A farsa olímpica em andamento

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Na noite de 5 de agosto de 2016, de acordo com o programado, começa a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos 2016 com a chegada da tocha ao Maracanã.

Uma multidão ficará aguardando a chegada da tocha e quando isso acontecer de suas mãos vibrarão bandeiras brasileiras e o espírito olímpico será visível em cada rosto dos presentes.

O Brasil e o mundo inteiro acompanharão pela TV, sendo testemunhas que tudo isso acontecerá sem protestos nem contestação. Será passada uma imagem de paz, espírito esportivo, conciliação, ou se preferirem submissão e aceitação passiva dos desmandos dos mafiosos que controlam o poder.

Mas isso será pura ilusão montada.

Mesmo para o mais observador dos telespectadores será difícil perceber que o povo que estará recebendo entusiasticamente a chegada da tocha olímpica munida de bandeiras brasileiras estará composto pelas mesmas pessoas que completam os segundos e terceiros planos nas filmagens das novelas, platéias de programas de variedades, propaganda e filmes rodados no país. Acontece que as mesmas empresas que cadastram, representam e oferecem atores e figurantes para as redes de TV, agencias de publicidade e cinema, foram contratadas pelos organizadores do evento para fornecer 1000 figurantes para simular ser público-torcedor. E eles terão dois bons motivos para tornar seu papel o mais crível possível:

1. Como em todo trabalho que realizam, um a um estará cadastrado e perfeitamente identificado, alem de assinar um contrato em que se obrigam a seguir certas regras do contratante

2. O cachê pago para o evento será bem superior ao de mercado. Como referência, um figurante ganha para participar em uma novela menos de R$ 50,00 por 12 horas de trabalho, para participar de um filme rodado no país em torno de R$ 80,00. Para aplaudir a chegada da tocha e outros deveres que serão definidos receberão R$ 100,00.

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