Alastra-se o flagelo capitalista do desemprego

A deterioração acelerada do mercado de trabalho em todo o mundo é uma realidade, uma faceta da crise geral, não obstante as tentativas dos arautos e contrapropagandistas do sistema de exploração do homem pelo homem de escamotear a inevitabilidade das crises e do desemprego maciço no âmbito da injusta ordem capitalista.

Foi o caso, agora em junho, do "primeiro-ministro" da Espanha, Mariano Rajoy, que afirmou ser "encorajadores" os dados sobre o desemprego recém-divulgados no país, e que a economia espanhola está começando "virar a página", isso porque o retumbante número de desempregados na Espanha diminuiu levemente e conjunturalmente em maio, mês considerado "bom para o emprego" na Europa...

Além disso, a Espanha foi o país da União Europeia com o maior número de estrangeiros desempregados em 2012, de acordo com dados recentes da Eurostat, a agência de estatísticas da Europa do capital monopolista. Nada menos do que 38,6% dos trabalhadores "não-comunitários", ou seja, pessoas provenientes de países que não fazem parte da União Europeia, estão procurando e não encontram um meio de sustento.

Em toda a União Europeia a taxa dos estrangeiros desempregados é de 21,3%, mais que o dobro da taxa de desemprego entre cidadãos europeus nativos, que é de 9,8%, mostrando que este flagelo capitalista afeta especialmente os imigrantes e deitando por terra as mistificações que servem de substrato para as políticas xenófobas de perseguição alcunhadas de "proteção ao emprego" - políticas baseadas na patranha de que o estrangeiro rouba o trabalho do conterrâneo e que servem apenas para fazer fumaça à absoluta incapacidade dos administrados e gerentes dos Estados burgueses em fazer o número de desempregados diminuir.

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