Gaúchos vão às ruas no Dia Nacional em Defesa da Educação e da Previdência

Gaúchos vão às ruas no Dia Nacional em Defesa da Educação e da Previdência

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No dia 13 de Agosto, cerca de 30 mil manifestantes foram às ruas da capital gaúcha, Porto Alegre, durante o Dia Nacional em Defesa da Educação e da Previdência. O Comitê de Apoio ao AND participou do ato, onde vendeu edições atuais e antigas, assim como propagou a linha democrática e revolucionária do jornal.

Embora marcado para as 16h a concentração em frente ao Piratini, já havia movimentação no local por volta das 14h. Em frente à praça da Matriz, houve uma aula pública até as 17h, ministrada pela professora aposentada Liane Maria. Ela denunciou que as políticas antipovo, tais como o programa “Future-se” e a “reforma” da Previdência, do governo de Bolsonaro e dos generais eram uma “ofensiva do neoliberalismo mundial aos nossos direitos”. 

Chegando às 17 horas, o povo porto-alegrense se direcionou à Esquina Democrática. Lá, houve uma espécie de segunda concentração, onde mais e mais pessoas foram se reunindo. Nesse momento, o Comitê fez uma exitosa venda dos jornais da presente edição. Muitos compraram e os que não possuíam dinheiro no momento perguntavam se tinha em bancas. Muitos que nos viam iam até nós para conhecer o jornal. A linha editorial foi bem recebida entre os presentes. 

Em especial, dois estudantes de Biblioteconomia, Eduardo e Gabriela, relataram como a reitoria da UFRGS parece estar agindo de maneira indiferente frente ao projeto “Future-se”. Por outro lado, na universidade há um sentimento de solidariedade entre os alunos. Os dois estudantes também relataram que há esse sentimento entre outras federais, tais como o IFRS, UFPEL, UFSM, entre outras. Quando perguntados a melhor saída, Eduardo respondeu com um “fim do governo”, e Gabriela, por sua vez, falou “fora Bolsonaro, fora Guedes, fora Mourão, fora todos eles”. 

Próximo das 19 horas, o ato se direcionou e terminou na UFRGS, em frente a FACED. Geralmente, os atos não se finalizam nesse local, porém, os estudantes falaram que era para reafirmar seu compromisso com a UFRGS e o ensino público.

Ao longo das últimas duas décadas, o jornal A Nova Democracia tem se sustentado nos leitores operários, camponeses, estudantes e na intelectualidade progressista. Assim tem mantido inalterada sua linha editorial radicalmente antagônica à imprensa reacionária e vendida aos interesses das classes dominantes e do imperialismo.
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