Ato em apoio à luta pela terra no Maranhão acontecerá na UERJ, no dia 24/10

Ato em apoio à luta pela terra no Maranhão acontecerá na UERJ, no dia 24/10

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Reproduzimos convite enviado à Redação de AND do evento que acontecerá na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), campus Maracanã, no próximo dia 24 de outubro (quinta-feira), às 18h30. Eventos semelhantes ocorrerão na UFMG (dia 21/10) e na USP (dia 23/10) como parte da campanha nacional pela liberdade dos presos políticos do governador Flávio Dino/PCdoB.


“Ato em apoio ao movimento camponês, indígena e quilombola da Baixada Maranhense que vêm sendo atacados pelos latifundiários locais e pelo governo ao seu serviço.

A Baixada Maranhense abrange uma área formada por grandes planícies que se alagam na estação das chuvas e formam ilhas com grande capacidade para o desenvolvimento da economia camponesa comunitária. São aproximadamente 1.000.000 de camponeses, índios e quilombolas que vivem e tiram seu sustento da região.Tanta riqueza em terras públicas viraram alvo da sanha de latifundiários e imperialistas que passaram a atacar e expulsar a população da região, cercando grandes quantidades de terras públicas, tal prática é proibida pela constituição do Maranhão e arruína a pequena economia comunal que vive da pesca nos alagados e do extrativismo e de pequenos plantios nas ilhas.

Leia também: Movimentos populares lançam Campanha Nacional de Liberdade aos Presos Políticos do Governador Flávio Dino/PCdoB!

Em particular denunciamos o ataque mais recente, com as prisões preventivas dos cinco dirigentes camponeses: José Laudívio da Silva Diniz, Edilson da Silva Diniz, Emilde Cardoso Diniz, Antônio Carlos Silva Diniz e Joel Roque Martins Dutra realizadas na madrugada do dia 13/09 numa ação truculenta e ilegal (sem mandado e com carro sem identificação).

O ato público organizado pela ABRAPO (Associação Brasileira de Advogados do Povo), contará com a presença e apresentação de uma delegação do movimento Fóruns e Redes da Cidadania do Maranhão, principal organização de resistência dos camponeses, indígenas e quilombolas da região.”

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