Greves e Luta classista

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BH: Operários deflagram greve na construção

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Operários em greve bloqueiam Av. Abraão Caram, próxima à UFMG, no dia 28/11/2013.

Os trabalhadores da construção de Belo Horizonte e região estão em plena campanha salarial 2013/2014. Luta unificada que conta com a participação dos sindicatos ligados à Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Minas Gerais, Feticom-MG.

Em 24 de novembro, a assembleia geral da categoria, realizada na sede do Sindicato dos Trabalhadores da Construção de Belo Horizonte e Região (Stic-Marreta), aprovou o Estado de Greve. No dia seguinte começaram as paralisações.

No fechamento dessa edição de AND (29/11) a greve já durava três dias. Diversas obras encontravam-se paralisadas em todas as regiões da capital, algumas pela ação espontânea dos operários, revoltados com os baixos salários e as péssimas condições de trabalho, outras por piquetes organizados pelo Marreta.

Durante as paralisações os dirigentes sindicais realizaram agitações nos canteiros de obras, convocando os trabalhadores a aderirem às mobilizações. Segundo o relato de diretores do Marreta, as paralisações contam com grande adesão da categoria. Em cada obra paralisada são organizadas assembléias que debatem a pauta de reinvindicações e a expansão da luta para outros canteiros de obras.

Seguindo o exemplo dos protestos que ocorrem em todo o país, as paralisações próximas a avenidas avançaram para os bloqueios desses corredores pelos trabalhadores, que exigem respostas concretas para suas reinvindicações.

Os operários exigem melhores salários, o fornecimento pelas empresas de almoço e café da tarde em todos os canteiros de obras, o fim da terceirização nos canteiros, melhores condições de trabalho, com adoção de medidas coletivas e individuais de segurança, alojamentos decentes, entre outras demandas.

Patrões fogem das negociações

O Sindicato dos Trabalhadores da Construção de BH e Região entregou, no final de setembro, a pauta de reivindicações da categoria aprovada em assembleia ao sindicato patronal e, até o momento, ocorreram duas reuniões que deveriam ser para tratar da pauta de reivindicações, mas apenas o advogado do Sinduscon compareceu sem sequer fazer referência à pauta apresentada pelos trabalhadores. Os diretores do Sinduscon não compareceram nas reuniões ou se pronunciaram sobre as reivindicações dos trabalhadores.

A proposta apresentada pelo advogado do Sinduscon foi de 7,5% de reajuste, o que, segundo os cálculos feitos pela diretoria do Marreta, equivalem a R$ 1,85 por dia (tomando como base o salário de um servente). Essa proposta aviltante foi unanimemente rejeitada pela categoria na assembleia do dia 24.

A greve continuará por tempo indeterminado, até que os patrões se apresentem para debater e atender as demandas apresentadas na pauta de reivindicações.


Usina de Belo Monte — PA

Milhares de operários em greve

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Belo Monte: greve no Sítio Pimental.

Cerca de seis mil operários paralisaram o Sítio Pimental, um dos principais canteiros de obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte, entre os dias 9 e 18 de novembro.

Os trabalhadores protestavam contra as péssimas condições de trabalho, exigindo melhores salários e aumento no vale alimentação.

No dia 11, um piquete bloqueou os portões de acesso ao canteiro de obras. Os trabalhadores ocuparam portarias e impediram a circulação de máquinas pesadas. Somente a saída de ônibus com trabalhadores moradores de Altamira foi permitida.

Em reportagem transmitida por uma emissora de TV local, operários exigem respostas do Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM) sobre sua pauta de reivindicações e exigem posicionamento do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada e Afins do Estado do Pará (Sintrapav), que até então não havia se manifestado.

No dia 12, a greve se estendeu aos Sítios Canais, Diques, Bela Vista e Infraestrutura, ganhando a adesão de milhares de outros operários.

No dia 14 o judiciário determinou a proibição do bloqueio das portarias dos canteiros de obras. Soldados da tropa de choque da PM e da Força Nacional de Segurança foram enviados para reprimir a greve e há informações de que grevistas foram demitidos.

Sem respostas do CCBM ou do Sintrapav, os operários decidiram, em assembleia, manter a paralisação até o dia 18 de novembro, quando ocorreria nova assembleia.

Em uma reportagem de um telejornal local transmitida no dia 14 de novembro, o operário Adailton Pereira denunciou:

— Toda categoria está com os salários rebaixados e defasados. Essa é uma das obras que mais recebe dinheiro do governo federal, uma obra milionária e nós temos salários aqui de R$ 700 e R$ 673 — protestou.

