Peru: Exército Popular emite pronunciamento sobre a greve de camponeses

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O Exército Popular de Libertação (EPL), dirigido pelo Partido Comunista do Peru (PCP), emitiu pronunciamento sobre a greve desencadeada por camponeses produtores de batatas nos estados de Ayacucho, Huancavelica, Junín, Cusco e outras regiões.

“Em uma contundente e estremecedora greve agrária durando mais de 72 horas, o campesinato defende sua produção de batata, exigindo que o velho Estado declare situação de emergência agrária, assuma a dívida com os bancos por empréstimos e que não se importe batatas pré-cozidas de outros países.”, caracterizaram os revolucionários peruanos. Foram mais de nove regiões afetadas pela justa ação das massas camponesas, que incluem também produtores de frutas.

“Temos que denunciar as três mortes e as várias detenções de camponeses.”, apontam os revolucionários. Dos três mortos a que se referem os combatentes do EPL, dois deles foram assassinados pela repressão na cidade de Cerro de Pasco e na província de Tayacaja, em Huancavelica.

Os revolucionários apontam a greve dos camponeses como uma expressão de que “a luta do povo peruano é incrementada, em quantidade e qualidade, tornando-se mais intensas e contundentes”. “É o povo em luta que deixa grandes lições e esmaga as negras posições de ‘acordos de paz’ e eleições regionais e gerais, como apontam o Movadef, Fuddep, Fenatep e Frente Ampla, etc.”, cravam os revolucionários.

“O EPL, sob a direção absoluta do PCP, se unifica e se solidariza com estas lutas do povo peruano, se compromete a seguir combatendo junto e unidos com o povo, vencendo o inimigo de classe, convertendo-se em um verdadeiro e novo Exército do povo, sempre organizados e dirigidos pelo PCP – Partido que hoje está na tarefa de Reorganização Geral, guiados pelo todopoderoso marxismo-leninismo-maoismo pensamento gonzalo e sob a Chefatura do Presidente Gonzalo.”, declaram.

O EPL está em guerra contra o velho Estado peruano e combate hoje os aparatos de repressão do velho Estado, inclusive as Forças Armadas – a quem os revolucionários denunciam como “genocidas que nunca venceram nada, bando de valentes para matar e covardes para morrer, impiedosos com o sangue dos melhores filhos do povo e com o povo desarmado”.

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