Homenagens a Adriano Benayon

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Homenagens a Adriano Benayon

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Professor Adriano Benayon autografa seus livros para leitores

Montezuma Cruz
Jornalista e membro do conselho editorial de AND

Meus sentimentos à família desse cidadão de bem, batalhador da causa nacionalista. Seus escritos sempre denunciaram mazelas do capital e defenderam os verdadeiros interesses do povo brasileiro, sobretudo as vítimas de massacres econômicos. Igualmente, manifesto também à Redação e Direção de A Nova Democracia o meu pesar por tão grande perda.

Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres

Manifestamos nosso pesar pelo falecimento do Professor Adriano Benayon.

Gostaríamos que transmitissem aos familiares do “Professor” esta mensagem da Comissão Nacional das Ligas de Camponeses Pobres, em nome das Coordenações das Ligas de Camponeses Pobres de todas as regiões do Brasil.

Muitas vezes utilizamos os artigos do Professor Benayon para estudar com os companheiros. Para nós, sempre foi muito importante e fará falta sua lavra dedicada a expor as vísceras da dominação imperialista sobre nossa nação e nosso povo, o caráter cruel, covarde e explorador do imperialismo, toda a canalha nativa sabuja e rastejante que, na defesa de seus interesses de classe, seus privilégios e seu conforto, tudo fizeram, principalmente, nos últimos anos para esconder e justificar nossa condição semicolonial.

O Professor Adriano Benayon foi uma das importantes luzes que brilharam esparsas nestes momentos de trevas que vivemos. E será sempre lembrado pelos que seguem lutando por um Brasil livre e soberano, que será consagrado pelo triunfo da Revolução Agrária como etapa primeira e imediata da Revolução de Nova Democracia.

Luis Eduardo Omena

É com extremo pesar e com um desejo que isso jamais acontecesse, que tomo conhecimento da morte do Sr. Adriano Benayon, exemplo de patriotismo.

Certa vez, em uma troca de e-mail, revelei desejar à sua pessoa vida longa para que pudesse nos abastecer com tão enriquecedor conhecimento a respeito dessa longa lista de crimes com que essa elite mundial de “gafanhotos” ou oligarquia financeira internacional, como costumava descrever esses crápulas, nos acomete sem pudor com a ajuda desses sanguinários dessa nossa dita elite de paus mandados, que não passam de um bando de bonecos de marionete entreguistas!

Lamento profundamente que pessoas esclarecidas e de boa fé, das quais precisamos tanto, nos deixem tão cedo, enquanto usurpadores do poder nos assolam com suas maldades sem fim e com grande persistência por anos a fio.

Quero deixar aqui meus sinceros pêsames à sua família e desejo que o exemplo deste grande homem seja seguido por outros de comparável envergadura, que continuem a nos guiar pelos caminhos do conhecimento sobre o quanto estamos sendo lesados e, com isso, preparar as bases da luta pela nossa libertação!

Jamais o esqueceremos, grande mestre!

Anelise Berquó Benayon

Adriano Benayon do Amaral foi meu pai, e ainda é. Ele teve 7 filhos e eu, Anelise Berquó Benayon sou a sétima e a mais jovem entre todos e quero dizer que ele foi um bom homem e merece reconhecimento.

Ele me contava sobre seus projetos e agora falarei: quero dizer que por mais que eu seja uma menina de dez anos aproveitei a presença do ilustre professor Adriano, meu pai, e quero agradecer a atenção e o carinho de vocês.

Não tive a chance de dizer antes de sua morte que eu o amo, mas agora eu falarei: papai, eu te amo!

Que o professor descanse em paz.

Marcus Valerio XR

Meu sincero pesar e profundo agradecimento pela vasta obra que esse grande pensador nos deixou. O brilhantismo de seus textos continuará a ser um luminar perene a guiar nosso país rumo ao verdadeiro desenvolvimento nacional.

Carlos Cordeiro

Pedro Pomar muitas vezes dizia que havia neste país muitos democratas, nacionalistas e anti-imperialistas. Benayon foi um desses homens com H maiúsculo que tive o prazer de conhecer pessoalmente. Li todos os seus artigos a partir de 2002, quando conheci o nosso pequeno, grande jornal. Saudades.

Luiz Carlos O. Farias

Benayon foi uma lente especial de aumento e nitidez para nossa miopia à visão de um Brasil atrofiado, tanto no seu quadro político, quanto no econômico. Um país tão dimensionado no seu tamanho e na ignorância.

Ao longo das últimas duas décadas, o jornal A Nova Democracia tem se sustentado nos leitores operários, camponeses, estudantes e na intelectualidade progressista. Assim tem mantido inalterada sua linha editorial radicalmente antagônica à imprensa reacionária e vendida aos interesses das classes dominantes e do imperialismo.
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