Opiniões – 23

Opiniões – 23

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O que está por trás

Prezado Redator,

Vivemos anos duros de aprendizagem de um simbólico formador sempre mais cristalizado; em qualquer governo as idéias dominantes não conseguem conviver com os movimentos e experimentos, mesmo dentro da ordem, para algum avanço democrático. A ditadura da ordem é mais perigosa quando começa cercear a subjetividade, o simbólico; com a hegemonia e o senso comum banalizado podem impor o que querem. Desnecessário discutir o macro. Precisamos de conhecer e falar de nós, do em si mas, integrados ao universal, à filosofia da praxis, como tem se expressado A Nova Democracia. Periodicamente, tenho feito algumas publicações…

O culto ao nosso presidente está ficando perigoso; além desses dois filmes em exibição, Entreatos e Peões, outros já estão em realização. E a aceleração de uma campanha preventiva à reeleição. Pessoas mais sérias começam a desertar…

Com relação ao filme Entreatos, dirigido pelo João Moreira Salles, o Banqueiro faz um trabalho subliminar e com inúmeras interconcorrências e denotações… atende ao perfil arrogante do presidente (que não é bobo, soube fazer uso, em 79, dos 140 mil grevistas do ABC); cumprindo e realizando com o seu filme o que o capital financeiro determina: mudar o quê e para quê se está tudo certo nessas fingidas dificuldades de alianças para governar. Lula está fazendo o que ninguém conseguiu, banir do poder o partido sob o qual se elegeu (claro que outra fraude) mas, o homem comum pensa assim, que está no poder. A cultura, a comunicação, a informação, etc, estão controladas. Parabéns pelo jornal necessário e corojoso; um esforço difícil a enriquecer a história e o capital que ainda possuímos para a luta: crença e vontade.
Com o meu agradecimento,

Sindoval Aguiar
Cineasta
Rio de Janeiro/RJ


Cultura popular

Parabéns pela edição do jornal. Está muito bom e gostamos muito da matéria sobre o Mina das Minas.

Um grande abraço

Pedro Antônio
Músico
São Paulo/SP


Outro círculo

Escrevo para dizer que formamos um grupo de estudo aqui, na UNB, do nosso jornal. Estamos discutindo muito certos conceitos empregados pela A Nova Democracia. Um deles se expressa pelo “gênio nacional do povo na música”. Outro, “centrais amarelas”. E assim vai. São conceitos que não se explicam nos dicionários nem na imprensa comum. Parabéns.

Jeferson Soares
Brasília – DF


Que papel…

A imprensa fascista, chama os membros da heróica resistência iraquiana de “terroristas”, mas algumas vezes prefere usar o termo “insurgentes”. De graça? É uma das poucas formas que ela encontra para sugerir que existe realmente um governo iraquiano. Pouco a pouco, dirá que a guerra é movida contra o governo legítimo, eleito, e que os ianques só permane cem lá para garantir a democracia ameaçada pelos grupos terroristas.

É claro que os nazistas não fariam melhor. Mas esses vagabundos que repetem diariamente na televisão brasileira, em nossa língua, todas as intrigas que a CIA manda divulgar, é de espantar. Esses caras não têm um pingo de vergonha, não?

Por todo o dinheiro do mundo, gente honrada não aceita um emprego desse! O mínimo que um sindicato da categoria deveria fazer seria denunciá-los publicamente e depois expulsá-los.

Regina C. Cordeiro
Belo Horizonte/M G


Mais ajuda

Esse jornal realmente consegue falar de tudo sem desrespeitar nenhuma área do conhecimento. Tenho acompanhado algumas edições. Algumas, porque a distribuição (esta, sim) é ruim. Esse é o jornal de melhor conteúdo, mas perde na falta de bancas que poderiam distribuí-lo. Já tive jornal e sei bem o que é isso. Mas no caso de vocês, está chegando a hora de um movimento cuidar da distribuição, no Brasil inteiro, além da distribuição puramente comercial.

Mande uns exemplares para cá. Eu comecei a fazer a minha parte indicando uma banca lá do centro e enviando uns jornais para os amigos.

“Vide verso meu endereço”. Abraços.

Cícero de Souza Machado
João Pessoa/PB

Ao longo das últimas duas décadas, o jornal A Nova Democracia tem se sustentado nos leitores operários, camponeses, estudantes e na intelectualidade progressista. Assim tem mantido inalterada sua linha editorial radicalmente antagônica à imprensa reacionária e vendida aos interesses das classes dominantes e do imperialismo.
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