Lutas de libertação nacional

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Afeganistão: agressão ianque não vai parar resistência

A agressão imperialista no Afeganistão comandada pelo imperialismo ianque, com participação de seus demais sócios imperialistas e que se apresenta ao mundo com o discurso falso e reacionário de “combate ao terrorismo”, prossegue atazanando e trazendo desgraças à população daquele país. No entanto, a resistência nacional contra os agressores ianques, pelo andar das coisas, promete não recuar.

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Vant do USA em operação na invasão do Afeganistão

O então líder do grupo Talibã — notória força de resistência nacional que, apesar das limitações, vem combatendo o agressor imperialista —, Mullah Akhtar Mansour, foi morto em mais um bombardeio de drone (aeronave não-triplada) ianque, desta vez em território paquistanês, ferindo, inclusive, a autodeterminação desta nação, na qual o próprio governo títere do USA no Paquistão foi pressionado a assinalar.

No entanto, o possível sucessor de Mansour na direção do Talibã é considerado pelo monopólio da imprensa a serviço dos imperialistas como um eventual líder mais perigoso. O aniquilamento de Mansour é, por outro lado, parte da tática de combate do imperialismo: bater com uma mão e oferecer, com a outra, a capitulação como “única saída”. Não à toa, em comunicado, o DNS (órgão de inteligência paquistanês, a serviço dos ianques) afirmou que “os terroristas devem se dar conta de que, caso continuem com seus ataques, serão eliminados” e que a única saída é “abandonar as armas”.

O ataque que aniquilou Mansour foi, admitidamente, ordenado pelo chefe do imperialismo ianque, Barack Obama, que foi eleito na farsa eleitoral do USA sob promessas de acabar com as guerras no Oriente Médio e, no entanto, passou 8 anos de seu governo atolado em guerras de rapina.

O terrorismo imperialista em forma de drones

Este foi, também, mais um bombardeio efetuado através de drone pelos agressores ianques nas guerras de rapina levadas a cabo no Oriente Médio. Só para se ter uma noção, entre maio e julho de 2015, foram assassinados, bombardeados por drones do USA, mais de 103 pessoas somente no Afeganistão. O drone covarde é mais uma máquina de matar do imperialismo, que está a ser usada contra os povos oprimidos sob o manto de “guerra contra o terrorismo”, patranha reacionária e covarde do imperialismo para continuar sua guerra injusta de exploração e rapina. Todavia, nem esta nem nenhuma outra engenhoca utilizada pelo imperialismo para o genocídio poderá frear a energia de resistência e revolucionária das massas.


Haiti: ocupação militar fomenta revolta

O Haiti segue ocupado pela ONU, com as forças armadas lacaias “brasileiras” à cabeça, servindo aos interesses dos imperialistas ianques na região. O que, no discurso, é justificado como necessário para estabilizar o país, na verdade, só vem agravando a crise, o genocídio das massas, a repressão, o fascismo e, principalmente, a luta das massas por libertação nacional.

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Rebelião popular na capital do Haiti, Porto Príncipe

O imperialismo vem tentando estabilizar aquela região através da farsa eleitoral, estabelecendo um “governo legítimo democraticamente eleito”, mas não vem tendo êxito, pela pugna entre frações capitulacionistas da grande burguesia pela hegemonia no aparelho de Estado e graças também ao boicote ativo às eleições pelas massas, que têm o histórico de incendiar locais de votação com coquetéis molotov. Por tudo isso, o imperialismo necessita perpetuar a ocupação que só gesta mais e mais a revolta das massas, que exigem a retirada das tropas e, mais profundamente, demandam a revolução democrática ininterrupta ao socialismo. Isso tudo é uma pedra no calcanhar do imperialismo.

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