O caminho da Guerra Popular no Peru após a captura do CC

O caminho da Guerra Popular no Peru após a captura do CC

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Em 1992, a reação peruana em ação conjunta com o imperialismo ianque logra golpear duramente a Guerra Popular ao descobrir e invadir um aparato partidário em Lima, capturando o Presidente Gonzalo e parte do Comitê Central (CC) do Partido Comunista do Peru (PCP). Esse golpe foi parte de um plano minuciosamente orquestrado por anos no objetivo de aplastar o PCP e a Guerra Popular que avançava incontível por 12 anos, atingindo a etapa do seu equilíbrio estratégico e ameaçando seriamente o velho Estado peruano e o sistema de exploração e opressão de que é guardião. A captura do Presidente Gonzalo e de parte do CC do PCP foi a condição mais favorável para a reação levar a cabo seu sinistro plano de destruir o Partido e, com isto, acabar com a Guerra Popular, através de uma maquinação visando desmoralizar o Presidente Gonzalo, dividir o PCP e aplastar a revolução.

Após anos de investigações da CIA sobre a Guerra Popular peruana, enviando vários acadêmicos ianques ao Peru para estudar a história do país, de seus movimentos populares históricos, principalmente estudar e buscar compreender o fenômeno da adesão tão rápida das massas, especialmente camponesas, ao PCP e à Guerra Popular, tudo para com tal conhecimento formular sua estratégia de guerra contrainsurgente para a aplicação de sua “Guerra de Baixa Intensidade” (GBI) às condições concretas da realidade do Peru. Estudos estes que apontavam à capilar ligação do PCP com as massas de camponeses pobres e das periferias miseráveis de Lima, bem como à solidez da sujeição de um Partido ideologicamente forjado à Chefatura do Presidente Gonzalo, situação a qual se constatava que a única estratégia viável a se adotar no objetivo de destruir o PCP era a que pudesse jogar “PCP contra PCP” e “Presidente Gonzalo contra Presidente Gonzalo”. E foi o que fez, montando a patranha das “cartas de paz”, elaboradas por agentes da CIA como o confesso Rafael Merino, contando ainda com colaboração de traidores, miseráveis arrependidos que na prisão se conformaram em Linha Oportunista de Direita (LOD) revisionista e capitulacionista. 

As tais “cartas” fabricadas eram dirigidas ao ditador fascista e vende-pátria Fujimori, nas quais supostamente o Presidente Gonzalo solicitava conversações com o governo para um acordo de paz. Tais “cartas” advogavam que a revolução mundial entrara em refluxo geral, que, com a prisão da Chefatura, o Partido não tinha mais direção proletária para prosseguir a guerra revolucionária, que se fazia necessária “Nova Definição” chocando antagonicamente não somente com o contundente e resplandecente discurso proferido pelo Presidente Gonzalo em 24 de setembro de 1992, um ano antes, quando da sua prisão, mas com todo o estabelecido pelo histórico I Congresso do PCP, considerado pelo próprio, por meio de resolução especial, como “Grande Marco de Vitória” do processo da Revolução Peruana. Muitos dos posicionamentos, tendências e linhas que estão na base das “cartas” já se ventilavam ora e vez nas fileiras do PCP e haviam sido objeto de luta de duas linhas no seu interior, destacadamente durante o III Pleno do CC, de 1992, que não pôde concluir cabalmente suas sessões em razão das prisões.

