Saudações pelo número 100

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Conteúdo exclusivo para assinantes do jornal A Nova Democracia

Combativos estudantes

É com grande entusiasmo que nós, militantes e ativistas do Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR), saudamos a edição número 100 do jornal A Nova Democracia.

Que grande vitória das forças democráticas e revolucionárias de nosso país poder contar com essa autêntica tribuna popular que é o AND!

Nas milhares de páginas produzidas por vocês ao longo desses anos temos registrado o que de mais importante tem feito a juventude do nosso país e do mundo, na luta contra o imperialismo e em defesa de nossos direitos crescentemente ameaçados. Por outro lado, compreendemos e defendemos a necessidade de reforçar por todos os modos a aliança da juventude revolucionária com as massas operárias e camponesas, e encontramos no jornal não apenas os informes vivos de todas as frentes onde combate nosso povo, como uma abordagem científica, que afirma e confirma o caminho da revolução como único capaz de conduzir à nossa emancipação social e nacional.

Em suma: o jornal tem sido um instrumento precioso, e imprescindível, deagitação, propaganda e formação política para os estudantes brasileiros. Esse jornal precisa existir, e aproveitamos a oportunidade para reafirmar nosso compromisso militante de contribuir para que ele possa chegar a mais e mais pessoas em todo o Brasil.

Firmes saudações de luta!

Coordenação Nacional do MEPR


Longa vida ao AND!

Saudamos calorosamente o lançamento do centésimo numero de AND, grande vitória da imprensa popular e democrática de nossa terra.

O jornal chegou ao centésimo numero com muita luta! Remando contra a maré!

O povo brasileiro, a classe operária, os camponeses pobres, mulheres, estudantes, o povo pobre, todas as classes exploradas e todos os patriotas de boa vontade têm o AND como seu porta-voz.

A Revolução de Nova Democracia é uma necessidade histórica de nosso povo e está na ordem do dia!

Temos muita luta pela frente!

As dificuldades serão vencidas na luta, na decisão, na determinação de levar a imprensa popular e democrática às massas exploradas!

Parabéns a todos do AND!

Comitê de apoio ao AND de São Paulo


A urgência de um órgão de classe

Saúdo todos os companheiros que, ao longo de todos esses anos, com seu trabalho tenaz e muitas vezes deixando em segundo plano as urgências mais urgentes do dia-a-dia em nome da urgência maior de um órgão de divulgação das lutas das massas proletárias e camponesas e de suporte ao momento revolucionário vivido no Brasil e no mundo, construíram e consolidaram este jornal que já é um ícone da história da imprensa popular e democrática no Brasil.

Desde a sua primeira edição A Nova Democracia é imagem e espelho das autênticas lutas das classes populares no Brasil semicolonial e semifeudal, identificando os verdadeiros inimigos - o imperialismo, o oportunismo e o latifúndio -, enfatizando a necessidade da radicalização da agitação política e das ações contra as elites parasitárias, contra o aparato do velho Estado, expondo a natureza farsesca dos processos eleitorais da burguesia, dizendo claramente que nada de bom para o povo pode sair das urnas, denunciando a violência contra os moradores das favelas e das periferias, a violência no campo para abrir caminho ao latifúndio de novo tipo, o agronegócio, dentre outros temas fundamentais para um povo de fato bem informado, o que nada tem a ver com a estirpe de informação que o oligopólio da imprensa reacionária faz circular por aí.

Saúdo o trabalho da direção de A Nova Democracia, que com muita perseverança vem conseguindo vencer as dificuldades da falta de recursos para manter vivo o jornal, e, além disso, fazê-lo circular agora quinzenalmente; saúdo o pessoal que trabalha na redação, que mata um leão por quinzena - senão por semana, senão por dia - para fechar cada edição, como esta centésima; saúdo os colaboradores à distância, os membros do Conselho Editorial, os comitês de apoio ao jornal espalhados pelo país, os apoiadores, e sobretudo os leitores de AND, que compreendem a importância de um jornal revolucionário e programático, mesmo em meio a tanta distração inútil, mas de sedução fácil, que existe aí na praça.

