Maoistas alemães defendem presos políticos revolucionários

Maoistas alemães defendem presos políticos revolucionários

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Revolucionários alemães realizaram diversas ações em defesa dos presos políticos revolucionários e democráticos, em especial exigindo a libertação do dirigente maoista indiano Ajith e do professor democrata G.N. Saibaba. As ações foram empreendidas como parte das celebrações do Dia Internacional dos Presos Políticos Revolucionários, em 19 de junho.

Em Hamburgo, revolucionários turcos e alemães protestaram na frente da Embaixada indiana contra todas as prisões políticas promovidas no país contra os comunistas. As denúncias foram feitas com discursos e manifestações contundentes. 

“Fica claro que o consulado não quer que esses crimes sejam denunciados, não quer que sejam de conhecimento público, e que seja demonstrada a solidariedade internacional aos presos políticos na Índia; não quer que haja pressão contra os governantes indianos. Falsas acusações, torturas e assassinatos são antigas ferramentas usadas contra o movimento revolucionário: a reação tentar quebrar camaradas na cadeia como parte de sua ação contrarrevolucionária”, expuseram os maoistas. 

Os jovens comunistas das cidades de Essen e Freiburg também tomaram parte das ações. Diversos cartazes apoiando o Partido Comunista da Índia (Maoista) e exigindo liberdade dos presos políticos indianos foram pendurados em locais estratégicos de Essen. Em Freiburg, além dos cartazes, os maoistas também fizeram um vídeo no qual explicam a situação política na Índia, a atuação do Partido do Povo Indiano (de ideologia fascista) que comanda o velho Estado e as perspectivas da guerra popular.

Em Bremen foi organizada uma manifestação em defesa de todos presos políticos revolucionários do mundo, que escancarou a verdadeira face da “democracia” reinante no mundo capitalista. O evento foi organizado e apoiado por diferentes grupos internacionalistas de diversos países. Foram vendidos jornais, distribuídos panfletos e feitos discursos denunciando também o papel da Alemanha imperialista na repressão ao movimento revolucionário turco. Foram proclamadas contundentemente as palavras de ordem: Liberdade para todos presos políticos! e Viva a solidariedade internacional!

O Dia Internacional dos Presos Políticos Revolucionários foi instituído por partidos e organizações maoistas também como forma de honrar a heroica luta dos combatentes do Exército Guerrilheiro Popular e militantes do Partido Comunista do Peru (PCP), que empreenderam uma grande resistência aos planos genocidas do governo peruano em 1986, nos presídios de El Callao, Lurigancho e El Frontón (episódio que, no Peru, deu origem ao Dia da Heroicidade, ou Dia do Heroísmo).

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