Não há informações precisas sobre o fim da greve, sobre o número de operários demitidos ou sobre as respostas do CCBM às reinvindicações. A redação de AND entrou em contato com o CCBM e o Sintrapav por e-mail e até o fechamento dessa edição não obtivemos respostas.


Conceição do Mato Dentro — MG

Cativeiro da Anglo American

 

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Amos Jean sente saudades da mãe.

Cerca de seis mil operários paralisaram o Sítio Pimental, um dos principais canteiros de obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte, entre os dias 9 e 18 de novembro.

Os trabalhadores protestavam contra as péssimas condições de trabalho, exigindo melhores salários e aumento no vale alimentação.

No dia 11, um piquete bloqueou os portões de acesso ao canteiro de obras. Os trabalhadores ocuparam portarias e impediram a circulação de máquinas pesadas. Somente a saída de ônibus com trabalhadores moradores de Altamira foi permitida.

Em reportagem transmitida por uma emissora de TV local, operários exigem respostas do Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM) sobre sua pauta de reivindicações e exigem posicionamento do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada e Afins do Estado do Pará (Sintrapav), que até então não havia se manifestado.

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Claudia Saint vê dias
melhores no Brasil.

No dia 12, a greve se estendeu aos Sítios Canais, Diques, Bela Vista e Infraestrutura, ganhando a adesão de milhares de outros operários.

No dia 14 o judiciário determinou a proibição do bloqueio das portarias dos canteiros de obras. Soldados da tropa de choque da PM e da Força Nacional de Segurança foram enviados para reprimir a greve e há informações de que grevistas foram demitidos.

Sem respostas do CCBM ou do Sintrapav, os operários decidiram, em assembleia, manter a paralisação até o dia 18 de novembro, quando ocorreria nova assembleia.

Em uma reportagem de um telejornal local transmitida no dia 14 de novembro, o operário Adailton Pereira denunciou:

— Toda categoria está com os salários rebaixados e defasados. Essa é uma das obras que mais recebe dinheiro do governo federal, uma obra milionária e nós temos salários aqui de R$ 700 e R$ 673 — protestou.

Não há informações precisas sobre o fim da greve, sobre o número de operários demitidos ou sobre as respostas do CCBM às reinvindicações. A redação de AND entrou em contato com o CCBM e o Sintrapav por e-mail e até o fechamento dessa edição não obtivemos respostas. 


Garras transnacionais sobre o ouro do Xingu

Cerca de seis mil operários paralisaram o Sítio Pimental, um dos principais canteiros de obras da Usina Hidrelétrica Belo Monte, entre os dias 9 e 18 de novembro.

Os trabalhadores protestavam contra as péssimas condições de trabalho, exigindo melhores salários e aumento no vale alimentação.

No dia 11, um piquete bloqueou os portões de acesso ao canteiro de obras. Os trabalhadores ocuparam portarias e impediram a circulação de máquinas pesadas. Somente a saída de ônibus com trabalhadores moradores de Altamira foi permitida.

Em reportagem transmitida por uma emissora de TV local, operários exigem respostas do Consórcio Construtor Belo Monte (CCBM) sobre sua pauta de reivindicações e exigem posicionamento do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada e Afins do Estado do Pará (Sintrapav), que até então não havia se manifestado.

No dia 12, a greve se estendeu aos Sítios Canais, Diques, Bela Vista e Infraestrutura, ganhando a adesão de milhares de outros operários.

No dia 14 o judiciário determinou a proibição do bloqueio das portarias dos canteiros de obras. Soldados da tropa de choque da PM e da Força Nacional de Segurança foram enviados para reprimir a greve e há informações de que grevistas foram demitidos.

Sem respostas do CCBM ou do Sintrapav, os operários decidiram, em assembleia, manter a paralisação até o dia 18 de novembro, quando ocorreria nova assembleia.

Em uma reportagem de um telejornal local transmitida no dia 14 de novembro, o operário Adailton Pereira denunciou:

— Toda categoria está com os salários rebaixados e defasados. Essa é uma das obras que mais recebe dinheiro do governo federal, uma obra milionária e nós temos salários aqui de R$ 700 e R$ 673 — protestou.

Não há informações precisas sobre o fim da greve, sobre o número de operários demitidos ou sobre as respostas do CCBM às reinvindicações. A redação de AND entrou em contato com o CCBM e o Sintrapav por e-mail e até o fechamento dessa edição não obtivemos respostas.


A derrama* de Rousseff/PT/FMI

A obra da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, em Altamira (PA), abre caminho para a exploração de ouro pretendida pela Belo Sun Mining Corporation, empresa pertencente ao grupo canadense Forbes & Manhattan Inc., um banco de capital fechado que desenvolve projetos internacionais de mineração.

