Titãs do proletariado internacional

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Em 21 e 26 dezembro, os revolucionários de todos os países celebram o aniversário do nascimento de dois gigantes do proletariado internacional: Joseph Stalin (completa 137 anos) e Mao Tsetung (completa 122 anos), respectivamente.

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Stalin e Mao, dois grandes dirigentes comunistas

Por ocasião dessas duas datas memoráveis do proletariado internacional, trazemos a divulgação de “A Carta Chinesa – A grande batalha ideológica que o Brasil não viu”, publicação do Núcleo de Estudos do Marxismo-leninismo-maoísmo (Brasil), cuja primeira edição data de dezembro de 2003.

Se trata de um conjunto de cartas e documentos que fazem parte da titânica luta de duas linhas travada pela direção revolucionária do Comitê Central do Partido Comunista da China (PCCh), sob a chefatura de Mao Tsetung, em defesa das “espadas de Lenin e Stalin”, contra o revisionismo moderno, expresso na direção do Partido Comunista da União Soviética (PCUS) e Nikita Kruschev, principalmente a partir do XX Congresso do PCUS, em fevereiro de 1956.

Alguns poucos documentos dessa batalha ideológica circularam, de forma muito limitada, na imprensa clandestina no Brasil nos anos de 1960 e 1970. A Classe Operária, órgão do Partido Comunista do Brasil, chegou a publicar alguns dos Nove Comentários do PCCh e também editou um dos mais completos e esclarecedores artigos naquela época: O Falso Comunismo de Kruschov e Suas Lições Históricas.

A violenta perseguição promovida aos comunistas, de forma preventiva e seletiva pelo gerenciamento militar no Brasil e a perda de contatos diretos com a revolução chinesa via Comitê Central do Partido Comunista do Brasil, acrescentou maiores dificuldades aos comunistas brasileiros para reunir a Carta e os Nove Comentários e demais documentos sobre o maoísmo e a Revolução Chinesa.

As décadas de predomínio do oportunismo e revisionismo na direção do Partido Comunista em nosso país aumentaram ainda mais as dificuldades que estes documentos de importância transcendental fossem difundidos entre os militantes revolucionários, uma vez que esses textos guardam outros significados igualmente preciosos, que são o desvendar dos crimes dos revisionistas perpetrados contra o movimento comunista internacional, o desmascarar dos atos que suscitam a fúria dos povos que lutam pela sua libertação, a demonstração de como o Pensamento do Presidente Mao ousou enfrentar os criminosos que usurparam a direção daquela que, até então, era a mais renomada academia do marxismo, derrotando fragorosamente os teóricos da conciliação de classes, até que finalmente se desenvolveu a ponto de retomar e erguer a bandeira da revolução proletária, devenindo-se em maoísmo.

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Reunir a Carta dos 25 Pontos e os Nove Comentários numa única edição e divulgá-los entre os contingentes dos mais aguerridos militantes dos movimentos populares de nosso País é uma façanha que somente hoje, aos estudiosos do marxismo, no desenvolver da nova onda da revolução proletária mundial, compete realizar. Da mesma forma que é inteiramente inútil vasculhar a história sem buscar o seu desenrolar em bases concretas, sem investigar o fazimento das formas superiores de resistência da luta de massas, sem analisar o terreno em que elas se produzem e de como se desenvolve o melhor das suas tradições, a compreensão de combater resoluta e impiedosamente o revisionismo é justa, porém esse alcance somente se materializa compreendendo, ao mesmo tempo, que o proletariado revolucionário, armado de sua teoria, é o único que pode vencer e destruir o monstro fascista, a polícia política do Imperialismo, do qual o revisionismo faz parte desde o início do século passado.

Tal como os clássicos de uma maneira geral, a Carta dos 25 Pontos e os Nove Comentários se elevam no mar revolto tendo o maoísmo como grande timoneiro, porque o seu estudo significa ir ao encontro da História, algumas vezes descobrir, outras, recapitular suas lições, seguindo sempre em frente com as massas; é ter o privilégio de encarar as experiências de todas as fases do marxismo sistematizadas no calor dos últimos combates da primeira grande onda da revolução proletária mundial (1848-1976) e atrever-se a conviver com os conhecimentos científicos adquiridos no longo e luminoso sendeiro da luta de classes, da luta pela produção e pela experimentação científica e que prosseguem na crista da nova onda que se agiganta no mundo (informações do prólogo do livro).

Os interessados poderão adquirir o A Carta Chinesa – A grade batalha ideológica que o Brasil não viu em nossa redação ou entrar em contato através do Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. para poder comprá-lo e recebê-lo pelo correio.

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