Sr. Carlos, um valoroso companheiro

Sr. Carlos, um valoroso companheiro

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Pelo menos uma vez ao mês, a redação de A Nova Democracia é visitada por um bom amigo, o Sr. Carlos, um homem simples, sério e dedicado.

Ele é morador do interior do Rio e vem pegar jornais para divulgar em seu bairro e entre conhecidos, e faz questão de pagar. “Temos que colaborar com nosso jornal, é pouco, mas é o que posso pagar”, justifica-se com tom sereno na voz e sorriso confiante.

Sr. Carlos é um velho militante, entusiasta da causa da luta dos povos e do socialismo. Tem uma memória invejável e está sempre nos relatando experiências da luta dos comunistas e do povo brasileiro nas décadas passadas.

Nos contou que é filho de camponês e que seu pai teve que deixar a roça, pois deu uma lição em um capataz explorador aplicando-lhe um merecido golpe de foice.

Nos conhecemos melhor com a convivência. Sempre que nos encontramos, debatemos a situação internacional e nacional, falamos da luta dos povos, do combate ao oportunismo, debatemos algumas divergências e a importância da imprensa democrática e popular.

Dele recebemos sempre palavras de incentivo e encorajamento para avançar com nosso trabalho.

Em nosso último encontro de 2011, esse velho companheiro nos deu mais um exemplo de sua dedicação. Há meses nós havíamos lhe indicado um texto publicado na primeira edição do jornal, As últimas armas do império agonizante. Pois o Sr. Carlos o reproduziu às dezenas e distribuiu para jovens conhecidos.

Esse é um costume que o Sr. Carlos cultiva há anos. Consegue doações de papel e de impressões, além de jornais e revistas antigas. Seleciona textos que julga relevantes e os reproduz. Das revistas antigas ele extrai os grampos e os reutiliza compondo novas brochuras que servem para a educação e politização das massas.

É com apoiadores como o Sr. Carlos que AND cresce e chega às mãos de cada vez mais trabalhadores do campo e da cidade, jovens, homens e mulheres do povo em todos os rincões do Brasil.

Ao longo das últimas duas décadas, o jornal A Nova Democracia tem se sustentado nos leitores operários, camponeses, estudantes e na intelectualidade progressista. Assim tem mantido inalterada sua linha editorial radicalmente antagônica à imprensa reacionária e vendida aos interesses das classes dominantes e do imperialismo.
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