Notas internacionais

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1º de Maio rebelde pelo mundo

No Dia do Internacionalismo Proletário, o 1º de Maio, os povos combatentes e suas organizações de luta foram às ruas em todo o planeta em combativas manifestações que desafiaram toda a ordem de exploração vigente. Nos países imperialistas, a juventude criticou as medidas e agressões que seus governos promovem para subjugar povos inteiros, a perseguição aos imigrantes e a crescente precarização das condições de vida no interior destas próprias nações. Nos países dominados pelo imperialismo, coloniais e semicoloniais, os operários, camponeses e a juventude combatente exigiram o fim da rapina, da espoliação, das agressões e colocou em xeque os diversos governos lacaios, meros fantoches dos imperialistas.

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Fúria popular transbordou nas ruas de Istambul, Turquia

Mantendo a tradição, o 1º de Maio foi marcado pela combatividade e por violentos confrontos entre os manifestantes e a polícia fascista na Turquia. Ao todo, mais de 24.500 agentes das forças de repressão do velho Estado foram mobilizados para acompanhar os protestos. Durante os enfrentamentos, um homem de 57 anos morreu após ser atropelado por um blindado antimotim da polícia. Grande parte das detenções e dos confrontos ocorreu depois que as massas tentaram furar o bloqueio à praça Taksim, local que foi palco dos grandes levantes de 2013 contra o governo do então primeiro-ministro (hoje “presidente”) Recep Tayyip Erdogan.

No Chile, manifestantes foram às ruas contra a reforma trabalhista da gerente federal Michelle Bachelet. Os carabineros (policiais) usaram canhões d’água e lançaram bombas de gás contra os manifestantes, que responderam com paus, pedras e garrafas. Na capital das Filipinas, Manila, milhares de pessoas enfrentaram as forças de repressão exigindo a manutenção de garantias da previdência social. O gerente federal Benigno Aquino, assim como em anos anteriores, foi ridicularizado com um boneco gigante que segurava um cutelo de “cortador de empregos e de benefícios”. Na Alemanha, organizações populares enfrentaram grupos de extrema-direita.

O 1º de Maio na cidade de Seattle, no estado de Washington, USA, foi marcado por um protesto de jovens que terminou com cinco policiais feridos e pelo menos nove pessoas presas. Os manifestantes exigiram o fim de medidas antitrabalhistas e das perseguições contra imigrantes no país. Em Los Angeles, manifestantes carregaram cartazes e um boneco gigante de Donald Trump segurando um gorro do grupo fascista Ku Klux Klan, em referência às atitudes e declarações extremamente reacionárias do candidato à presidência do país. Em outras cidades ocorreram protestos contra a violência policial, principalmente contra os jovens negros que vivem nos subúrbios das cidades. No coração da maior potência imperialista do mundo, os trabalhadores, cada vez mais, enxergam com clareza a farsa de “democracia” que reprime seu próprio povo e leva o terror aos quatro cantos do mundo.

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