Índia: fascistas temem o avanço da Guerra Popular

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No fim de 2014, o blog ‘Revolución Naxalita’ divulgou a informação de que um expediente de inteligência elaborado recentemente pela reação adverte sobre a “expansão do movimento naxalita” [como são conhecidos os maoístas indianos] em todo o sul da Índia. O informe diz que o Partido Comunista da Índia (Maoísta), organização que dirige a luta armada revolucionária e tem forte presença em várias regiões do país, está estendendo suas bases nos vales ocidentais e especialmente no estado de Kerala, onde está reaparecendo sua atuação.

O informe também assinala que este movimento pretende “difundir gradualmente seus tentáculos ao resto do sul do país”. Além disso, afirma que os naxalitas estão ganhando força em Malappuram, Wayanad, Kannur, Mysore, Kodagu, Udupi, Chikmagalur Shimoga e Karnataka.

Em Kerala verificou-se que o movimento pouco a pouco está ganhando impulso, realizando ataques menores com a intenção de realizar propaganda e atuando fortemente nos sindicatos de plantações de borracha e chá. Tal informe ainda aponta que em todo o sul da Índia há pelo menos 124 pequenos grupos que apoiam a ideologia maoísta e que “estes podem se tornar perigosos caso não sejam detidos”.

Em 22 de dezembro, ocorreram três ataques simultâneos de combatentes do Exército Guerrilheiro Popular de Libertação (EGPL) nos distritos de Palakkad e Wayanad, no mesmo estado de Kerala. Segundo informações de secoursrouge.org, durante a madrugada, um grupo armado de quinze guerrilheiros invadiu o escritório do departamento florestal Mukkali, destruiu arquivos e incendiou um veículo do governo em frente ao prédio. Ao se retirarem, os guerrilheiros colaram cartazes nas paredes conclamando o povo a se levantar e pegar em armas contra os reacionários. Panfletos espalhados pelos combatentes em vários locais denunciavam a situação dos povos tribais nas selvas da região.

Mais tarde, por volta de 7h, um grupo de sete combatentes atacou a lanchonete de uma grande rede ianque na cidade de Palakkad. Os guerrilheiros destruíram as vidraças do local e distribuíram panfletos convocando o povo a lutar contra o imperialismo.

Uma estação florestal localizada em Kunjom também foi atacada nesse mesmo dia. Os combatentes do EGPL deixaram folhetos do PCI (Maoísta) denunciando a destruição das florestas pelas mineradoras e grandes empreiteiras por todo o território nacional.

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