Resistência em defesa da educação pública

Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação

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Os Trabalhadores em Educação do Município de Porto Velho, presentes na Assembleia em 07 de junho, na Praça das Caixas D’água, decidiram manter e radicalizar a greve que já ultrapassa um mês. Mesmo com a manobra da direção do SINTERO (Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Rondônia), em dizer que a greve perdeu força e que a votação deveria ser feita em "cédulas" e a "toque de caixa", proposta esta rechaçada pela massa enfurecida, a greve intensifica-se com propostas de acampamento em frente à prefeitura de Porto Velho e ações de mobilização que envolvem estudantes e outras categorias.

Quem tem sustentado a greve dos trabalhadores em Educação do município de Porto Velho é a base, que de forma combativa constituiu um Comando de Greve que tem dirigido de forma consequente os rumos do movimento.

Os trabalhadores em greve exigem condições dignas de trabalho, defendem com unhas e dentes uma educação pública de qualidade que sirva ao povo e salários dignos para sustentar suas famílias. Uma bandeira de luta justa e honesta que ganha força e que rompe com todos os interesses corporativos do oportunismo. O Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação – MOCLATE, formado por lutadores e lutadoras que defendem uma educação pública de qualidade para o povo, soma-se a esta luta.

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Juazeiro do Norte/CE: Mais um crime contra a educação pública

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Choro de revolta da professora Antonia, em Juazeiro do norte

Foi aprovado pela Câmara Municipal de Juazeiro do Norte um projeto antipovo de autoria do prefeito Raimundo Macedo (PMDB), que reduz em até 25% o salário dos professores da rede pública do Município.

A justificativa dada para esse golpe contra os trabalhadores seria a necessidade de reduzir a "inviável" folha de pagamentos da Prefeitura, alegando-se que o salário anterior seria superior ao piso pago aos professores no Estado.

Essa medida expressa e reforça o caráter do velho Estado brasileiro, que coloca os trabalhadores da educação como reféns de um ataque nacional que tem como objetivo destruir a educação pública. A grave situação enfrentada pelos trabalhadores de Juazeiro do Norte é, infelizmente, apenas mais um exemplo que só veio à tona devido à brutalidade de tal medida que levou toda a categoria ao desespero e justa revolta.


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Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

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