Misturando ritmos e expressando ideias

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Aos 26 anos de idade, o paulistano Leo Versolato, já veterano instrumentista, lança seu primeiro trabalho solo. Com influência dos principais nomes da música brasileira, incluindo o próprio pai, saxofonista da banda Mantiqueira, Leo mostra sua versatilidade e talento musical em um trabalho autoral sofisticado.

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— Acredito que é difícil enquadrar minha música em qualquer estilo pré-determinado. E gosto quando as pessoas falam ‘não sei com o que se parece o seu som, me lembra um monte de coisa, mas, não parece com nada’ — fala Leo.

— Para mim isso é um elogio. Acredito que minha música traz a minha personalidade, que é uma grande mistura de tudo que ouvi e considero bacana. Uma mistura de influências.

— Na verdade, é até a minha busca o tentar extrair um pouquinho de todo mundo, no sentido de riqueza musical, de conteúdo. Mas, manter a minha personalidade e forma de expressão — expõe.

Leo ouviu muita música brasileira e de fora também. Os grandes cancioneiros de várias partes.

— Elis Regina, Chico Buarque, Edu Lobo, Djavan, Ivan Lins, os mineiros Milton Nascimento, Clube da esquina, Lô Borges, Flávio Venturini, Beto Guedes, entre muitos outros — relata.

— E têm também os músicos que fazem parte do meu grupo de amigos. Entre eles, sou super amigo do pessoal do grupo 5 a Seco, uma banda daqui de São Paulo. E muitos outros amigos que de certa forma me influenciaram — diz.

Leo é filho do veterano saxofonista Ubaldo Versolato que, entre outros trabalhos, faz parte da banda Mantiqueira.

— Meu pai foi uma grande influência aqui em casa. Cresci indo vê-lo tocar, assistindo ensaio da orquestra Jazz Sinfônica que ele tocava, tendo contato com o universo do músico orquestral, com arranjos maravilhosos — recorda.

— A Mantiqueira também contou muito para mim. Uma banda de jazz brasileiro maravilhosa, que já foi indicada ao Grammy. Super reconhecida e com certeza uma grande aula de música — elogia.

A banda Mantiqueira foi idealizada pelo maestro e arranjador Nailor Azevedo, o Proveta, em São Paulo, com o objetivo de ser uma escola para o aperfeiçoamento do instrumentista, além de apresentar uma música de qualidade.

— Além desses trabalhos, acompanhei milhões de outros shows e eventos que meu pai participou. Com certeza todos foram muito agregadores para mim assim, no sentido de repertório, de linguagem musical.

 — E um outro detalhe de família é que minha mãe também teve grande participação nas minhas influências. Eu ouvia música com meu pai nos lugares que ele tocava, mas quando chegava em casa ele não queria mais ouvir música – diz Leo.

— Então era minha mãe que colocava música para tocar. Assim aqui dentro da minha casa conheci todos os importantes nomes da música brasileira, tudo que minha mãe gostava.

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