ayrosa da Silva
2º Ten. Med. Mario Pontes Alves
2º Ten. Dent. Antonio Archamp Câmara
1º Ten. Armando Veiga Cabral
Maj. Humberto Diniz Ribeiro
Cap. Francisco Ruas Santos
Cap. Leonel Martins Ney da Silva
Cap. Leandro José de Figueiredo Jr.
Cap. Geraldo Alvarenga Navarro
1º Ten. Augusto de Barros Lovaglio Jr.
Maj. Ivens de Monte Lima
Maj. Manoel Rodrigues Carvalho Lisbôa
2º Ten. Hélio da Rocha
1º Ten. Nelson Cavalcante
Cap. Luiz Gonzaga Pereira da Cunha
Cap. João Baptista Pereira Bicudo
2º Ten. Dent. José França Americano
1º Ten. Nogue Vilar de Aquino
1º Ten. João Luiz Filgueiras
1º Ten. Ito Carvalho Bernardes
1º Ten. Silvino Olegário de C. Filho
Cap. Moacir Nunes de Assumpção
1º Ten. Oswaldo Lopes
1º Ten. José Gomes Barreto
1º Ten. Adão Hernandez
Cap. Olegário Memória
Maj. Luiz Tavares da Cunha Mello
1º Ten. Med. Almir de Castro Neves
1º Ten. Luiz de Azevedo Guimarães
1º Ten. Med. Rubens Lourenço Ramos
1º Ten. Sólon Rodrigues Avila
Cap. Luiz Gonzaga de Oliveira Leite
1º Ten. Alberto Firmo de Almeida
Cap. Eduardo d'Avila Mello
1º Ten. Joaquim Miranda Pessôa de Andrade
2º Ten. Carlos Gomes Vilela
2º Ten. Aluízio Carneiro da Rocha
Cap. Arthur Guaraná de Barros
1º Ten. Med. Jair Garcia de Freitas
1º Ten. Newton Muller Rangel
1º Ten. Hunaldo Teixeira Gomes
Cap. Antonio Carlos de Andrade Serpa
1º Ten. Pedro Cordolino F. de Azevedo Filho
2º Ten. Eduardo de Ulhoa Cavalcanti
Cap. Loubec Vitor Paulino
1º Ten. Amphilophio Viana de Carvalho
1º Ten. Guinemé Muniz
1º Ten. Carlos Augusto de Oliveira Lima
1º Ten. Adhemar de Mesquita Rocha
2º Ten. Alirio Granja
2º Ten. Nelson Zamorra
Cap. Paulo de Carvalho
1º Ten. José Alfredo Barros da Silva Reis
Cap. Alberto Jorge Farah
2º Ten. Luciano Celestino Benradt
1º Ten. Miguel Cirne
2º Ten. Antonio Tavares Bordeaux Rêgo
2º Ten. Jurandir Loureiro Acioli
Cap Plinio Pitaluga
2º Ten. Med. Raul de Miranda e Silva Junior
Cap. Antonio Tavares de Lima
Cap. Tercio Morais de Souza
Cap. Murilo Valporto de Sá
1º Ten. Silvio Silveira
1º Ten. Antonio da Silva Campos
1º Ten. Jorge Silva E Souza
1º Ten. Luiz Corrêa Lima
1º Ten. José Arthur Borges Cabral
1º Ten. Murilo Gomes Ferreira
1º Ten. Ayrton Rodrigues dos Santos
1º Ten. Sydney Vieira Braga
Cap. João do Amor Divino
1º Ten. Paulo Scatena
Maj. Syseno Sarmento
Maj. Argnes do Monte Lima
1º Ten. Rubens Fonseca Hermes
Cap. Antonio de Barros Moreira
1º Ten. Celso Expedito Nogueira
1º Ten. Carlos Martins Seixas
2º Ten. Mario Barroso Lisbôa
Cap. Capelão Militar Padre João Baptista Cavalcanti
1º Ten. Med. José Francisco da Silva
Cap. Clovis Galvão da Silveira
Asp. Gyl Mirilli
Cap. Heitor Caracas Linhares
Cap. Demostenes Ribeiro dos Santos
Cap. Paulo Moretzsohn Brandi
Ten. Pedro Prado Peres
Cap. Cordeiro Neto
1º Ten. Luiz Augusto Teixeira Mendonha
1º Ten. Moacir Pereira Monteiro
Cap. Adger de Cunha Mendes Barreto
1º Ten. Armando Lopes Fontenelle Bezerril
2º Ten. Cleber Bonecker
2º Ten. Jorge Nazad
Asp. Israel Rosenthal
2º Ten. Luciano E. Pinto
Cap. José Rabelo Machado
2º Ten. Tarcisio Monteiro Sampaio
Asp. Luiz P. Bonfim
Asp. Roberto Benjamim Fernandes Moss
Asp. Ayrton Vasconcelos Teixeira
Maj. Joaquim Innocêncio de Oliveira Paredes
Ten. Ernani Marones
2º Ten. Dalton Santos Martins da Costa
2º Ten. Fernando de Albuquerque Bastos
