Lutas de Libertação Nacional

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Palestina

Israel fascista comete assassinato seletivo

A Força Aérea sionista cometeu um "assassinato seletivo" (ou "ataque seletivo", termos usados na região) na Faixa de Gaza. Um porta-voz israelense disse à imprensa, no último dia 30 de abril, que o ataque ocorreu dez dias antes contra um suposto alvo "terrorista". A vítima foi um homem que viajava de moto no noroeste de Gaza e o seu passageiro ficou ferido.

Segundo uma fonte citada pela agência AFP, o homem morto teria sido coordenador de ataque contra um centro turístico israelense em Eilat no dia 17 de abril. A ação foi reivindicada por um grupo chamado Conselho da Shura e dos Mujahedines em resposta a morte do preso palestino Maysan Abu Hamdiyeh numa prisão sionista, devido às péssimas condições de tratamento.

Com este "ataque seletivo", Israel rompeu o compromisso assumido em novembro do ano passado, quando assinou com o Hamas um cessar-fogo depois de uma ofensiva de oito dias na Faixa de Gaza.

Filho de brasileira é preso por Israel

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Majd Hamad, 15 anos, se entregou no último dia 21 de abril em uma delegacia da Cisjordânia, pois vinha sendo procurado pelo exército sionista acusado de ter lançado pedras contra as tropas israelenses numa manifestação ocorrida, em 11 de abril, próximo ao vilarejo de Silwad. Ele é filho de uma brasileira, Najat Hamad, nascida em Anápolis, Goiás.

Sua mãe e o ministro-conselheiro do escritório de Representação do Brasil em Ramallah, João Marcelo Soares, acompanharam o jovem até o posto policial de Binyamin. Após o interrogatório, Majd ficou de ser levado para a prisão de Ofer. A mãe do jovem afirmou que ele não havia participado da manifestação.

Em declaração à BBC Brasil, a mãe de Majd relatou: "Naquele dia, eu e meu marido decidimos não deixar Majd sair de casa, pois a situação estava tensa em Silwad, depois que colonos de um assentamento próximo espancaram um agricultor palestino".

E, sobre o ocorrido no dia 13 de abril: "A família inteira estava dormindo quando ouvimos batidas muito fortes na porta... Minha filha de 13 anos foi abrir e se deparou com um grupo de soldados com fuzis apontados para a cabeça dela...  Eles entraram rapidamente e começaram a revistar a casa. Reuniram a nossa família na sala e começaram a procurar nos quartos.

Eu tinha certeza de que eles estavam procurando meu marido e fiquei muito surpresa quando um dos soldados me disse que vieram prender Majd".

Sionistas injetam substâncias desconhecidas em presos políticos

presospalestinos.blogspot.com.br e Maan News Agency

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Charge de Carlos Latuff em apoio aos presos políticos palestinos em greve de fome

O jornal russo "Pravda" publicou, em 19 de abril, que as autoridades de ocupação israelenses estão injetando em prisioneiros palestinos, ao fim de suas sentenças, injeções contendo vírus perigosos, que levam à morte depois de um tempo.

O ministro de Assuntos dos Prisioneiros, Issa Qarage, afirmou em entrevista para a Agência de Notícias Maan que testemunhas revelaram o procedimento de injetar em prisioneiros substância desconhecida antes de serem libertados.

Qarage disse que não há nenhuma prova oficial sobre este assunto, mas há testemunhos de prisioneiros libertados que relatam o que aconteceu com eles e as complicações de saúde que tiveram após a libertação, afirmando que o serviço prisional injetou neles conteúdo desconhecido.

O jornal russo apontou que as injeções contêm vírus que provocam câncer de próstata e câncer de fígado crônico, agressivos e que levam à morte.

O ministro ainda acrescentou que mais de um prisioneiro declarou a injeção desconhecida antes da libertação da prisão, que foram tratados por médicos treinados, e isso é uma prova clara de negligência e descaso intencional pela vida dos prisioneiros palestinos.

No mesmo contexto, disse Qaraqe que o governo e o Ministério dos Prisioneiros exigiram da comunidade internacional que sejam criadas comissões de inquérito para averiguar as condições dos prisioneiros em prisões israelenses. Uma organização do tipo foi formada pela União Europeia em 2010, mas a ocupação israelense impediu a entrada desses comitês nas prisões.

Qaraqe disse que o prisioneiro Mohammed Taj, libertado na quinta-feira, e que segue em estado crítico de saúde, é um exemplo vivo do sofrimento de prisioneiros doentes em cadeias israelenses. Segundo o ministro, o número de presos adoecidos chega a mais de mil e pede à comunidade internacional que pressione Israel para que os presos sejam libertados.

Vale lembrar que muitos prisioneiros foram mortos logo após finalizar a sentença e serem libertados.

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Afeganistão

Três invasores aniquilados em explosão

Pelo menos três soldados da  Otan foram aniquilados no dia 30 de abril após a explosão de uma bomba no sul do país. O comando das tropas invasoras não revelou a identidade e a nacionalidade dos militares.

As bombas de tipo artesanal são utilizadas com frequência pela resistência em ataques contra as tropas invasoras da Otan e mercenárias do "governo".  Segundo a página icasualties.org, sem contar os últimos três militares, 39 soldados da Otan foram aniquilados somente em 2013 no país.

E, desde 2001 pelo menos 3.824 membros das forças invasoras foram aniquilados em diversos confrontos e ataques. Cerca de 1.200 deles eram soldados do exército ianque, o mais genocida do mundo.

Ianques sofrem novo ataque

Um piloto de helicóptero e um soldado ianque das tropas terroristas da Otan foram aniquilados pela resistência afegã. A notícia foi divulgada pelo blog Odio de Clase no dia 26 de abril.

O comando da Otan não se pronunciou oficialmente. A informação veio a público através de declarações da mãe do piloto, em um artigo publicado em icasualities.org.


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