AL: Debate sobre criminalização do movimento camponês

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Foto: Ellan Lustosa/AND

Foi realizada uma mesa sobre a Criminalização do Movimento Camponês. O evento foi marcado pela presença de ativistas da Liga dos Camponeses Pobres do Nordeste (LCP-NE), Movimento de Luta pela Terra (MLT) e Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR). Na plenária cerca de cem apoiadores entre professores, estudantes e técnicos participaram de toda atividade. O evento ocorreu no dia 9/11, no campus da Universidade Estadual de Alagoas (UNEAL), no município de União dos Palmares.

Na oportunidade, foi exibido o documentário Terra e Sangue: Os Bastidores do Massacre de Pau D’arco-PA, seguido por intervenções de ativistas e apoiadores. No debate, foi apontado que mesmo diante de uma crise política, econômica, social, moral e também militar do velho Estado brasileiro, a situação revolucionária segue cada vez mais em desenvolvimento no país. Que os povos do campo vivem uma barbárie secular, devido a manutenção de uma ditadura dos latifundiários, mantida por todos os gerenciamentos de turno independente da sigla do Partido Único das classes reacionárias (Latifúndio, Grande Burguesia e Imperialismo, principalmente o norte-americano).

Foram denunciadas as ações criminosas do latifúndio e do velho Estado contra as famílias organizadas pela LCP-NE nas terras da fazenda Várzea Grande, no município de Rio Largo/AL, que neste momento resistem a ameaças de pistoleiros da usina Utinga Leão apoiados pelas polícias Civil e Militar de Alagoas. Também houve denuncia sobre a demora da Vara Agrária em regularizar as terras das usinas falidas, especialmente as da fazenda Sapucaia, em União dos Palmares/AL, onde famílias camponesas vivem e produzem organizadas pelo MLT.

Os professores e estudantes declararam apoio a luta pela terra. O MEPR reafirmou seu compromisso de servir ao povo de todo coração e ser tropa de choque da revolução, apontando a aliança operário-camponesa como uma necessidade para realizar uma grande Revolução de Nova Democracia ininterrupta ao Socialismo e consequentemente ao Comunismo, começando pela Revolução Agrária.


ABAIXO A CRIMINALIZAÇÃO DO MOVIMENTO CAMPONÊS!

CONTRA A CRISE: TOMAR TODAS AS TERRAS DO LATIFÚNDIO!
VIVA A REVOLUÇÃO AGRÁRIA!

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