Surge a LOD

Esta LOD revisionista e capitulacionista se estruturou nos presídios, encabeçada por Osman Morote (preso desde 1988) e Maria Pantoja, composta ainda por Cox, Magie Clavo Peralta, Roldán (nome frio), Artemio (nome frio), entre outros e, posteriormente fora revelado que era a dita “camarada Miriam”, Elena Iparraguirre Revoredo, a sua verdadeira e ativa cabeça. Organizada desde dentro da prisão de maneira facilitada pela reação, essa LOD baseava-se na difusão da mentira de que as “cartas de paz” seriam da autoria do Presidente Gonzalo, para assim pressionar e golpear os prisioneiros de guerra para tomar posição pelas “cartas”, e para que pudessem oferecer à reação a cabeça daqueles que defendiam prosseguir com a Guerra Popular e que seguiam defendendo a Base de Unidade do PCP. O agente da CIA e eminência parda do governo Fujimori, Vladmiro Montesinos, montou, com a colaboração das ratazanas da LOD, vídeos com encenações do aparecimento do Presidente Gonzalo e os capituladores para proclamarem-se “Direção Central Histórica” e difundir o “acordo de paz” para pôr fim à Guerra Popular, apesar de estar o Presidente Gonzalo absolutamente incomunicável, preso numa cela solitária subterrânea na base militar da Marinha de Guerra do Peru de Callao, na região metropolitana de Lima.

Da posição traidora de “acordo de paz”, que nada lograram a não ser melhores condições carcerárias para as ratazanas da cabeça da LOD, as ratazanas revisionistas aprofundaram a posição para a choraminga de “solução política para os problemas derivados da guerra”, e logo criaram o engendro de “Movimento pela Anistia e Direitos Fundamentais, Movadef”, para se arrastar na podre farsa eleitoral com que apoiaram a eleição do oportunista Castillo, um dos carrasco do Presidente Gonzalo.

As ratazanas lançaram outras patranhas, tal como a publicação do papelucho “De punho e letra”, um engodo que utiliza um manuscrito do Presidente Gonzalo feito bem antes de sua captura sobre o início de sua militância, bem como anotações suas de argumentações para defesa jurídica, estas para denotar como se fora aquilo obra sua, mas cujo centro está no texto assinado pela ratazana Elena Iparraguirre, com o qual apresenta suas teses revisionistas, inclusive a afirmação criminosa de que teria o Presidente Gonzalo dito a ela que sua “tarefa havia terminado”. Após essa mutreta, cada vez mais, Miriam se arvorou como continuadora do Presidente Gonzalo, cacarejando a LOD revisionista e capitulacionista e lançando outra obra fajuta atribuída ao Presidente Gonzalo, “Memória desde Nêmesis” que compila escritos dele retirados do jornal “Voz Popular”, escritos antes da guerra, e que em seu prefácio a mesma Miriam tergiversa suas posições como se fossem as do Presidente Gonzalo. Ali ela afirma que ele estaria escrevendo a segunda parte na qual trataria da guerra e dos anos após sua captura. 

Desde 2014, a LOD põe em marcha a operação para fazer Miriam a sucessora do Presidente Gonzalo com uma entrevista dela concedida à agência espanhola de notícia Efe, onde a capituladora apresenta de forma completa toda sua podre linha de que o “capitalismo burocrático no Peru se viabilizou”, de que com  “a derrota da Guerra Popular” a realidade peruana viveu grandes transformações; que houve “acumulação primitiva de capital” e de que a sociedade peruana tornou-se “capitalista dependente”, correspondendo, portanto, não mais guerra camponesa para a Revolução de Nova Democracia ininterrupta ao Socialismo, mas sim “revolução socialista”, ressuscitando as velhas e carcomidas teses trotskistas da pseudo “Teoria Marxista da Dependência”.

