Príncipe Harry vai ao safári

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"Eu matei Talibãs". Esta frase foi o ponto alto da série de entrevistas feita pela Associated Press com o terceiro na linha de sucessão do Reino Unido, o príncipe Harry. O mesmo que há alguns anos, por "brincadeira", apareceu vestido de oficial da SS nazista em uma festa à fantasia. Harry serve hoje como oficial nas forças aéreas britânicas. Com um sorriso contido ensaiado, contou ao repórter, em tom de segredo, suas façanhas no Afeganistão. Que coragem! Do alto de um moderno helicóptero, metralhar guerrilheiros Talibãs cercados. Obedecendo ao script da assessoria de imprensa da família real, o repórter se fez surpreso e a notícia ganhou o mundo no final de janeiro do presente ano.

Aqui do Brasil, fico imaginando como de fato correu a cena...

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Príncipe Harry é capitão da força aérea britânica. No Afeganistão, fica alojado no setor dos oficiais da aeronáutica, tudo planejado para parecer que o príncipe vive nas mesmas condições de seus colegas. Mas o que é real tem seu charme especial...

É parte do protocolo da corte que os cômodos ao lado do quarto principesco sejam reservados a agentes do MI5, serviço secreto inglês, para cuidarem da segurança do jovem herdeiro. Tudo é feito com muita discrição para não incomodar o príncipe, que adora a aura ascética, cavalheiresca e medieval de sua vida militar. Na fantasia, claro. Afinal, o príncipe não pode se expor à riscos e deve guardar suas energias para as partidas de polo no condado escocês de seu pai, o príncipe Charles. Por isto, Harry não participa de todos treinamentos, muito menos de todas as operações. Como uma preciosa joia da coroa britânica, há de ser preservado. Apenas sua presença no Afeganistão já é o suficiente para abrilhantar as Forças Aéreas Britânicas.

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