Na Ásia e na África revolucionários ecoam o legado do Presidente Gonzalo

Na Ásia e na África revolucionários ecoam o legado do Presidente Gonzalo

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Na Ásia e na África a Campanha Internacional em Defesa da Chefatura do Presidente Gonzalo e seu Todo-poderoso Pensamento também é repercutida, impulsionada por ocasião de seu aniquilamento físico.

O Partido Comunista do Nepal (Maoista Revolucionário) publicou sua nota no dia 12 de setembro saudando o Chefe do Partido Comunista do Peru (PCP). A nota destaca o papel do imperialismo ianque (Estados Unidos, USA) em dirigir a aniquilação física do Dr. Abimael Guzmán, ressaltando que ela foi iniciada sob um governo títere do imperialismo ianque, e que, “apesar de denúncias de todo o mundo, vindas de Partidos revolucionários e Organizações progressistas, o governo reacionário do Peru nunca se preocupou com sua vida. Ainda que o governo afirme que ele faleceu num hospital, vozes em todo o mundo se erguem para denunciar que este fora um assassinato premeditado”. A Organização prossegue delineando a importância das contribuições do PCP para a Revolução Mundial e, particularmente, a Revolução no Nepal, afirmando que “nunca esqueceremos o papel ideológico do Peru para o início da Guerra Popular no Nepal. A canção Queiram ou não, a bandeira vermelha está sendo erguida no Peru continua a ressoar nos ouvidos de todo revolucionário no Nepal”.

O Partido Comunista (Maoista) do Afeganistão emitiu declaração acerca do assassinato do Presidente Gonzalo no dia 16/09, iniciando sua nota com um breve histórico da Revolução Peruana entre os anos de 1980 e 1992, destacando o papel do PCP e sua Chefatura em mostrar a força da ideologia do proletariado em um período em que o imperialismo falava de “fim da história”, com a restauração capitalista na China e na União Soviética. A Organização também ressalta o papel cumprido pelo Presidente Gonzalo na compreensão da ideologia proletária, sublinhando que foi o Presidente Gonzalo quem definiu o maoismo como terceira e superior etapa do marxismo.

Em Bangladesh, centenas de pessoas se mobilizaram para um ato em Dhaka para comemorar a vida do Presidente Gonzalo e condenar seu assassinato. Em nota do Comitê para Comemorar o Presidente Gonzalo, lê-se: “Temendo que enterrar o corpo do Camarada Gonzalo poderia provocar um levante popular, o governo fascista ‘de esquerda’ do Peru passou uma lei bárbara no parlamento na sexta-feira passada [17/09] para cremar o corpo do Camarada Gonzalo”.

Na Tunísia, o Partido dos Elkadehines afirma, em nota, que o Presidente Gonzalo está entre “os grandes Chefes comunistas dos séculos XX e XXI que serão lembrados na história da luta proletária mundial”. Coloca, ainda, que ele fez grandes contribuições nos campos teórico e prático, e que quando colocado em completo isolamento do mundo exterior, não se rendeu porque “era mais forte que seus algozes”. Declarou também que sua vida revolucionária continuará a inspirar o proletariado, os povos oprimidos e as nações na luta pela libertação e pelo Socialismo.

Ao longo das últimas duas décadas, o jornal A Nova Democracia tem se sustentado nos leitores operários, camponeses, estudantes e na intelectualidade progressista. Assim tem mantido inalterada sua linha editorial radicalmente antagônica à imprensa reacionária e vendida aos interesses das classes dominantes e do imperialismo.
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