Ela foi combatida desde a primeira hora pelos maoistas peruanos firmemente sujeitos à defesa do PCP e da Chefatura do Presidente Gonzalo, da sua saúde e vida, do histórico I Congresso, da Base de Unidade Partidária (BUP), do pensamento gonzalo e do prosseguimento da Guerra Popular. Os maoistas peruanos aplastaram todas as tentativas da reação imperialista e peruana, em conluio com a LOD, de destruir o PCP e acabar com a guerra. Com as sucessivas vitórias do pensamento gonzalo, cada vez mais desfraldado, defendido e aplicado pela esquerda do Movimento Comunista Internacional (MCI), as ratazanas da LOD, usurpando a sigla do PCP, se arvoraram a falar em nome do Presidente Gonzalo e passaram descaradamente a lançar declarações internacionais conjuntas com fantasmagóricas siglas de partidos de carimbo e outros incorrigíveis direitistas interessados em desprestigiar o nome do Presidente Gonzalo. Nessas declarações visaram e visam apregoar capitulacionismo, seguir mentindo sobre a Guerra Popular no Peru e vomitar ataques e difamações contra os Partidos comunistas maoistas que dirigem guerras populares ou que estão se preparando para iniciá-las. 

Após décadas de banimento a simples menção dos termos “pensamento gonzalo”, “Presidente Gonzalo, Chefatura do Partido e da Revolução Peruana” e demais, agora em um de seus últimos alfarrábios intitulado “A transcendência histórica da Guerra Popular do Peru é imperecedoura”, as ratazanas reajustam as formas de suas posições revisionistas, no intento vão de enganar incautos e desavisados, confundir principalmente a juventude revolucionária como o camaleão que muda de cor segundo sua conveniência. Agora, não falam mais em “refluxo geral da revolução mundial”; e, refinando e lustrando suas teses revisionistas antimaoistas e antipensamento gonzalo, argumentam que a “Guerra Popular”, que antes afirmavam ter sido derrotada, teria “varrido a semifeudalidade” da base material, restando apenas manifestações dela na superestrutura, resquícios que seriam liquidados “com a revolução socialista”. Posições simplesmente idênticas ao dos  nossos calejados revisionistas tupiniquins: Pecedobê e PCBrasileiro, para ficar só nos principais. A nova empreitada da LOD, após cooperarem com o vil assassinato do Presidente Gonzalo – que heroicamente entregou toda sua vida e obra à causa comunista, derrotando todos seus algozes da reação e do revisionismo, não envergando sua indobrável estatura comunista em 29 longos anos de isolamento, torturas e aniquilamento físico – tentam as ratazanas se dissimular, gastando papel e tinta ou mesmo arreganhando sua podre boca para traficar com os termos de “pensamento gonzalo”, “Presidente Gonzalo”, “crise de decomposição do imperialismo”, “situação revolucionária” etc., termos banidos há décadas de seu jargão para tentar vender seu peixe putrefato.

Estes fatos e falcatruas são arena de contenda no MCI, mas não são parte da luta interna do PCP. A luta de duas linhas no PCP desde então está centrada em fincar firmemente na BUP para resolver os problemas novos, repelindo a patranha das “cartas de paz”, unificando-se em torno do Discurso do Presidente Gonzalo – no qual diz que o golpe da reação se tratava de um “revés no caminho” e que deveria superá-lo com mais Guerra Popular –, em torno do histórico I Congresso, da BUP gerada nele, em suas três partes: a ideologia, o marxismo-leninismo-maoismo, principalmente maoismo pensamento gonzalo, principalmente pensamento gonzalo para a Revolução Peruana; o Programa Geral da Revolução de Nova Democracia e o Programa de Princípios Comunistas de 12 Pontos; e a Linha Política Geral (LPG) com seus cinco elementos, Linha Internacional, Linha da Revolução Democrática, Linha de Massas, Linha de Construção dos Três Instrumentos Fundamentais da Revolução (Partido, Exército de novo tipo e Frente Única Revolucionária) e Linha Militar, como centro da LPG; tudo firmemente coesionado em torno de “Superar o revés”, prosseguindo com a Guerra Popular. 