2º Ten. Guilherme Dourado de Barros
2º Ten. José Feijó da Rosa
2º Ten. Paulo M. de Lacerda
2º Ten. João Guilherme Schultz Marques
Cap. Antonio Ferreira Marques
1º Ten. Cid Silveiro Pacheco
1º Ten. Med. Luiz Gonzaga Ribeiro
1º Ten. Walter Monteiro de Oliveira
Cap. José Raul Guimarães
Cap. Milton Luiz Kluge
1º Ten. Agberto de Miranda
1º Ten. José Ribeiro Dias
2º Ten. José Carvalho Figueiredo
1º Ten. Nilton Ferreira de Freitas
Cap. Celestino Nunes de Oliveira
2º Ten. Moacir Alves de Mendonça
1º Ten. Ayres Tovar Bicudo de Castro
Asp. Evilásio Lopes
Cap. Marcos de Souza Vargas
2º Ten. João Eduardo Goulart
1º Ten. Antonio de Almeida Rosa
1º Ten. Murilo Queiroz
2º Ten. Joaquim Thiago Fonseca
Cap. Heitor Furtado Arnizaut de Matos
Cap. Kardec Leme
2º Ten. Benedito Rodrigues
1º Ten. Humberto Amorim
Cap. Nelson M. Da Rocha
1º Ten. Paulo Avila Da Costa
2º Ten. Helio Nazário Severo Leal
Cap. Antonio Adolfo Manta
Cap. Manoel Da Graça Lessa
2º Ten. Miguel Marcondes Armando
Asp. Jesus José Ferreira
Cap. Paulo Braga da Rocha Lima
Cap. Walter Fernandes de Almeida
1º Ten. Med. Antonio Samuel Baptista
2º Ten. Temístocles Navarro Dias de Macedo
Maj. Aristóbulo Codevilla Rocha
1º Ten. José Ribamar Goulart de Carvalho
1º Ten. Nicolau José de Seixas
2º Ten. Agostinho José Rodrigues
1º Ten. Med. Pedro Andrade
Maj. Candido Alves Da Silva
1º Ten. Mauricio Leal e Silva
1º Ten. Francisco Alberto Moreno Maia
Asp. Salomão Maline
Cap. Sidney Teixeira Álvares
1º Ten. Floresmundo Zaragosa
2º Ten. Arlindo Ferreira
2º Ten. Marcial de Oliveira
2º Ten. Iporan Nunes de Oliveira
1º Ten. José Aguiar Corrêa
Cap. Adhemar Rivermar de Almeida
Cap. Dilson Siciliano Loureiro
Cap. Av. Fortunato Camara Oliveira
Cel. Fernando Lavaquiel Biosca
Ten. Cel. Pedro Paulo Sampaio de Lacerda
1º Ten. José Pinto de Carvalho
Cap. João Alvarenga Soutto Mayor
1º Ten. Waldemar Rangel Bonfim
Cap. Florimar Campelo
Cap. Mario Fernandes
Cap. Renato de Paiva Rios
Cap. Carlos F. Da Motta E Albuquerque
Cap. Antonio Saraiva Martins
1º Ten. Thomas Walter Inversen
Cap. José Faria de Andrade Serpa
1º Ten. Celso Rosa
Cap. Antonio Barcellos Borges Filho
1º Ten. Paulo de Andrade Carqueja
Cap. Tiago Cristiano Bevilaqua
2º Ten. Omar Dantas Moura
1º Ten. Mario J. A. Pernambuco Filho
1º Ten. Marcello Pires Cerveira Junior
2º Ten. de Cav. George F. Paes Leme
2º Ten. Heitor de Carvalho França
1º Ten. Mario Ernesto de Souza Junior
1º Ten. Paulo Nunes Leal
Cap. Octavio Ferreira Queiroz
1º Ten. Asdrubal Esteves
1º Ten. Edison Medeiros
Danilo Elmeyer Filho
1º Ten. A. M. Linhares
1º Ten. Domingos Sá Reis Filho
1º Ten. Darcidio de Oliveira
1º Ten. Walter Pereira Nunes
1º Ten. Hugo Xavier Pinto Homem
1º Ten. Wilson A. Fontoura
1º Ten. Roberto Netto
Cap. Paulo Fernandes de Freitas
Asp. Góes de Andrade
1º Ten. Djalma de Paula Machado
Cap. Hilnor Canguçú de Mesquita
Cel. Gastão Luiz Detz
Ten. Luiz Leivas Otero
Cap. Carlos Marques De Oliveira
Raymundo Mendes da Costa
Ernesto Varega
1º Ten. Ney Modesto
Ten. Fabio d'Albuquerque Camanho
Cap. Dent. Ennio Villela
Cap. Av. Lafayette Cantarino Rodrigues de Souza
Cap. Giordano Rodrigues Mochel
Ten. Antonio Potí
Ten. Av. Ismar Ferreira da Costa

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