Notícias da Guerra Popular

Índia

Sete esbirros da reação aniquilados

Com informações de revolucionnaxalita.blogspot.com e  odiodeclase.blogspot.com

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Ações exitosas do EGPL têm ganho repercussão no mundo.

Em um contundente ataque, combatentes do Exército Guerrilheiro Popular de Libertação (EGPL), dirigido pelo Partido Comunista da Índia (Maoísta), aniquilaram sete destacados reacionários envolvidos em matanças de civis e de militantes comunistas na região de Magadh, em Bihar.

Os maoístas ativaram um Dispositivo Explosivo Improvisado (IED) que atingiu o veículo que transportava os sete homens próximo à aldeia de Pathara, no distrito de Aurangabad.  Os aniquilados formavam um grupo de latifundiários e seus mercenários. Entre os mortos estava o conhecido reacionário Sushil Pandey, que era membro da 'Ranvir Sena' (uma "milícia" de latifundiários de Casta Superior) e marido de Zilla Parishad Usha Devi, membro da instituição do governo local.

O ataque ocorreu apenas uma semana após o Tribunal Superior de Patna absolver todos os acusados no caso de um massacre contra o povo em Laxmanpur Báñese, distrito de Arwal. Os maoístas responsabilizaram o 'Ranvir Sena' por estes assassinatos que tiraram a vida de 58 'dalits' (população tribal) na noite do dia 1º de dezembro de 1997.

Exitosa greve de 24 horas em Bihar

Na última semana de outubro, o Partido Comunista da Índia (Maoísta) dirigiu uma vitoriosa jornada de lutas que culminou em uma greve de 24 horas no estado de Bihar, região leste do país, em protesto contra a absolvição dos 26 integrantes do grupo paramilitar fascista 'Ranvir Sena' envolvidos no massacre de Laxmanpur Báñese.

Durante a greve, guerrilheiros do EGPL explodiram uma torre de telefonia móvel e incendiaram um ônibus no distrito de Muzaffarpur.

A greve geral repercutiu profundamente nas zonas rurais e algumas regiões urbanas do estado. O comércio foi fechado e os transportes foram paralisados paralisaram.

Ação contra empresário explorador

Uma unidade do EGPL atacou as obras de construção de uma estrada na aldeia de Kalahandi, distrito de Miangpadar, no último dia 20 de outubro. Os naxalitas (como são conhecidos os maoístas no país) incendiaram duas máquinas, dois tratores e uma motocicleta. Eles também deixaram panfletos e cartazes no local denunciando o dono da empresa, Shiv Shankar, que paga salários abaixo do acordado com os trabalhadores, advertindo que caso a superexploração e humilhações continuarem ele sofrerá as consequências.

Em outra ação, no dia 21 de outubro, uma unidade de seis guerrilheiros do EGPL aniquilou um homem identificado como Madakam Kosalu, acusado de ser um informante da polícia no distrito de Khammam.

Bomba contra paramilitares

No último dia 18 de outubro foi noticiado que um artefato foi detonado por maoístas às 23h numa escola da aldeia de Motazelia, no distrito de Gadchiroli, onde estavam hospedados um grupo de 'jawans' (policiais paramilitares) do Grupo de Ação Especial. Vários deles ficaram feridos. Como sempre, os 'jawans' fascistas desencadearam atrocidades contra os aldeãos, tanto jovens como idosos, golpeando-os brutalmente e os acusando de ser "apoiadores dos maoístas".

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