Hors-la-loi: a luta do povo argelino no cinema

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O ataque do inimigo evidencia o êxito de nosso trabalho, demonstrando que fomos capazes de demarcar uma linha clara entre ele e nós. O filme “Hors-la-loi”, lançado no início de 2011 no Brasil com o nome de “Fora da Lei”, comprova este princípio da luta de classes enunciado pelo dirigente máximo da revolução chinesa, Presidente Mao Tsetung.

Na primeira sessão de exibição do filme, durante o festival de Cannes de 2010, veteranos da guerra da Argélia e moradores de Cannes (reduto eleitoral dos partidos com programas de restrição a imigrantes) realizaram uma barulhenta passeata, promovida por deputados da extrema-direita francesa, como Lionnel Luca e Jean-Marie Le Pen, contra o filme que então concorria à Palma de Ouro e concorreria ao Oscar no ano seguinte na categoria de melhor filme estrangeiro.

O longa-metragem do aclamado cineasta e roteirista franco-argelino Rachid Bouchareb é atacado pelos setores mais reacionários da sociedade francesa porque toma uma posição clara a respeito dos crimes cometidos pelo colonialismo francês na Argélia e em defesa desta que foi uma das mais importantes lutas de libertação nacional do século XX.

“Fora da Lei” tem um enredo envolvente que leva o espectador a viver o drama de uma humilde família de camponeses pobres expulsa de suas terras ancestrais pelos colonizadores franceses. Um casal de idosos e três crianças avistam chegar o alcaide¹ da cidade, acompanhado de soldados. A família é obrigada a se retirar de suas terras que seriam entregues ao colonizador francês. E, enquanto a matriarca da família (Chafia Boudraa) pragueja contra os soldados, o pai arruma suas tralhas numa carroça com destino ao deserto.

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Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

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