Abrir 2013 com uma grande campanha de divulgação

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Em 2012 AND atingiu novos patamares do ponto de vista político e técnico.

Ao completar 10 anos de existência, concentramos nossas forças e demos balanço em nossas diferentes frentes de trabalho: conselho editorial, redação, administração, comitês de apoio, internet, etc.

Realizamos atividades importantes, como a promoção de um debate histórico sobre a imprensa popular e democrática no Brasil, que contou com representantes dos principais órgãos desse gênero atuantes nas três últimas décadas. Realizamos a segunda reunião nacional dos comitês de apoio, que nos proporcionou uma visão mais completa sobre as nossas forças. Nosso conselho editorial foi ampliado, se fortaleceu com a adesão de novos companheiros, sendo a mais recente a destacada socióloga Dra. Vera Malaguti.

Estabelecemos a tiragem quinzenal, que tem sido mantida de forma exitosa, com muita luta.

Hoje podemos afirmar que somos capazes, política e tecnicamente, de fazer o AND quinzenal.

Também inauguramos um novo projeto gráfico, o que nos trará novos desafios e possibilidades na medida em que aprendermos, na prática, a fazer o jornal em um formato mais dinâmico.

De um modo geral, avaliamos o ano de 2012 como extremamente exitoso para o AND. Ampliamos nossa rede de colaboradores, diversificamos nosso conteúdo, melhoramos nossa qualidade gráfica.

Ainda nos deparamos com algumas dificuldades e debilidades. Algumas derivam e dependem diretamente de nós, outras não.

Da nossa parte, necessitamos nos capacitar mais para utilizar melhor os recursos gráficos no jornal impresso e do mesmo modo utilizar melhor os recursos em nossa página na internet, avançar ainda mais em nosso trabalho com os vídeos, trabalhar melhor com a periodicidade para que o jornal chegue em todo o país no início das quinzenas, para que possa ser trabalhado o mais “quente” possível pelos comitês e cause maior impacto nas bancas de jornais.

Temos plena consciência de que atravessamos anos bastante difíceis para a classe operária, para o campesinato e as classes trabalhadoras de um modo geral. O atraso de dez anos de gerência oportunista, da atuação nociva do revisionismo e reformismo impôs (e de certo modo ainda impõe) uma pesada camisa de força às massas populares, impedindo-as de arrebentar as amarras que as prendem e libertar toda a sua força revolucionária. Soma-se a isso a ainda prevalência da contrarrevolução em todo o mundo. O imperialismo, que atravessa uma crise de proporções nunca vistas, promove genocídios e agride os povos do mundo de forma monstruosa buscando prolongar a sua existência.

Mas, no último período tivemos várias provas de que, em diversos pontos, a crosta do oportunismo e da reação tem sido rompida pelas lutas das massas, cada vez mais combativas e radicalizadas, que atropelam e rechaçam as direções pelegas, enfrentam com coragem as forças de repressão e as classes reacionárias e fazem crescer a cada dia mais as fissuras nos alicerces desse podre Estado burguês-latifundiário serviçal do imperialismo.

Conteúdo exclusivo para assinantes do jornal A Nova Democracia

Os povos e nações oprimidas em todo o mundo se levantam em torrentes de luta cada vez mais massivas e radicalizadas, tanto nos países imperialistas como nos países dominados. Tormentosos protestos populares convulsionam o Norte da África e o Oriente Médio. Aumenta o protesto popular em toda a América Latina. O povo palestino, iraquiano e afegão sustenta heroica resistência contra o sionismo e o imperialismo. Na Índia, Peru, Turquia e Filipinas, as Guerras Populares dirigidas por autênticos Partidos Comunistas desfraldam para os povos do mundo a bandeira da nova onda da Revolução Proletária Mundial.

Como órgão da imprensa popular e democrática, AND tem o dever e a tarefa histórica de chegar às mãos daqueles que combatem contra a exploração e opressão nos canteiros de obras, nas frentes de luta no campo pela destruição do latifúndio, nas ocupações de fábricas e reitorias, nas lutas estudantis por democracia, nos protestos por memória, verdade e justiça e pela punição dos criminosos do regime militar fascista.

A grande burguesia e toda a reação utilizam o monopólio das comunicações para desinformar as massas e soterrá-las com toneladas de posições reacionárias e individualistas, na tentativa de impor uma opinião única. Nosso jornal deve ser utilizado como instrumento de luta para quebrar essa cadeia do monopólio e elevar a consciência de nosso povo.

Não importa quantos somos. Onde houver um apoiador de AND, estará também o jornal divulgando a luta dos povos no mundo, a luta por uma nova economia, uma nova cultura e uma nova política. Informando, educando, servindo como instrumento de luta.

Esse é o papel que devemos buscar cumprir e para isso necessitamos de ousadia, persistência. Marcar presença nos locais onde estão os lutadores do povo para nos tornarmos referência para aqueles que pretendem debater o conteúdo do jornal.

Convocamos todas as companheiras e companheiros dos comitês de apoio das diferentes regiões do país e todos aqueles que apoiam a imprensa democrática e popular para irmos às ruas, universidades, fábricas, áreas camponesas, vilas e favelas, para onde estão aqueles para quem escrevemos e organizemos brigadas de agitação e divulgação do jornal.

Que iniciemos 2013 com uma intensa campanha de divulgação do jornal e ampliação da nossa rede de assinantes!

Apoie a imprensa democrática e popular!

Saudações de Nova Democracia.

A redação de AND.


NÃO SAIA AINDA… O jornal A Nova Democracia, nos seus mais de 18 anos de existência, manteve sua independência inalterada, denunciando e desmascarando o governo reacionário de FHC, oportunista do PT e agora, mais do que nunca, fazendo-o em meio à instauração do governo militar de fato surgido do golpe militar em curso, que através de uma análise científica prevíamos desde 2017.

Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

Nunca recebemos um centavo de bancos ou partidos eleitoreiros. Todo nosso financiamento sempre partiu do apoio de nossos leitores, colaboradores e entusiastas da imprensa popular e democrática. Nesse contexto em que as lutas populares tendem a tomar novas proporções é mais do que nunca necessário e decisivo o seu apoio.

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