MG: Nas ruas, carnaval é marcado por denúncias contra o genocídio palestino

Uma grande bandeira palestina foi erguida em meio ao desfile mais concorrido da capital mineira. Em outros blocos, foram erguidas bandeiras, estandartes e faixas em apoio ao povo palestino.

MG: Nas ruas, carnaval é marcado por denúncias contra o genocídio palestino

Uma grande bandeira palestina foi erguida em meio ao desfile mais concorrido da capital mineira. Em outros blocos, foram erguidas bandeiras, estandartes e faixas em apoio ao povo palestino.
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Em Belo Horizonte e Contagem, os blocos de rua do carnaval mineiro realizaram uma série de atividades políticas em apoio ao povo palestino durante o período da grande festa nacional. No sábado, uma enorme bandeira da Palestina, com dezenas de metros, foi hasteada por ativistas do alto de um viaduto, no final da madrugada, em meio ao desfile mais concorrido da capital, o “Então Brilha”. A imagem dessa bandeira estampou as manchetes dos principais veículos do monopólio de imprensa mineiro. 

Em diversos outros blocos, bandeiras e estandartes palestinos foram erguidos. Faixas contra o genocídio do povo palestino também foram estendidas pelos foliões. Atividades do tipo foram registradas em blocos como o Então Planta, Chama o Síndico e Circuladô. O primeiro manifesto da campanha foi assinado por 23 blocos.

O carnaval belorizontino é apontado como uma das maiores folias do país e estima-se que reúne, esse ano, mais de 5 milhões de foliões. Segundo o Comitê Mineiro de Solidariedade ao Povo Palestino, em publicação por suas redes sociais: “a presença da bandeira palestina e de intervenções orais durante os desfiles tem sido muito bem recebidos pelo público!” e ainda que “muitas pessoas curiosas perguntam o que de fato está acontecendo na Palestina (…) pedem adesivos, perguntam como podem ajudar”.

O Comitê segue promovendo atividades exigindo o fim do genocídio, o cessar-fogo imediato  e o fim da ocupação sionista. Todos os dias, na  praça 7 de Setembro, no hipercentro da capital, o Comitê Mineiro recolhe assinaturas exigindo o rompimento das relações do estado brasileiro com “Israel”, distribui panfletos e conversa com a população. 

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