Avançar a imprensa popular e democrática inspirados na Grande Revolução Bolchevique!

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Um jornal para a Revolução Democrática!

 

Em um ano de tantas celebrações revolucionárias o jornal A Nova Democracia completa 15 anos na lide por acompanhar o anseio das massas e divulgar sua incansável luta por uma nova sociedade, apontando o caminho da Revolução Democrática.

Para que nossos leitores e apoiadores conheçam ainda mais o trabalho da imprensa popular e democrática fizemos um breve balanço deste ano.

Em 2017, o AND chegou a 14 estados, totalizando 2,7 mil exemplares enviados quinzenalmente – no ano, foram mais de 60 mil exemplares para 29 Comitês de Apoio. Para assinantes são quase 700 jornais enviados a cada semestre. O portal AND na internet está em constante atualização e com média de mais de 60 mil acessos por mês – já foram, ao todo, mais de 3 milhões de acessos. O canal no youtube já ultrapassou os 35 mil inscritos e tem um número de visualizações que ultrapassam a casa do milhão.

Isso é resultado, primeiro, da justeza de nossa linha editorial, assentada numa análise científica de cada fato que abordamos. Mas isso não basta. É preciso um esforço conjunto de um disciplinado Comitê de Redação e de Comitês de Apoio que assumam audazmente sua tarefa. É preciso engajamento e contribuição material de colaboradores, que compreendem a necessidade de uma imprensa democrático-revolucionária.

Foi em 2017 também que a direção do AND esteve presente em vários municípios sacudindo e avivando os apoiadores organizados em Comitês de Apoio de norte a sul do país. Comitês de Apoio que se desenvolvem na compreensão e no trabalho em torno do cumprimento da fundamental tarefa de fazer o jornal ser lido, de chegar às massas básicas, acercando-se dos mais avançados estudantes, professores, operários, camponeses e outros que se dedicam para fazer avançar a consciência dos demais, utilizando como ferramenta o jornal.

No trabalho de agitação e propaganda, devemos nos inspirar no maior propagandista e agitador da Grande Revolução Socialista de Outubro! O camarada Lenin, indicando a necessidade de um jornal político, afirmou que o jornal, desde que apoiado em comitês, é “uma partícula dum enorme fole de forja que atiça cada chispa da luta de classes e da indignação do povo, convertendo-a num grande incêndio”. E que: “Em torno deste trabalho, ainda que de per si inofensivo e pequeno, mas regular e comum no pleno sentido da palavra, concentrar-se-ia sistematicamente e instruir-se-ia o exército permanente dos combatentes experientes” [1]. Para nós, este exército permanente de combatentes experientes e instruídos são nossos apoiadores organizados nos comitês de apoio.

Nesse sentido, o jornal A Nova Democracia, enquanto tribuna dos democratas e revolucionários, material de instrução e unificação ideológica, exige que nos apliquemos ainda mais em sua difusão. Devemos avançar e alcançar um método mais profissional de trabalho nos comitês e nos dedicar a ampliar e, principalmente, consolidar este “exército” de apoiadores. Sem isso, ensina Lenin, um jornal revolucionário não cumpre seu papel.

Essas lições são ainda mais válidas hoje, quando iniciamos nossa fundamental Campanha de Assinaturas e contribuições. Campanha esta que se estende até o próximo ano. É a partir dela que planejaremos o próximo ano e propagandearemos a efervescente situação revolucionária que se desenvolve no país.

Para fazer avançar a Imprensa Popular e Democrática em todo o Brasil, lancemo-nos com ardor no cumprimento da Campanha de Arrecadação!

Preparemo-nos para um novo ano de lutas de nosso povo!  

Avancemos confiantes e cada vez mais engajados em agitar e propagandear a Revolução de Nova Democracia ininterrupta ao socialismo!

Viva a Imprensa Popular e Democrática! 


Nota:

1 – LENIN, V.I. De “Que fazer? Problemas candentes do nosso movimento”. In: Informação de classe – A natureza classista da informação. Iniciativas Editoriais:1975. p. 53-103.

Ao longo das últimas duas décadas, o jornal A Nova Democracia tem se sustentado nos leitores operários, camponeses, estudantes e na intelectualidade progressista. Assim tem mantido inalterada sua linha editorial radicalmente antagônica à imprensa reacionária e vendida aos interesses das classes dominantes e do imperialismo.
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