Cada vez mais, rumo a uma democracia nova!

Hugo R C Souza


Que venham mais cem

Estimados companheiros do Jornal AND,

Enviamos a vocês nossas maiores saudações, em nome do Coletivo Bandeira Vermelha. A publicação do centésimo número do Jornal representa, sem dúvida, uma enorme vitória da imprensa popular e democrática de nosso país – uma vitória para a classe operária, para os camponeses e para todos os setores patrióticos e populares que sustentam a grande causa do avanço da Revolução democrática, anti-imperialista e antifeudal.

Numa época de brutal monopólio midiático por parte dos barões da burguesia burocrática, do imperialismo e do latifúndio, sustentar durante mais de dez anos um combativo periódico até seu centésimo número, que mostra de maneira clara os fatos palpitantes que ocorrem em nosso país, sem qualquer rabo preso com grandes companhias de publicidade, é uma tarefa tão louvável quanto necessária.

Como disse um companheiro nas comemorações do último aniversário de dez anos do Jornal, a imprensa popular e democrática terá como tarefa mostrar o correto caminho para a luta contra o revisionismo, contra o oportunismo em decadência e pela vitória da Revolução de Nova Democracia. Por conta disso, é importantíssimo manter a independência frente à influência do monopólio dos meios de comunicação e sustentar a imprensa popular-democrática de maneira independente.

Estamos juntos na luta contra domínio semicolonial e semifeudal que se abate sobre nossa Pátria! Viva à Revolução Democrática! Que venham mais cem, duzentos e trezentos jornais que unam os comunistas e patriotas em torno do programa democrático-popular, contra a submissão e o entreguismo às grandes potências!

Coletivo Bandeira Vermelha


Fazer frente ao monopólio

Saúdo os companheiros do jornal AND pela grande conquista que representa a publicação da centésima edição deste que é, em minha opinião, o melhor e mais importante veículo da imprensa popular e democrática em nosso país na atualidade.

Acompanho as atividades do jornal já faz bem uns oito anos. Lembro-me que o primeiro número do jornal ao qual tive acesso foi me passado pelo companheiro professor Manoel em julho de 2005.Desde então, leio todos os jornais e acesso diariamente o blog em busca de notícias e denúncias políticas sobre a situação das classes trabalhadoras no Brasil e no mundo.

Já participei do comitê de divulgação e, ainda hoje, sempre que posso, ajudo a divulgar o jornal. E sou testemunha dos avanços do jornal, particularmente no que diz respeito à qualidade editorial, trazendo sempre denúncias curtas, objetivas e contundentes onde se fazem ouvir as próprias vozes do povo e suas organizações.

AND é hoje o único jornal que se posiciona clara e corajosamente sobre todos os assuntos de interesse do povo, sem ter rabo preso com qualquer partido ou organização eleitoreira e sem ser ao mesmo tempo sectário, cumprindo o importantíssimo papel de fazer frente ao monopólio da imprensa.

Saudações! Um grande abraço a todos!

Batista – Comitê de Apoio ao Movimento Camponês – Manga, Norte de Minas Gerais


Viva os comitês de apoio

Caros(as) companheiros(as),

Gostaria, em nome do comitê de apoio ao AND do Rio de Janeiro, enviar nossas calorosas saudações aos membros da redação e a todos as companheiras e companheiros que, ao longo dessas 100 edições (e desses 10 anos), vêm contribuindo e trabalhando para levar adiante, e cada vez com mais vigor, o projeto do Jornal!

Em janeiro de 2011, (quando do n° 73 de AND), quando o velho Estado levava a cabo a ocupação militar do Complexo do Alemão, na zona Norte do Rio, e sua imprensa vendida lançava sua campanha medíocre de criminalização da pobreza, o comitê de apoio lá estava divulgando o Jornal e denunciando os abusos cometidos contra os moradores pela polícia, com a edição que trazia como manchete a frase: "Estado de exceção nas favelas do Rio".

