MG: Protesto na frente da Globo denuncia cumplicidade dos monopólios de imprensa com o genocídio palestino

Centenas de manifestantes protestaram em frente à sede da Rede Globo no dia 29/02 para denunciar a cobertura pró-sionista do monopólio de comunicação brasileiro.

MG: Protesto na frente da Globo denuncia cumplicidade dos monopólios de imprensa com o genocídio palestino

Centenas de manifestantes protestaram em frente à sede da Rede Globo no dia 29/02 para denunciar a cobertura pró-sionista do monopólio de comunicação brasileiro.
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A entrada da sede da Rede Globo, em Belo Horizonte, foi tomada por mais de uma centena de pessoas que protestaram na última quinta-feira, dia 29 de fevereiro, contra a cumplicidade da emissora com o genocídio do povo palestino. A manifestação, convocada pelo Comitê Mineiro de Solidariedade ao Povo Palestino, denunciou a atuação dos monopólios de imprensa no país que, segundo a convocação divulgada pelo comitê, “promovem uma campanha de desinformação, mentiras e desumanização dos palestinos”. 

Símbolos dos monopólios de imprensa foram tingidos com tinta vermelha, simbolizando os mais de 30 mil palestinos assassinados pelos bombardeios criminosos de “Israel”. Bonecos ensanguentados em mortalhas representavam as crianças assassinadas. Os manifestantes expressaram a sua indignação contra os mais de 100 cidadãos palestinos executados em Gaza naquele mesmo dia, alvejados por soldados sionistas enquanto se aglomeravam junto a caminhões aguardando pela distribuição de comida.  

As bandeiras dos USA e “Israel” foram pisoteadas e queimadas durante o protesto. Dezenas de velas foram acesas em memória dos jornalistas palestinos assassinados desde outubro do ano passado. O protesto foi encerrado por meio de uma singela e emocionante homenagem ao militar estadunidense Aaron Bushnell, que ateou fogo a si mesmo em frente à embaixada de “Israel” em Washington, em protesto contra o genocídio palestino. 

O Comitê Mineiro de Solidariedade ao Povo Palestino segue promovendo diversas atividades, como a coleta de assinaturas exigindo o rompimento das relações do estado brasileiro com “Israel” e prepara grandes agitações durante a “recepção aos calouros” na UFMG e na celebração do Dia Internacional da Mulher Trabalhadora.

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