Luta classista na Coreia do Sul

http://www.anovademocracia.com.br/124/17a.jpg
http://www.anovademocracia.com.br/124/17b.jpg
http://www.anovademocracia.com.br/124/17c.jpg
Desde dezembro, trabalhadores sul-coreanos tomam as ruas em justas jornadas de lutas por seus direitos.

Sob o boicote do monopólio da imprensa vem acontecendo uma das mais retumbantes mobilizações da classe trabalhadora levada a cabo nos últimos meses em todo o mundo. Trata-se do gigantesco levante popular de caráter eminentemente classista que desde o início do último mês de dezembro vem sacudindo as estruturas da Coreia do Sul.

O que se transformou em um movimento de massa começou com uma combativa greve dos trabalhadores ferroviários, iniciada ainda no dia 22 de novembro do ano passado, contra os planos de “reestruturar” o setor, o que significa claramente demissões e piora na qualidade dos serviços. O “governo” sul-coreano pretende retalhar e privatizar a Korail, a companhia ferroviária nacional, empresa pública, sob a justificativa de que a privatização é necessária para reduzir custos do Estado e melhorar a eficiência.

Como parte do movimento grevista, os ferroviários convocaram uma série de manifestações e piquetes que cresceram a ponto de inundar Seul com multidões solidárias à luta da categoria, cientes de que na verdade se tratava  de uma luta comum a todos os trabalhadores sul-coreanos em defesa do patrimônio nacional e dos serviços públicos.

Em meados de dezembro, sentindo-se acuado, o gerenciamento da “presidente” Park Guenhye declarou a greve ilegal, e mandou as forças de repressão sul-coreanas contra os piquetes e as manifestações. A polícia iniciou uma perseguição às lideranças do movimento – em dobradinha com a “justiça”, com a emissão de dezenas de mandados de prisão –, e passou a confiscar equipamentos e documentos de várias representações sindicais locais.

NÃO SAIA AINDA… O jornal A Nova Democracia, nos seus mais de 18 anos de existência, manteve sua independência inalterada, denunciando e desmascarando o governo reacionário de FHC, oportunista do PT e agora, mais do que nunca, fazendo-o em meio à instauração do governo militar de fato surgido do golpe militar em curso, que através de uma análise científica prevíamos desde 2017.

Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

Nunca recebemos um centavo de bancos ou partidos eleitoreiros. Todo nosso financiamento sempre partiu do apoio de nossos leitores, colaboradores e entusiastas da imprensa popular e democrática. Nesse contexto em que as lutas populares tendem a tomar novas proporções é mais do que nunca necessário e decisivo o seu apoio.

Se você acredita na Revolução Brasileira, apoie a imprensa que a ela serve - Clique Aqui

Edição impressa

Endereços

Jornal A Nova Democracia
Editora Aimberê

Avenida Rio Branco 257, SL 1308 
Centro - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 2256-6303
E-mail: [email protected]

Comitê de apoio em Belo Horizonte
Rua Tamoios nº 900 sala 7
Tel.: (31) 3656-0850

Comitê de Apoio em São Paulo
Rua Silveira Martins 133 conj. 22 - Centro
Reuniões semanais de apoiadores
toda segunda-feira, às 18:45

Seja um apoiador você também:
https://www.catarse.me/apoieoand

Expediente

Diretor Geral 
Fausto Arruda (licenciado)
Victor Costa Bellizia (provisório)

Editor-chefe 
Victor Costa Bellizia

Conselho Editorial 
Alípio de Freitas (In memoriam)
Fausto Arruda
José Maria Galhasi de Oliveira
José Ramos Tinhorão 
Henrique Júdice
Matheus Magioli Cossa
Paulo Amaral 
Rosana Bond

Redação
Ana Lúcia Nunes
João Alves
Paula Montenegro
Taís Souza
Rodrigo Duarte Baptista
Victor Benjamin

Ilustração
Paula Montenegro