Lutas de Libertação Nacional

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Curdistão

Resistência inicia 2015 com força total

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Guerrilheiros das YPG defendem a frente sul de Kobane

Em 4 de janeiro, o blog 'Odio de Clase' divulgou que as Unidades de Defesa do Povo (YPG), parte integrante da resistência curda, realizou vários ataques aniquilando pelo menos 16 mercenários do Estado Islâmico (ISIS) nas frentes leste e sudeste.

Segundo a agência ANHA, em Kobani as quadrilhas do ISIS atacaram um ponto estratégico no extremo oriental. Depois, as forças das YPG responderam com várias operações aniquilando pelo menos 10 deles. Também ocorreram enfrentamentos nas frentes sul oriental, onde dois membros do ISIS foram aniquilados e mais 4 na região de Kaniya.

Afeganistão

Ataques assassinos de drones

No dia 4 de janeiro, correram o mundo as notícias de novos ataques de drones (aviões não-tripulados) ianques que assassinaram pelo menos 11 membros da resistência no Afeganistão. Tais ações genocidas levadas a cabo pelos imperialistas ocorreram após a morte de outros 35 membros em confrontos com as forças armadas lacaias do país.

Na aldeia de Kean, distrito de Spera, província de Khost, no sudeste afegão, sete membros da rede Haqani foram assassinados em um dos ataques. No dia 3, quatro membros da resistência foram vítimas fatais no distrito de Nijrab, na província de Kapisa, afirmou Abdullah Talwar, chefe de segurança provincial.

Os ataques assassinos foram realizados depois que a Otan e o USA "concluíram" a missão de ocupação do país e deixaram a situação à cargo do "governo" mercenário dando início à operação Apoio Decidido.

Afeganistão é uma derrota militar para o USA

Artigo de James Petras
Publicado em lahaine.org

Primeiro devemos reconhecer que 2/3 do território afegão – particularmente fora das grandes cidades – está controlado pelos insurgentes, que são chamados talibãs, embora alguns afirmem que há outras forças também envolvidas na resistência. Em termos de território, a resistência tomou o controle da maioria do país.

Em segundo lugar, devemos registrar que o USA sofreu 2.224 baixas e teve dezenas de milhares de feridos – mental e/ou fisicamente –, além de não lograr impor um governo estável nem com capacidade de manter o poder.

O terceiro ponto é que esta retirada de tropas é muito relativa porque, apesar da cerimônia de retirada, ficam 11 mil soldados ianques e três mil de outros países no Afeganistão, tratando de fortalecer as debilidades do exército mercenário que possui – supostamente – no controle do país.

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