Quase dois anos depois, e com companheiros novos, retomamos essa iniciativa e voltamos ao mesmo local para prosseguir com as atividades de divulgação da imprensa popular e democrática. No último dia 17 de novembro, vendemos 24 exemplares na comunidade da Grota.

Levar o Jornal até os trabalhadores é, sem dúvida, uma das iniciativas mais importantes.

O Jornal tem ficado cada vez melhor, exatamente pelo fato de o povo estar lutando cada vez mais.

Agora, na edição n° 100, e com ânimo redobrado, continuaremos a levar as idéias de A Nova Democracia para as massas trabalhadoras de nossa cidade que, às vésperas dos megaeventos da burguesia (Copa e Olimpíadas), vão se preparar para combates importantes contra as remoções, o choque de ordem e a violência policial, planos execráveis levados a cabo pelas gerências de Eduardo Paes, Sérgio Cabral e Dilma para garantir o lucro máximo da grande burguesia.

Viva os comitês de apoio ao Jornal A Nova Democracia!

Rafael Gomes Penelas – Comitê de apoio ao AND (RJ)


Aceitamos o desafio

Nós, que trabalhamos dia a dia na redação do jornal, o vemos de um modo um pouco diferente dos leitores e apoiadores. Até que o jornal chegue às mãos de nossos leitores, um mundo de coisas se movimenta.

Toca o telefone da redação, chega uma mensagem eletrônica de uma área camponesa em Manga (Norte de Minas), de Portugal, da Inglaterra, da Espanha, de uma favela no Rio de Janeiro. São notícias, informações de lutas, os relatos de uma assembleia operária, denúncias de crimes contra o povo.

Leitores criticam matérias, sugerem pautas, nos apoiam.

Recebemos visitas de apoiadores que, anônimos, levam jornais para seus locais de moradia e trabalho.

Entrevistamos artistas, que nos retribuem fornecendo novos contatos, revelando-nos preciosíssimos núcleos de resistência da cultura popular. Conversamos com velhos combatentes de nosso povo, com companheiros que vêm de longos anos de luta por uma nova e verdadeira democracia em nosso país.

Com o apoio do movimento popular, chegamos às favelas, áreas camponesas, às ocupações de reitorias, aos comandos de greve, aos rincões do Brasil.

Por vezes recebemos cartas de apoiadores com comprovantes de depósitos e simples mensagens: "Realizei o depósito de mil reais, 200 pela assinatura e 800 em apoio". Por outras, telefonemas do companheiro Waldir, de Macaé, no Norte Fluminense: "Nós, aqui de Macaé, recolhemos mil reais entre os companheiros apoiadores e já fizemos o depósito na conta do nosso jornal".

Desse modo avançamos!

Com nossa compacta redação; com nossos correspondentes jornalistas, operários, camponeses, estudantes; com nossos colaboradores no Brasil e no exterior. Com nossos comitês de apoio, que levam o AND às fábricas, às favelas, às áreas camponesas, universidades, escolas, praças, bancas de jornais. Com nossos companheiros que se dedicam às tarefas de administração, arquivo, expedição de jornais para as diferentes regiões do país. Com nossos assinantes e apoiadores.

E a cada quinzena esse ciclo se renova, é preenchido por novas lutas, novos elementos, novas dificuldades e novas vitórias.

Chegando à nossa centésima edição, assumimos um novo projeto gráfico, que vem sendo trabalhado há algum tempo para que AND fique mais dinâmico, atenda mais e melhor à luta de nosso povo por uma nova política, uma nova cultura e uma nova economia.

Surgirão novos e maiores desafios.

Que venham!

Mário Lúcio de Paula


Avante AND

Parece que foi ontem! Iniciava-se o ano de 2002. Meia dúzia de pessoas chegava ao Rio de Janeiro, oriundos de vários pontos do país, sem dinheiro no bolso, mas, com uma ideia firme na cabeça: fazer um jornal de frente única que tenha como eixo editorial a luta pela revolução democrática e pelo socialismo.

A definição da linha editorial, centrada na luta por uma nova política, uma nova economia e uma nova cultura, produziu como síntese a denominação do jornal: A Nova Democracia.

