ES: Atos contra os cortes na educação agitam a cidade de Vitória

ES: Atos contra os cortes na educação agitam a cidade de Vitória

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Fotos: Reprodução

Na cidade de Vitória (ES), houveram duas manifestações durante o dia 15 de maio contra os cortes na educação do governo Bolsonaro. A primeira teve início às 8h30, organizada pelo SINDIUPES, sindicato dos trabalhadores da educação do Estado. O ato, que contou com cerca de 5 mil manifestantes, entre professores, estudantes e trabalhadores, teve sua concentração na Praça do Papa e seguiu com pequena passeata até a frente da Assembleia Legislativa.

Conversamos com alguns presentes no ato, dentre eles Samuca, professor de Educação Física, sobre o que pensava da “reforma” da Previdência do governo Bolsonaro e do ato que estava ocorrendo: “A gente repudia essa mais acintosa reforma que ataca e fere os direitos conquistados dos trabalhadores, acredito que se fosse pra mexer deveria ser com o topo da pirâmide!”, afirmou, e prosseguiu: “Nós vemos com apreensão o grande número de militares nesse governo!”.

A segunda manifestação foi organizada pelo SINTUFES, ADUFES, DCE da UFES, grêmios e estudantes do IFES, além de algumas centrais sindicais e sindicatos, e teve início às 16h30. Três grupos se formaram: um saindo do IFES, um do campus de Goiabeiras da UFES e outro do campus de Maruípe. Os três grupos seguiram até se encontrarem próximo ao destino em frente à Assembleia Legislativa. Estima-se mais de 10 mil manifestantes.

Vários movimentos estiveram presentes, dentre eles o Movimento Anti-fascista. Durante o ato foi realizado o chamado à Greve Geral do dia 14 de junho e foram repudiados os ataques à educação e à Previdência por parte do gerente de turno Bolsonaro.

Foi realizada ainda uma brigada de divulgação e venda do jornal A Nova Democracia no final do ato. Cinquenta exemplares foram distribuídos empolgando os presentes, que saudavam a imprensa popular e democrática e exaltavam a luta popular e a Greve Geral que se avizinha.

Ao longo das últimas duas décadas, o jornal A Nova Democracia tem se sustentado nos leitores operários, camponeses, estudantes e na intelectualidade progressista. Assim tem mantido inalterada sua linha editorial radicalmente antagônica à imprensa reacionária e vendida aos interesses das classes dominantes e do imperialismo.
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