Luz sobre a infame pilhagem da África pelas potências capitalistas

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Mirage F1CR, caças franceses usados em ataque ao Mali

Repercutiu bastante nas últimas semanas mundo afora, mas só entre os órgãos de comunicação comprometidos com as causas dos povos e classes oprimidos, uma reportagem assinada pelo jornalista britânico Dan Glazebrook, e publicada originalmente no Al-Ahram Weekly, edição em inglês do jornal egípcio Al-Ahram, sobre como o imperialismo tenta dominar, ou melhor, enraizar a sua dominação sobre os países do norte da África a fim de perpetuar a infame e histórica pilhagem das riquezas de todo aquele continente.

A repercussão alcançada pela reportagem de Dan Glazebrook se justifica pela clareza com que o jornalista documenta o "modus operandi" da rapina imperialista na África, mostrando e enumerando os estratagemas utilizados pelas potências capitalistas para fazer dos países africanos uma fonte de lucros para seus bancos e monopólios de vários setores da economia burguesa - estratagemas e caminhos de uma ampla pilhagem que, uma vez colocados assim, bem às claras, mais que nunca desmentem a falácia da "descolonização" africana.

Ora, os "governantes" dos países africanos não passam de capatazes escolhidos pelo imperialismo para fazerem valer os interesses das transnacionais, uma vez que sua principal missão no alto dos respectivos gerenciamentos das semicolônias africanas tem sido a de zelar pelo bom andamento da sangria dos "empréstimos" tomados junto a bancos sediados em potências "ocidentais" a juros exorbitantes e crescentes, exaurindo os recursos nacionais ao longo de prazos de pagamento a perder de vista.

É assim em todas as semicolônias do mundo, com os poderosos locais alternando-se em turnos de "governo", entre uma farsa eleitoral e outra (afinal, é preciso sempre iludir com a "democracia" e a "alternância de poder"), gerenciando o capitalismo burocrático sob sua alçada, ou seja, perpetuando e enraizando as condições para que o imperialismo leve a cabo sem rédeas ou amarras a sua absoluta devastação. Na África, entretanto, essa lógica parece ser levada às últimas consequências, em contraste com a ilusão, cultivada pelo monopólio da imprensa, de que o continente está "abandonado" pelo "Ocidente".

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