Alugar um apartamento para a equipe morar, uma sala em onde funcionaria o Jornal, conseguir uma amiga para comprar fiado um computador no Ponto Frio e coletar móveis usados para equipar a sala, foram estas as nossas primeiras vitórias.

No dia primeiro de julho de 2002 estava nas bancas a primeira edição do A Nova Democracia com a manchete "Luta no campo sacode o Brasil", uma edição bimestral de 20 mil exemplares, com 32 páginas em dois cadernos e formato tabloide grande. Inauguramos, também, nosso site na internet.

Os percalços que enfrentamos, principalmente por falta de recursos materiais (no segundo ano tiramos apenas quatro edições) não nos desestimularam e, pelo contrário, fomos à luta para construir esta vitoriosa rede de colaboradores, apoiadores, cotistas, brigadistas, propagandistas e leitores do A Nova Democracia.

Tudo isso aconteceu porque nos guiava a ideia da revolução e é ela que tem nos ligado ao que existe de mais combativo na luta da classe operária, dos camponeses, dos estudantes, das mulheres e dos patriotas deste país.

A chegarmos ao n° 100 do AND, só posso dizer: Avante A Nova Democracia!

Fausto Arruda


Treme o lado direito da rua

Muito teria a dizer sobre este evento histórico que tanto nos orgulha, mas prefiro que o inesquecível companheiro Manoel Raposo, falecido em 2009, o faça por mim.

Tomando a liberdade de "adaptar" um poema deste amigo que se foi, saúdo o n°100 deAND, a voz que "faz tremer o lado direito da rua":

Jornais do mundo burguês abrem-se em manchetes colossais
E do lado esquerdo da rua...o silêncio
A "sagrada" propriedade privada
Da terra ensanguentada
Está salva

Os senhores da terra matam bois e carneiros
Para a festa antecipada
E do lado esquerdo da rua...o silêncio, o silêncio, o silêncio
Do silêncio surge a "profecia": "Toda noite tem aurora"
Quebra-se o silêncio do lado esquerdo da rua
Irrompe o sol no horizonte
A liberdade se anuncia
Treme o lado direito da rua...

Rosana Bond


Inovador e corajoso

Um dos aspectos mais positivos do Jornal é a sua aproximação daquilo que se poderia dizer "imprensa independente". O fato de ser uma publicação apartidária já faz o seu diferencial e a imparcialidade surge no momento em que quem escreve as matérias que interessam à sua linha editorial se responsabiliza por suas opiniões. Considero, portanto, este veículo como inovador, corajoso e que traz à tona discussões e aspectos sociais, políticos, econômicos e filosóficos de muita importância na construção de uma sociedade mais justa. Procuronão perder as edições e sempre faço boas leituras.

Elaine Judite de Amorim Carvalho
Professora Adjunta de Patologia Oral
Departamento de Clínica e Odontologia Preventiva
UFPE


O legado de um jornal

Percebe-se a importância da imprensa popular quando se vê estampada com clareza e ousadia em suas páginas uma série de fatos sonegados ou mal esclarecidos nas folhas regionais e naquelas do eixo Rio-São Paulo. Desde o início, A Nova Democracia foi a feliz exceção no País, que vem amargando o fechamento de jornais diários e o vergonhoso atrelamento monetário de milhares de publicações impressas, portais, sites e blogs ao governo.

Com apenas uma década de circulação, este jornal se firma na intransigente defesa das lutas populares no Brasil e no mundo, oferecendo desde já um legado ao povo brasileiro e inestimável contribuição ao debate dos problemas internacionais.

AND dá sequência atualmente aos postulados corajosos da resistente imprensa popular brasileira, tomando-se por referência o período de 1964 a 1980, marcado pela tomada do poder pelos militares e pela censura.

Em outros órgãos de imprensa, estados amazônicos jamais conquistariam espaço generoso para expor manobras do latifúndio armado contra camponeses. Em Rondônia, por exemplo, estado devastado pelos dólares do Banco Mundial nos anos 1980, ficaram muito bem expostas as fraturas da inércia do Incra, da vulnerabilidade do Poder Judiciário que sucumbe a interesses de grandes fazendeiros, do desmazelo governamental e da Ouvidoria Agrária Nacional.

