Plantão Palestina
Depoimentos revelam autorização para atacar sem evacuar moradores; novas revelações são divulgadas enquanto Netanyahu exige a identificação e a perseguição criminal dos participantes do documentário “NAZA”.
Marwan al-Hams apresenta fraturas e necessita de acompanhamento médico; denúncias de 14 de outubro relatam também doenças, isolamento e ataques às celas de mulheres palestinas.
Professores foram impedidos de chegar às escolas em Nablus; balanço palestino registra 21.806 estudantes e trabalhadores da educação assassinados desde outubro de 2023.
Equipamentos e documentos da Addameer foram confiscados; incursão feriu uma criança e outro palestino, enquanto o Hamas denunciou a tentativa de enfraquecer as instituições populares.
Moradores expulsaram colonos de Turmus Ayya em 14 de outubro; em outras localidades, a ocupação impediu o acesso às terras, roubou a produção e arrancou centenas de oliveiras.
Netanyahu exige identificar e processar os militares ouvidos na obra; ameaças aos cineastas e promoção de um contradocumentário procuram encobrir as denúncias.
Cena do documentário “Naza”. (Foto: Divulgação/The Guardian)
O artista gráfico e estudante da UFRJ foi denunciado com acusação de “discriminação étnico-religiosa” após exposição de cartazes em defesa da Resistência Nacional Palestina. A acusação criminal dá continuidade à ofensiva judicial iniciada pela Federação Israelita do Rio de Janeiro (Fierj), denunciada por AND desde março de 2025
Pôsteres do artista Nicolas Bezerra, perseguido pelo lobby sionista, (Foto: Reprodução)
Advogado denuncia que agentes da GCM imobilizaram manifestantes enquanto sionistas os agrediam com socos, puxões de cabelo e golpes de mata-leão; entre as vítimas está uma integrante do Vozes Judaicas por Libertação. Rafael Rozenszajn já havia sido rechaçado por anti-imperialistas em Goiás.
Manifestantes pró-Palestina são agredidos durante homenagem ao porta-voz das hostes sionistas na Câmara Municipal de São Paulo, em 6 de outubro de 2026. (Foto: Reprodução/Plataformas digitais)
Dos 880 militares dos Estados Unidos mortos ou feridos desde o início da guerra com o Irã, 444 foram contabilizados nas 12 semanas posteriores a 7 de julho, quando o governo Trump declarou encerrada a Operação Epic Fury. Enquanto Catar mantinha a troca de mensagens entre Washington e Teerã sobre a reabertura de Ormuz, um ataque sionista matou Izz al-Din al-Beik, comandante da Brigada Norte das Brigadas Al-Qassam. Na Cisjordânia ocupada, 1.731 colonos ilegais entraram em Al-Aqsa no dia 28; horas depois, colonos incendiaram as casas de uma família palestina recém-retornada a Jalud.
Palestinos carregam o corpo dos comandantes Mahonnad Abu Foul e Ezzeddine al-Beik, envoltos em bandeiras do Hamas, durante o seu funeral. (Arte: AND; Foto: AP/Reprodução)
Em Al-Quds ocupada, 1.143 colonos entraram no complexo de Al-Aqsa em 27 de setembro, em sucessivos grupos protegidos pela polícia sionista, enquanto palestinos tiveram a circulação restringida e apenas quatro pessoas receberam autorização para entrar e realizar uma oração fúnebre. No Golfo Pérsico, Donald Trump rejeitou o plano iraniano para reabrir Ormuz em sete dias; na jornada seguinte, os Guardas da Revolução anunciaram a captura de um segundo veículo subaquático do aparato militar ianque no estreito, versão negada pelo Comando Central do EUA. Em Gaza, o número de palestinos assassinados desde outubro de 2023 ultrapassou 74 mil.
Soldados sionistas tomam posições em um mercado em Nablus, na Cisjordânia, no domingo, 27 de setembro de 2026. (Arte: AND; Foto: AP/Reprodução)