Em 1998, com a captura de Feliciano, que centralizava então o CC de Emergência (que capitula após a prisão e renega o marxismo) e com a negativa traiçoeira dos usurpadores da direção do Comitê Regional Principal (CRP, definido como quem deve assumir a centralização do Partido em caso de queda do CC) e também negativa do Artemio (que adere à LOD), responsável pelo Comitê Regional Estratégico, quem deveria assumir na linha sucessória após o CRP, o PCP fica sem CC. Aí abre-se a briga por “Unir o povo contra o regime fascista, genocida e vendepátria de Fujimori!” com um plano de Reorganização Geral do PCP.

Uma outra LOD

A tarefa de Reorganização Geral, todavia, fica pendente, pois os usurpadores da direção do CRP estruturam uma terceira LOD, revisionista e capitulacionista encabeçada por José, Alípio e Raúl. Esses usurpadores tomam de assalto os aparatos partidários no Vale dos Rios Apurimac, Ene e Mantaro (VRAEM), subjugando toda a militância fiel à linha do PCP e à Chefatura do Presidente Gonzalo e obrigando-a a mudar de posição, executando os que não o fazem. 

José e seus irmãos (família Quispe) adotam a posição traidora de acusar o Presidente Gonzalo de ser “linha terrorista”, chegando ao ponto de reivindicar do velho Estado genocida peruano que lhes entregassem a Chefatura para que o fuzilassem por “crime de terrorismo”. Aparentando uma linha à “esquerda”, a linha de José é essencialmente direitista do tipo social-democrata e se fundamenta em concepções e bases teóricas idealistas. Defendendo que o estágio atual da Revolução Peruana é de libertação nacional, se apoia nas posições incorretas de que há no Peru uma ocupação branca do imperialismo ianque e que, por isso, a Guerra Popular é contra o imperialismo, única e exclusivamente. Tais posições justificam a posição de que é necessário construir uma “frente nacional contra o imperialismo”. Para tanto, realizam toda uma série de alianças com organizações reacionárias e contrarrevolucionárias, como os latifundiários e o movimento étnico-cacerista.

Partindo de sua base teórica, decola da realidade, afirmando a posição fantasiosa de que no campo do imperialismo, no mundo de hoje, competem entre si três superpotências – USA, Rússia e China – e que essa competição interimperialista se encontra na “IV Guerra Mundial”. Essa LOD, que se pinta de esquerda, rapidamente desmontou onde pôde as Bases de Apoio e as Organizações de massas do Partido, levando adiante uma linha militarista burguesa e caudilhista, efetivamente degenerando parte significativa do Exército Popular de Libertação (EPL) em “senhores feudais de guerra” – trata-se do grupo que hoje se denomina “Militarizado Partido Comunista do Peru” (MPCP), afirmando ser a quarta etapa e linha da história do movimento comunista do Peru, LOD que nega a necessidade de organizar o campesinato pela Revolução Agrária e do trabalho urbano complementar; nega a construção das Bases de Apoio a despeito de “Comitês Populares móveis”; baseiam-se no “suporte” de chefes políticos e senhores de terra locais etc. Assim tal grupo de caudilho trafica com o nome do PCP, negando a Chefatura e a unidade ideológica partidária.

Em conluio com a polícia política peruana, José impulsionou uma verdadeira campanha de desmobilização dos comitês populares através da infiltração de agentes seus em órgãos partidários. Este foi o caso com o Movimento Popular Peru (MPP), organismo gerado do PCP para o trabalho no exterior, que precisou passar por uma campanha de contrainteligência e luta de duas linhas para se reorganizar, restabelecer o contato com o PCP e expor ao nível internacional o tráfico que fazem as duas LODs com o nome do Partido e difamação do Presidente Gonzalo. Além disso tudo, ao passar à cooperação com a reação, a agrupação de José marcha inevitavelmente para o colapso e capitulação: seus ataques reacionários ao Presidente Gonzalo e ao pensamento gonzalo só fizeram se isolar das massas camponeses da selva e serra peruanas, isolar dos revolucionários peruanos e do MCI, onde não obteve nenhuma acolhida, inclusive nem mesmo entre os falsos maoistas difamadores do Presidente Gonzalo. Condição similar de sua irmã siamesa, dirigida por Miriam.