Na edição de julho/agosto de 2002 este jornal denunciava a gigantesca disparidade de renda e o fosso intransponível dentro da sociedade brasileira, entre a opulência de uma minoria e a miséria sem fim da imensa maioria. Dez anos depois, põe o dedo na ferida, apontando o terrorismo de estado contra operários de usinas hidrelétricas na Amazônia Ocidental Brasileira e o desprezo inaceitável a projetos alternativos concebidos por especialistas brasileiros para geração de energia elétrica sem agressão à natureza.

Não fosse AND, passariam em branco perseguições, desaparecimentos, prisões e assassinatos de líderes camponeses e de operários, ambos enterrados em cova funda ou queimados e jogados às piranhas nos rios Jaci e Madeira. Da mesma forma, seriam ignorados acontecimentos no Sul do Pará, em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo e em estados nordestinos, nos quais o operariado urbano deu as mãos aos camponeses para anunciar a Revolução Agrária.

A luta pela terra com métodos revolucionários; o combate à corrupção e à política de juros e ao monopólio bancário; a incessante peleja urbana; o roubo de madeira nobre e o contrabando de minérios de terras indígenas; o angustiante clamor estudantil contra o desmantelamento das Universidades Federais; a defesa do direito de comunidades negras e de povos indígenas ao seu território encontraram guarida nas páginas deste quinzenário que não se atrela a partidos políticos. Aqui também se alinham o apoio aos artistas populares sem mídia, denúncias de acordos espúrios, da farsa eleitoral brasileira "vendida" como fruto democrático e da Comissão da Meia Verdade.

Embora sofrido, é também encorajador para os editores e colaboradores de AND fazer jornal sem depender de injeções do dinheiro público das secretarias de comunicação social, de ministérios e de empresas públicas, algo tão comum entre aqueles totalmente dependentes da sombra do poder.

O que move este jornal é a essência daquilo que publica e a notável organização de suas brigadas de venda, colocando a circulação na condição de braço forte e imprescindível dos seus ideais. É também o brio, o moral, o compromisso inabalável que não o faz mudar um milímetro dos princípios programados para sua raia.

Vida longa!

Montezuma Cruz -membro do Conselho Editorial de A Nova Democracia


AND: nosso grande companheiro

Aos companheiros da redação de A Nova Democracia,

A construção do comitê de divulgação do jornal AND em Montes Claros têm contribuído para elevação da consciência política de dezenas de ativistas dos movimentos populares e sindical da cidade.

Utilizamos o jornal nas reuniões com estudantes, operários e camponeses e temos conseguido, com muita luta, conquistar um público fiel ao AND.

Divulgamos o jornal nas assembleias de trabalhadores e nas greves que ocorrem na cidade, o que têm nos permitido estabelecer uma relação política com muitos companheiros, particularmente servidores públicos, professores e estudantes universitários.

A divulgação permanente do jornal, com suas denúncias políticas sobre a situação da classe operária nas favelas dos grandes centros urbanos e a criminalização da luta pela terra e da pobreza, têm nos permitido estreitar vínculos com dirigentes de entidades e lideranças de movimentos, os quais têm contribuído política e materialmente no apoio ao movimento camponês combativo em nossa região.

Nesse sentido, a edição quinzenal do jornal tem sido muito importante, pois levamos as notícias e denuncias ainda quentes.

Outra questão que tem sido importante é a divulgação das notícias do jornal na internet, tanto do blog como da página. Divulgamos sempre as notícias pelo Facebook e a aceitação tem sido muito grande, gerando comentários e a repercussão das notícias pela rede.

Saudamos pela centésima edição do jornal A Nova Democracia, os companheiros da redação, aos demais comitês de apoio e a todos os lutadores e lutadoras do povo que se empenham na árdua e gloriosa tarefa de construir a imprensa popular e democrática em nosso país.

Saudações,

Pereira – Comitê de divulgação do Jornal A Nova Democracia em Montes Claros, MG


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