Rato na Coca-Cola

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Wilson se manifestando em Botafogo.

Há 13 anos, o goiano Wilson Batista Rezende, 46 anos, vive um drama devido ao consumo de Coca-Cola. No ano de 2000, ele, que praticava atividades físicas e tinha uma alimentação saudável, teve sua vida mudada por uma intoxicação exógena após consumir uma pequena quantidade do refrigerante que continha restos de ratos. Na ocasião, ele afirma não ter conseguido ingerir mais que um gole da bebida, de tão corrosiva que estava, e cuspiu o que conseguiu na hora.

Desde então, Wilson sofre com as sequelas decorrentes do erro na fabricação do produto. A dificuldade de se locomover, as contrações involuntárias nos músculos e a impossibilidade de arrumar emprego e levar uma vida normal têm sido realidade ao longo dos anos.

Em visita à redação de AND, em 12 de dezembro de 2013, ele garantiu, inclusive com documentos, que os laudos judiciais confirmam que as seis garrafas de Coca-Cola que ele adquiriu na época estavam lacradas e contaminadas por restos de ratos, e move um processo contra a fabricante local, a Spal Indústria Brasileira de Bebidas S/A.

No dia seguinte a sua visita, ele nos convidou para acompanhar uma manifestação que realizou em frente ao prédio da Coca-Cola, no bairro de Botafogo, zona Sul do Rio de Janeiro. Ele abriu uma grande faixa denunciando as irregularidades no processo e que continha as frases: “Os peritos afirmam que as garrafas foram fabricadas em um galpão antigo, porém foram coagidos a periciar uma fábrica moderna”, “O Tribunal de Justiça de São Paulo sempre substituiu o juiz do meu processo toda vez que o mesmo ia proferir a sentença” e “A juiza que julgou esta ação como improcedente baseia-se em suposições onde rejeita provas judiciais”. Estas denúncias, expostas na faixa e nos panfletos, foram as mesmas que ele nos relatou.

A persistência de Wilson fez o caso obter repercussão. Vivendo com a ajuda de amigos, o único desejo de Wilson é que a justiça seja feita e que a Coca-Cola seja responsabilizada.

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