Apesar de parecerem propor duas posições antagônicas, tanto a linha de Miriam quanto a de José impulsionam um oportunismo de direita, que seja, negar o I Congresso, a BUP, a Chefatura do Presidente Gonzalo e o marxismo-leninismo-maoismo, pensamento gonzalo com o propósito de encontrar um rápido “fim do conflito”, ou seja, capitulação. A primeira, através do cretinismo parlamentar e os acordos jurídicos; a segunda, através da chantagem armada e do mercenarismo. Ambas são impulsionadas com o propósito de causar confusão e desmoralização do Partido e da Chefatura e assim impulsionar a capitulação dos Comitês isolados como parte da estratégia imperialista ianque de Guerra de Baixa Intensidade (GBI) para impossibilitar a reorganização geral do PCP através da Guerra Popular.

Ambas vendem os princípios, como dito no poema do herói revolucionário peruano Jovaldo, “por um prato de lentilhas”; obtendo sucesso variado: apesar de que tenha sido rejeitado o pedido do Movadef para se tornar um partido legal, hoje compõe o governo do oportunista e contrarrevolucionário Pedro Castillo, governo este que concretizou o assassinato do Presidente Gonzalo. O “MPCP”, cada vez mais isolado por sua própria linha militar burguesa, cada vez mais se encaminha para negociar sua rendição com o Estado.

A Reorganização Geral do Partido

Ambas as LODs revisionistas e capitulacionistas estão sendo varridas para o lixo da história pela Reorganização Geral pela qual passa o PCP, que vem unificando Comitês partidários, células, organismos gerados, militantes, combatentes do EPL e massas mobilizadas por estabelecer uma direção nacional centralizada, concentrada com base no I Congresso, da BUP e dos planos políticos, militares e de construção partidária estabelecidos no III Pleno do CC. Reorganização que se dá em e para a Guerra Popular, e que, apesar dos duros reveses, não parou em nenhum momento. É dever de todos os democratas e revolucionários que se comprometem com o futuro da Revolução Peruana erguer alto a bandeira da Reorganização Geral do PCP e deslindar com a confusão gerada pelas duas LODs, que somente servem para semear a dúvida e agregar à campanha difamatória e de guerra psicológica do velho Estado fascista peruano em conluio com o revisionismo e o imperialismo.

Varrer com as repercussões infames contra o PCP, o Presidente Gonzalo, o pensamento gonzalo e a Guerra Popular do Peru é tarefa que os verdadeiros maoistas de todo mundo devem somar forças, apoiar a Reorganização Geral do Partido, dando combate sem tréguas àqueles que traficam com a invencível e gloriosa Guerra Popular e o heroico combatente, o PCP, que os dirige. Entre os Partidos comunistas maoistas cabe aprofundar a luta de duas linhas nesta questão de importância crucial para o avanço da segunda Nova Grande Onda da Revolução Proletária Mundial que se desenvolve. O que há no Peru é, de um lado, duas LODs, igualmente capitulacionistas e revisionistas, que traficam com o nome do Partido para servir a seus interesses escusos e em conluio com a reação; e de outro, o glorioso PCP que, sob um difícil refluxo desenvolve sua tarefa de Reorganização Geral em torno da BUP com seus três elementos já citados, além do III Pleno do CC e o Discurso do Presidente Gonzalo de 1992; assim como em torno dos planos e acordos correspondentes, tudo em função de culminar a Revolução Democrática ininterrupta ao Socialismo.

Ao longo das últimas duas décadas, o jornal A Nova Democracia tem se sustentado nos leitores operários, camponeses, estudantes e na intelectualidade progressista. Assim tem mantido inalterada sua linha editorial radicalmente antagônica à imprensa reacionária e vendida aos interesses das classes dominantes e do imperialismo.
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