Opiniões

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Amplia a falta de democracia na Universidade

Olá amigos do A Nova Democracia , sou uma estudante do terceiro ano do ensino médio e eu, como todos os outros estudantes em minha situação, sou objeto de brincadeira nas mãos dos velhos sanguessugas que governam esse país. Esses nesse ano se apressaram em modificar como possível o modo de ingresso nas universidades públicas, de maneira totalmente irresponsável, brincando, dessa forma, com o emocional e o futuro de milhares de estudantes.

Mas umas das piores coisas que poderão acontecer é que, essa tal mobilidade de estudantes dentro do território nacional que o Lula e Fernando Haddad esbravejam aos quatros ventos, na verdade será a ocupação das vagas em várias universidades do país por estudantes do sudeste, pois esses têm um nível educacional mais elevado do que o restante do país.

O que podemos ver é apenas o aumento de privilégio dos mais privilegiados; só podemos mudar isso com muita união e luta.

Avante companheiros!

Bárbara Chaves
Rio de Janeiro – RJ

Um justo agradecimento*

Tenho certeza que se trata de um fator importante na luta, um quadro que merece seus méritos, por ajudar pessoas que, por ironia do destino, tiveram sua saúde abalada, ou submetida a uma situação de incerteza. Que o Socorro Popular consiga atingir suas metas e surpreender cada vez mais na recuperação de nossos companheiros   e companheiras. Sabedor do esforço de nossos militantes do (Socorro Popular) e de todos, só tenho a parabenizá-los.

Lembrando que o mais importante não é o método da ação e sim o resultado que elas proporcionam.

Quem sabe faz a hora não espera acontecer!

Viva a Revolução Agrária!

Destruir o latifúndio!

Parabéns todos os companheiros do Socorro Popular !

Grato,

Companheiro Polaco

*Esse agradecimento do camponês Polaco ao Socorro Popular foi retransmitida para publicação em AND por ele próprio, como reconhecimento pelo empenho do Socorro Popular no tratamento e apoio às famílias camponesas em luta.


Dando nomes aos bois

Prezado senhor Fausto Arruda,

Fiquei feliz em saber que o senhor lê os meus e-mails.

Tem uma passagem no seu artigo do AND 58 em que menciona que os brasileiros ficaram escravos das transnacionais e prestadoras de serviço como a Halliburtom. Ocorre que quem mudou o conceito de empresa nacional foi o nefasto FHC, que permitiu   que empresas transnacionais entrassem até para tirar o emprego dos brasileiros. Outrossim, a maior prestadora de serviços para nós em São Paulo, para a qual todos trabalhamos é a AES Eletropaulo, que pertence a um grupo de investidores que moram em Miami.

Solicito que no próximo artigo, o senhor seja mais específico para ficar mais claro.

Saudações

Antônio Zenivaldo Coelho
São Paulo – SP


Nos trens, as massas lêem AND

Patrick Granja

No dia 20 de outubro, nossa reportagem acompanhou a brigada de divulgação de A Nova Democracia nos trens do Rio de Janeiro, onde, na semana anterior, milhares de trabalhadores que dependem do transporte, se revoltaram e atacaram as estações, incendiando composições e enfrentando a tropa de choque da PM de Cabral.

  O que impressionou foi a receptividade da massa, atenta às palavras do colaborador que discursava. Enquanto isso, outros militantes de movimentos que apóiam o jornal, distribuíam exemplares aos trabalhadores, que compravam, discutiam e davam palavras de estímulo à iniciativa conjunta do proletariado, de estudantes revolucionários e do Movimento Feminino Popular em apoiar e divulgar A Nova Democracia . O comitê de apoio ao jornal fez uma breve avaliação da atividade realizada todos os meses nos vagões lotados que partem da Central do Brasil em direção a Baixada Fluminense transportando milhares de trabalhadores.

“Desde o início das brigadas de venda do AND nos trens, nós tínhamos a certeza que teríamos como público alvo uma maioria absoluta de trabalhadores, pois muitos de nós do comitê de apoio utilizamos o trem há vários anos. O gerente Sérgio Cabral chamou os trabalhadores que fizeram os protestos em outubro de vândalos, porque ele não utiliza, nem nunca utilizou, os trens superlotados e sucateados da Supervia, e nem ganha 460 reais por mês para pagar uma absurda passagem de R$2,50. Em nossas atividades de divulgação do jornal dentro dos vagões, percebemos de forma clara a revolta que o povo tem contra esse Estado parasitário. A maioria das pessoas realmente se surpreende ao ver as manchetes fortes do A Nova Democracia sempre defendendo os interesses populares. Continuaremos a fazer atividades como essas a cada edição nova do jornal em todos os ramais que partem para o subúrbio do Rio e cidades vizinhas.”

Ao longo das últimas duas décadas, o jornal A Nova Democracia tem se sustentado nos leitores operários, camponeses, estudantes e na intelectualidade progressista. Assim tem mantido inalterada sua linha editorial radicalmente antagônica à imprensa reacionária e vendida aos interesses das classes dominantes e do imperialismo.
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