Notícias da Guerra Popular

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Índia: ações armadas do EGPL obtêm êxitos

Com informações do blog Revolución Naxalita

O Exército Guerrilheiro Popular de Libertação (EGPL), dirigido pelo Partido Comunista da Índia (Maoísta), levou a cabo, nos dias 20 e 26 de abril, ações armadas exitosas.

No dia 20 de abril, uma emboscada efetuada pelo EGPL resultou em um soldado de polícia aniquilado e outro gravemente ferido, no distrito de Sukma. O soldado aniquilado foi identificado como Constable Shyamlal Atami e o ferido como Rajesh Satam. Ambos pertenciam à Guarda de Reserva do Distrito (GRD).

No mesmo dia, combatentes do EGPL provocaram a explosão de uma bomba em um centro de formação policial no estado de Jharkhand. Onze bombas de baixa intensidade foram colocadas na parede construída em volta do local, sendo que seis delas explodiram.

Já no dia 26 de abril, o EGPL realizou uma ação de sabotagem contra a empresa de construção Telangana, que tem várias denúncias de exploração do povo. Os combatentes naxalitas (como são conhecidos os maoístas na Índia) apreenderam fogo de maquinaria pesada na ponte Bejjur-Aheri, no distrito de Adilabad, no estado de Andhra Pradesh, segundo informações do jornal The Hindu.


Guerrilheiros aniquilam político da reação

Com informações do blog Revolución Naxalita

Guerrilheiros do EGPL justiçaram, no dia 23 de abril, um ex-sarpanch (líder da instituição de governo local) chamado Elam Narayan, no estado de Chhattisgarsh. O justiçamento foi efetuado no distrito de Bijapur, segundo informações de The Hindu.

O EGPL deixou uma carta manuscrita junto ao corpo do político reivindicando a ação e apresentando os motivos para tal. Segundo a declaração, ele era responsável reincidente em explorar e ameaçar a população local. Elam Narayan era um político do partido reacionário Bhartiya Janata Party (BJP).


Reação em alerta por apoio internacional ao PCI (Maoísta)

Com informações do blog Revolución Naxalita

A reação indiana, por meio de seu Ministro do Interior, Kiren Rijiju, fez declarações à imprensa, no dia 26 de abril, alertando sobre o apoio e solidariedade internacionais que recebe o Partido Comunista da Índia (Maoísta).

Kiren Rijiju disse que o PCI (Maoísta) tem estreitos vínculos com organizações comunistas das Filipinas e Turquia, referindo-se ao Partido Comunista das Filipinas (PCF) e ao Novo Exército do Povo (NEP), e também ao Partido Comunista da Turquia / Marxista-Leninista (TKP/ML) e o Exército de Operários e Camponeses da Turquia (TIKKO).

Ele também citou o apoio de várias organizações na Europa que têm participado de conferências e seminários realizados na Bélgica e na Alemanha.

Ultimamente, organizações populares e revolucionárias de vários países têm atendido às convocatórias do Comitê Internacional de Apoio à Guerra Popular realizando diversos tipos de atividades.


PCI (Maoísta) chama greve geral em Dandakaranya

Com informações da Rede de blogs comunistas

O Partido Comunista da Índia (Maoísta) lançou comunicado chamando os povoados e moradores de Dandakaranya à greve geral de 48 horas, que ocorreu nos dias 4 e 5 de maio, e que faz parte do mês de resistência contra os deslocamentos forçados dos povos adivasis e contra a superexploração dos recursos da região. O PCI (Maoísta) anunciou que, durante a greve geral,  seriam organizados protestos, seminários e ações de sabotagem.

No comunicado, o Comitê Especial de Zona de Dandakaranya do Partido explica que a greve geral é “uma tentativa de chamar a atenção de nosso país e do mundo sobre o problema dos deslocamentos em Dandakaranya; para proteger os recursos do Jal-Jungle Zameen (‘Água, bosque e terra’, em português), assim como a identidade, a própria existência e a autoestima dos adivasis; e para deter a destruição do meio ambiente”.

Eles reafirmaram ainda o perigo de tais projetos imperialistas de superexploração dos recursos naturais para os povos daquela região e completa denunciando e chamando o povo a combater a “Operação Caçada Verde”: “Nosso partido faz um chamamento ao povo a opor-se e a lutar contra a Operação Caçada Verde que é, de fato, a guerra injusta desencadeada pelos governos central e estaduais contra seu próprio povo com o objetivo de aplastar o mais rápido possível a guerra popular revolucionária assim como as lutas populares contra os deslocamentos para, deste modo, entregar recursos de Dandakaranya às grandes empresas”.

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