Migrações e as ‘firulas humanistas’ dos assassinos

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Migrantes sírios atravessam fronteira com a Turquia

Uma a uma, as ilusões criadas pelos prestidigitadores a serviço do grande capital monopolista acerca das maravilhas que o modo de produção capitalista desenvolvido poderia fazer pelo mundo — pela humanidade, pelas pessoas — se desmancham no ar, ao passo que a crise de superprodução relativa do capitalismo internacional se aprofunda, agudiza-se, tensionando as contradições do sistema de exploração do homem pelo homem até o limite da arrebentação. Este tensionamento compele os monopólios e seus representantes, ou serviçais investidos de “presidentes” e “primeiros-ministros”, a deixarem a maioria das “firulas humanistas” de lado — ou deixá-las quase que exclusivamente a cargo dos especialistas no assunto, como a ONU — para se esmerarem na corrida pela repartilha do mundo, como moribundos tentando alguma sobrevida.

A atual “crise migratória”, cujos episódios ou conjunturas mais dramáticas vão-se acumulando e se avolumando, se agudiza da mesma forma que a crise geral entre as regiões e as nações do planeta como um rastilho de pólvora entre os paióis dos Estados burgueses e semicoloniais. Esta “crise migratória” é sintoma e consequência direta daquela corrida interimperialista por abertura de novos mercados, por novas fontes de matérias-primas e pela conquista de posições militares geoestratégicas.

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Em todo esse tempo lutamos e trouxemos às claras as entranhas e maquinações do velho Estado brasileiro e das suas classes dominantes lacaias do imperialismo, em particular a atuação vil do latifúndio em nosso país.

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