Notas internacionais

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França: cresce repressão e rebelião popular

Onda de greves e protestos

Faltando menos de um mês para a Eurocopa de futebol na França, os trabalhadores desse país prosseguiram a onda de greves e protestos contra a “reforma” antitrabalhista do governo oportunista de François Hollande.

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Manifestantes incendeiam viatura da polícia durante rebelião popular em Paris

No dia 17 de maio, segundo organizadores das manifestações, cerca de 220 mil pessoas foram às ruas e diversas categorias anunciaram paralisações, como os trabalhadores do Porto de Le Havre, das zonas industrial e portuária. Caminhoneiros, funcionários da aviação e demais transportes também aderiram ao movimento e realizaram, além da greve, ações de bloqueios de estradas em pontos estratégicos em Lorient, Caen, Géant, Bordeaux e Marselha, além do bloqueio da refinaria em Donges e dos portos em Le Havre e Saint Lazare. Já a juventude também participou da luta através de protestos, e durante confronto, chegou-se a incendiar uma viatura da polícia.

No entanto, o governo oportunista de Hollande vem, através da repressão violenta, liberando os bloqueios, e, segundo palavras do primeiro-ministro francês Manuel Valls, “os locais serão liberados”, pois “eu estou muito determinado”.

Na edição passada de AND (nº 169) foi publicada uma nota sobre os recentes acontecimentos da luta de classes na França (‘França: trabalhadores em rebelião contra reformas antitrabalhistas), que informa:

“As manifestações contra a lei El Khomri (assim chamada em referência ao nome da ministra do Trabalho, Myriam El Khomri) têm ocorrido frequentemente no país e a população critica a reforma, que inclui medidas que concederia mais flexibilidade às empresas contratar e demitir os trabalhadores afetando, principalmente, a juventude.”


China: Revolução Cultural aterroriza revisionistas

Enquanto dezenas de partidos e organizações maoístas e revolucionárias pelo mundo impulsionam a celebração dos 50 anos da Grande Revolução Cultural Proletária, na China, os revisionistas e renegados da causa do proletariado fazem todos os esforços possíveis para arrancar da memória do proletariado e das massas populares chinesas aqueles que foram grandes dias de luta contra os seguidores do caminho capitalista, que queriam, em 1966-1976, transformar o Estado chinês no que ele é hoje: ditadura da burguesia, centro de exploração e opressão das massas, um Estado fascista e imperialista que disputa áreas de influências com outras potências.

Em 2006, quando se completavam 40 anos dessa magistral façanha da Revolução Cultural Proletária, as “autoridades” revisionistas chinesas proibiram a reprodução de vídeos ou reportagens sobre o tema. Segundo o blog da agência chinesa DW News, o mesmo voltou a ocorrer este ano.

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