A empresa pretende implantar uma mina a céu aberto na Volta Grande do Xingu, trecho do rio que será mais impactado pela hidrelétrica, com a perda de até 80% de sua vazão. Nesta região, centenas de famílias de pequenos garimpeiros vivem há várias décadas, fazendo exploração artesanal e mecânica de ouro e pedras preciosas.

A previsão da Belo Sun, divulgada  na internet, é de que, em 11 anos, deverão ser extraídas 51,2 toneladas de ouro da Volta Grande do Xingu, uma média de 4,6 toneladas por ano.

Na região, vivem milhares de indígenas e ribeirinhos que dependem do Rio Xingu para sua sobrevivência. O desvio das águas, a construção da hidrelétrica e a exploração mineral na região causarão severos e insanáveis impactos. Já se sentem os efeitos da obra com a poluição das águas e redução de peixes, principal fonte de alimentação e renda da população local.

A expectativa da Belo Sun é que as obras ocorram entre 2013 e 2014 e que a mina comece a operar até 2016, acompanhando o cronograma de Belo Monte.

______
*Em 1.750 o Marquês de Pombal decretou que MG deveria enviar para Portugal no mínimo 100 arrobas de ouro, quantidade que, se não fosse alcançada ano a ano, o governo lançaria uma derrama (cobrança dos tributos atrasados). Foi assim que, no início de 1.789, a Coroa exigiria dos mineiros o pagamento de 596 arrobas (8.940 quilos) de ouro através da derrama anunciada pelo então governador, Visconde de Barbacena.


PE: Greve na construção civil

Elvis Magalhães

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Combativa greve dos operários da construção em Recife.

Entre os dias 28 de outubro e 01 de novembro os trabalhadores da construção civil em Pernambuco estiveram em greve reivindicando:

  • Reajuste salarial de 18%;
  • 100% de hora extra aos sábados, domingos e feriados;
  • Vale-alimentação de R$ 350,00;
  • Participação nos lucros e resultados.

Enquanto isso o patronato oferecia apenas um reajuste salarial de 5,7%.

Mais de 60 mil operários paralisaram as obras de aproximadamente 700 canteiros do Recife, região metropolitana e interior.

Uma passeata foi organizada e saiu da Av. Cde. Da Boa Vista sentido Av. Guararapes, na manhã do dia 28.

Com uma adesão tão grande dos operários, a paralisação das obras, que em grande parte já estão atrasadas, forçou o patronato a retroceder e abrir um pouco a mão cedendo o que é direito dos trabalhadores.

Depois de uma reunião com o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil (Marreta) e o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Pernambuco (Sinduscon-PE) que durou dez horas, a greve chegou ao fim.

Os trabalhadores conquistaram:

  • 10% de reajuste salarial;
  • 100% de horas extras nos sábados, domingos e feriados;
  • Manutenção das passagens dos trabalhadores que moram no interior;
  • Liberação dos funcionários para congressos do sindicato sem desconto no salário;
  • Pagamento dos dias parados.

Com o novo reajuste, o piso salarial dos profissionais e serventes chega a R$ 1.097,80 e

R$ 827,20, respectivamente. Para quem recebe até 3 mil reais acima do piso o reajuste será de 9,67%.

Novas greves no PAC

Belo Monte: a luta não para

Em 26/11, pela segunda vez em menos de um mês, os canteiros de obras dos Sítios Pimental, Belo Monte, Canais e Diques, Bela Vista e Infraestrutura, amanheceram paralisados. São 27 mil operários em greve contra os baixos salários e as péssimas condições de trabalho.

Em assembleia realizada no canteiro de obras em 23 /11, os operários rejeitaram a proposta do Consórcio Construtor Belo Monte, que previa um reajuste salarial de 11% para a maioria dos trabalhadores, de 30% na cesta básica e vale-alimentação, além de aumento de 12% na Participação nos Lucros e Resultados.

Os trabalhadores reivindicam reajuste de 15% nos salários, além de cesta básica de R$ 380, melhores condições de trabalho e dos refeitórios, alojamentos, etc.. Eles também lutam para que os sábados sejam livres e que, no caso de haver trabalho, que seja pago como hora extra a 100%.

Soldados da PM e da Força Nacional ocupam o canteiro.

Os operários anunciaram que a greve é por tempo indeterminado, dependendo exclusivamente do atendimento às suas reivindicações.

Protesto em Suape

Operários da Refinaria Abreu e Lima, parte do Complexo Industrial Portuário de Suape, localizado na Região Metropolitana do Recife, protestaram na manhã de 27/11 contra ameaças de demissões e o atraso de 15 dias no pagamento .

