12 anos do jornal A Nova Democracia

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A celebração dos 12 anos do jornal A Nova Democracia na noite de 7 de agosto foi marcada pela reunião dos principais coletivos, organizações e personalidades presentes nas jornadas de lutas populares deflagradas em nosso país a partir de junho de 2013.

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Diversas entidades e organizações participaram da mesa durante a celebração

No auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Centro do Rio de Janeiro, estiveram presentes a juventude combatente; organizações classistas e de defesa dos direitos do povo; velhos combatentes; jornalistas; familiares e advogados dos presos políticos dos protestos contra a farra da Fifa; ativistas que enfrentaram a repressão, a prisão e são alvo de processos por lutarem e defenderem os direitos do povo; camponeses, operários, trabalhadores e trabalhadoras; colaboradores do AND, equipe de redação, comitês de apoio e os coletivos de produção audiovisual atuantes na cobertura das jornadas de lutas. A presença de cada um foi mostra do reconhecimento do jornal como porta-voz de nosso povo, parte e fruto de sua luta.

Em meio aos que lutam

Nossos sinceros agradecimentos às organizações, coletivos e entidades presentes em nossa celebração: Frente Independente Popular (FIP-RJ); Dr. Marino D’Icarahy, advogado dos presos políticos; Comissão Nacional das Ligas dos Camponeses Pobres (LCP); Liga Operária; Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR); Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos (Cebraspo); Comitê dos Familiares dos Presos Políticos; Instituto de Defensores de Direitos Humanos; Sindicato dos Trabalhadores da Construção de Belo Horizonte e Região (Marreta); Instituto Helena Greco de Direitos Humanos e Cidadania; os cartunistas Diego Novaes e Carlos Latuff; Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação (Moclate); Movimento Feminino Popular (MFP); Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo (FRDDP); André Barros, representando a Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil; advogados do Coletivo Tempo de Resistência; Rede de Comunidades de Movimentos Contra a Violência; Rede Estudantil Classista e Combativa (RECC); Unidade Vermelha; Daniel Mazola, conselheiro e secretário da Comissão de Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos da Associação Brasileira de Imprensa; Organização Anarquista Terra e Liberdade (OATL); Laboratório de Direitos Humanos de Manguinhos; Resistência da Aldeia Maracanã; Movimento População de Rua (RJ); Mídia Independente Coletiva (MIC); Coletivo Vinhetando; Coletivo Mariachi; Coletivo Carranca; Coletivo Cinza Sem Filtro;  e Coletivo 2V.

A presença e o reconhecimento dos que lutam pelos direitos do povo no Brasil e em todo o mundo fortalece nosso trabalho e decisão de redobrarmos esforços para corresponder à confiança e apoio depositados no AND.

Análise científica

As falas dos convidados resgataram a nossa trajetória e apontaram como as afirmações que fazíamos há mais de uma década sobre vários temas se confirmaram, como a farsa eleitoral, o caráter antipovo e vende-pátria do gerenciamento oportunista (já apontado antes mesmo do PT assumir o posto central da gerência do velho Estado), sobre a podridão da Fifa, a crise do imperialismo, a questão palestina, entre outros temas.

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O velho comunista José Maria Galhassi de Oliveira, 88 anos, um dos fundadores de AND

O jornalista Wilson de Carvalho, colaborador nos primeiros anos do jornal, destacou que o AND sempre se preocupou em fornecer aos leitores análises científicas, inclusive sobre os esportes, e que denunciava já em sua edição nº1 o caráter mafioso da Fifa, análise que se mostrou correta e comprovou-se com o completo desmascaramento dessa entidade na farra da Copa promovida recentemente no Brasil. Wilson se emocionou ao recordar uma reportagem especial do AND realizada por ele nas áreas camponesas em Rondônia.

O professor Fausto Arruda relembrou como também, desde a primeira edição, denunciávamos a farsa eleitoral como jogo de cartas marcadas da disputa das legendas do Partido Único cujo único propósito é escolher quem gerenciará o velho Estado para servir aos interesses do imperialismo, da grande burguesia e do latifúndio.

“Como nem Serra, Lula, Garotinho ou Ciro apontam para a superação da crise, há uma situação ímpar: uma eleição com um só partido e quatro sublegendas. Todos manterão a essência da política econômica e aumentarão a repressão contra o povo. Daí a crise do sistema representativo: o povo está vendo” — afirmávamos no primeiro número do jornal há 12 anos.

Membros do conselho editorial, comitês de apoio de diversas regiões, artistas entrevistados pelo jornal e leitores de todo o Brasil e do exterior nos enviaram saudações desejando êxito e vida longa ao jornal.  Agradecemos as saudações de estima e a presença de todos em nossa celebração!

Saudação internacionalista

Por ocasião do 12º aniversário de vosso jornal A Nova Democracia, Gran Marcha Hacia el Comunismo lhes envia uma saudação muito calorosa a todos que tornam possível que A Nova Democracia esteja nas ruas a cada quinze dias, desde os jornalistas até os membros dos comitês de apoio, permitindo que a imprensa popular e democrática, que tem sua expressão em um jornal como A Nova Democracia, que dá cobertura à voz dos sem voz, às lutas dos operários, camponeses, estudantes, mulheres do Brasil, às lutas revolucionárias dos povos do mundo, tanto da América Latina como as guerras populares na Índia ou Filipinas que são dirigidas por partidos maoístas. Por isso é um orgulho para o blog Gran Marcha Hacia el Comunismo dar cobertura periodicamente e reproduzir artigos de A Nova Democracia, e torná-los conhecidos por aqueles que seguem nosso blog.

Para vossa informação, traduzimos para o espanhol e publicamos em nosso blog o seu artigo “Viva os 12 anos de A Nova Democracia!”

Calorosas saudações internacionalistas!

Gran Marcha Hacia el Comunismo

granmarchahaciaelcomunismo.wordpress.com

Sendo a voz das massas

Não é simplesmente uma dúzia de anos que nosso AND comemora hoje!

É algo muito maior que uma mera contagem!

Conteúdo exclusivo para assinantes do jornal A Nova Democracia

Porque foi (e continua sendo) um tempo multiplicado. Acrescido dentro de uma vigorosa equação lutadora, resistente, democrática, popular, mestra, aprendiz, e solidária a todos os espoliados pelo império do capital.

O operário e o camponês do Brasil e de outras pátrias, o guerrilheiro indiano, o estudante chileno indignado, o favelado carioca sob ataque, o palestino indomável, o sem- teto paulista despejado, o peruano rebelde, o professor de Minas Gerais ou da USP em protesto, o desempregado espanhol, o africano invadido, a massa brasileira nas ruas e os novos presos políticos, o indígena de todos os cocares, sempre encontraram, eles e muitos outros, sua voz verdadeira estampada nas páginas de AND.

Viva o aniversariante!

Vida longa (e multiplicada) ao jornal A Nova Democracia !       

Rosana Bond, repórter e editora-chefe

Edição impressa

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