Também foi denunciado que o consórcio COEG (formado pelas empresas Conduto e Egesa) demitiu trabalhadores e se recusou a pagar as verbas rescisórias, provocando revolta. Isso se soma às estimativas apontadas pelo Ministério Público do Trabalho de Pernambuco e a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de que, nos próximos dois anos, aproximadamente 42 mil trabalhadores que prestam serviços à Petrobras por intermédio de empresas contratadas serão demitidos.

Queda de grua mata dois operários em obra da Copa

Dois operários morreram em mais um  “acidente” em uma obra da copa. Dessa vez ocorreu na Arena Corinthians, em Itaquera, SP,  em 27 de novembro.

No momento da colocação do último módulo da construção no setor Sul, o guindaste tombou e uma grua caiu em cima do painel de LED matando Fabio Luiz Pereira, 42 anos, motorista e operador, e Ronaldo Oliveira Santos, 44 anos, montador.

A Fifa derramou lágrimas de crocodilo, dizendo lamentar o “acidente” e diz que a “segurança dos trabalhadores é a prioridade máxima”. No entanto, nas obras bilionárias de construção e reforma de estádios para a copa da Fifa e outros que servirão de suporte ao megaevento já foram registradas várias mortes  de operários e um número ainda impreciso de mutilações e “acidentes” não fatais.

No Estádio Nacional de Brasília, em junho de 2012, um operário de 21 anos morreu após queda de 30 metros de altura. No mês seguinte, um operário de 55 anos morreu de exaustão. Ele sofreu uma hemorragia mal explicada, perdendo sangue pela boca e com parada cardiorrespiratória após passar mal no canteiro de obras do Mineirão, em Belo Horizonte.

Somente no ano de 2013, em janeiro, um operário foi morto após sofrer descarga elétrica e cair de uma altura de três metros na Arena Grêmio, em Porto Alegre. Na Arena da Amazônia, em Manaus, em março, um operário morreu após queda de 5 metros de altura. Em abril, Arena Palestra, estádio do Palmeiras, em São Paulo, um operário morreu esmagado por uma viga.

As obras da copa da Fifa são palco de sucessivas greves e revoltas operárias contra os baixos salários e as péssimas condições de trabalho. As grandes empresas e grandes burgueses, sedentos pelo lucro máximo, exigem rapidez para a entrega das obras e não se importam se junto do concreto em que assentam seus hotéis, estádios e outras futilidades há sangue operário.

O povo vem demonstrando desde as jornadas de junho que não quer a farra dos megaeventos. Aproxima-se o dia em que o grito de revolta dos operários contra a matança de trabalhadores nas obras, contra a repressão e as condições degradantes de trabalho se somará à revolta popular contra o velho Estado.


Uece: A greve continua!

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Estudantes ocuparam o palanque de Cid Gomes em ato da greve.

Os professores, estudantes e servidores da Universidade Estadual do Ceará (Uece) estão em greve desde o último dia 22 de outubro.

Em 6 de novembro, centenas de pessoas tomaram as ruas da cidade rumo ao Palácio da Abolição agitando palavras de ordem, exigindo melhorias na infraestrutura, no ensino e nas condições de trabalho.

Um grupo de jovens com rostos cobertos abriu caminho para os manifestantes e bloqueou o trânsito para que o protesto passasse. Uniram-se ao protesto, camponeses em luta pela terra, operários da construção, ribeirinhos atingidos por barragens e organizações populares. Ao cair a noite, como tem ocorrido em todo o país, a temperatura do protesto subiu e as forças de repressão entraram em ação com bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral.

“A situação é tão gritante que, em reunião com o movimento #GreveNão, que se formou na universidade, o próprio reitor, Jackson Sampaio, teve que admitir que as pautas do movimento grevista eram legítimas e que a carência de recursos na universidade é real”, relatou Maykol de Oliveira Camurça, integrante do Comando Geral da Greve, em depoimento ao  revistaforum.com.br em 12 de novembro.

No mesmo dia 12, o gerente estadual Cid Gomes (PROS) montou seu palanque no Centro de Eventos do Ceará para a entrega de 4.414 notebooks para alunos do ensino médio da rede estadual. Estudantes, professores e servidores da Uece uniram-se aos da Universidade Regional do Cariri (Urca) e da Universidade do Vale do Acaraú (UVA) e interromperam a cerimônia por algum tempo com cartazes e faixas, agitando palavras de ordem da greve e em defesa da universidade pública.

A greve continua. Professores, estudantes e servidores, unidos, mostram-se decididos de levá-la adiante até conquistarem suas justas reivindicações.

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